domingo, 31 de julho de 2011

Domingo é dia de casamento

Dona Benta Não Deixa Os Meninos Ficarem Magrinhos.
Vamos Ser Bem Óbvios, Pro Tempo Passar.
As bananeiras estão cansadas de ficarem olhando para cinco portas cobertas de plástico amarelo.
Meus troços até que não sentiram muito a comida de ontem.
"Professional ScreenGuard Extends the life of your LCD Screen." 
"Zing Su"
Nossos modelos de vida estão fora de linha.
Tabuleiros de outros jogos estão na chácara.
Ele tem uma unhada de dinossauro no ante-braço.
Amanheceu jogando.
"Please peel of this mask BEFORE application
Please peel of this mask AFTER application completed"
Vou desligar.
Foi por comida para os passarinhos.
Cuité. 

sábado, 30 de julho de 2011

Antes de ir buscar o objeto, brinquei de construí-lo

 Lomographic & Ampliação; suas regras: nunca consegui nem com o relógio: levar para todo lugar.






  1. Sim, fotografo o tempo todo. Quando os olhos descansam viram cartões de memórias que é lido no HD dos sonhos.
  2. Não sou mais que a fotografia um dia rasgada hoje deletada.
  3. As vezes me afasto, buscando o melhor enquadramento para objetos pequenos.
  4. Meu processador já deu pau.
  5. Sou rápido-devagar-preciso.
  6. Minha metralhadora fez 1000 chapas por hora. 
  7. Posteriormente, aqui no Brasil nunca sabemos o que vai dar, depois que o GB fechou, menos ainda sabemos do resultado no papel.
  8. Fotografo apenas com todo o corpo e toda a sua dança de sentidos.
  9. Não me preocupe com as regras!
  10. A língua fora da boca é uma peça que pode ir pra panela pro laboratório pra boca do cão.
  11. A regra número onze tinha que cair na ponta esquerda?
  12. Só porque fez uma dúzia já quer levar pra feira?
  13. Catador de vírgulas implora: Agnes Varda, me deixa catar na sua franja?
  14. A palavra está escondida numa gota de vidro transparente.
  15. Meus predicados escapam sem avisar.
  16. Me disseram que a prosa é a puta mais bem paga.
  17. Quando dizem ainda sentem um pouco de culpa?
  18. Todas as predileções estão ao alcance do Google.
  19. Se a questão for predileção, você não morre sem questionar.
  20. O Dado depende da mão, do espaço, da mesa...
  21. Deu 21 no cu do século!   

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meu historiador me visita

Todos são espertos, eu não sei como não fui jantado ainda -primeiro balão- e não sabem do divã da tenda do gramado da clínica do renascer - segundo- quando as perguntas esgotam os olhares despedem-se -terceiro- alguém informa que pensar pode estragar -quarto- e no quinto dos infernos compreende o meu ritmo sexto sentido do texto no sétimo dia vamos descansar a linha perto do tombo quer ser o oito de pé pois o infinito está deitado alongando antes de tirar mais um cochilo só que antes ele já tinha corrido qualquer coisa em torno de meio século ele não anda mais medindo percursos mal cuida do tempo mas não abre mão da sua rotina - uma novena de sentidos- no oposto poderíamos observar a madame tornando-se velhinha suja o inglês titubeando no falar - a décima casa te leva te leva à dama - fiz dama, monstro!- que tal uma sinuca sem coluna?- quando não presto muito atenção vejo mais daquilo que não queres mostrar- Uma dúzia de muitas que posso arrancar pela calçada, sem divisões melódicas, com quem falo sobre a diferença de carne em relação com pedra, quem tem mais prazer enquanto estão juntos esfregando bem da sabão? Poder ser o ponta esquerda com a macaca, vou meter gol, me solta quando ela cair nos meus pés vou endereça-la ao papa vou carimbar a sua batina branca.
Troco o piso do rato branco marcado de maçã mordida, tiro o Jim Morrison e ponho o Desassossego de Fernando Pessoa, o olhar é reto.
Na minha reta ninguém mais lento pode corrigir estilo.
Quantas retas já fez hoje?
3o, depois dez tiros de 1000 abaixo de 4/km, e 6km de trote só pra soltar, domingo tem prova, vou meter 35:56!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Deixo escorrer no tronco com casca, outros elementais...

Daqui até ao final do texto apenas uma frase irá comandar o espetáculo é normal uma criança falar diferente dos adultos da casa e quando as crianças se reúnem surge outra coletividade fora da coletividade dos adultos que quando crescem formam outra geração não teria graça se fosse diferente você pensou em clone réplica cópia eu penso que neste tronco tem todos os elementos da paisagem olha que eu apenas passei esmalte de unhas junto com o neto é que já que não faço as unhas e quero falar pintando assim como gostava de ver minha tia pintando as unhas enquanto
conversava comigo cada gota que escorria era meu sangue aproveitado para as suas garras precisas as vezes canto as letras das nossas músicas entrando seu estojo de napa laranja deve ter a minha idade sou capaz de reproduzí-lo à distância de modas de distâncias no seu formato triangular com os cantos curvos com espátulas para cada etapa do trato das unhas um dia pedi pra pintar ela me estendeu as garras e vi o quanto de poder e curvas estavam pra mim sujar ali bem abaixo dos meus olhos a concentração não evitou o escorrido escorreu na carne branca ela xingou arregalei os olhos para ver se apanharia tive depois a chance muitos anos depois  de pintar sem escorrer sem barulho e ser agradecido fazer as unhas da Diva era uma das minhas atividades periódicas até hoje quando vou à Minas sento para ver como está a sua habilidade com as unhas seu estojo não anda lá muito bem das amarras mas ainda guarda os instrumentos de deixar as extremidades apresentáveis em qualquer público ela consegue ver televisão fazer crochê e conversar fumando sem estragar as unhas tentáculos espalhados em todas as direções elegantes tentáculos quando estamos prontos para o diálogo e dedos de onça quando a caçada é outra você pode levar cinzas nos olhos ou fogo o que preferir sua coleção da espiã nua que abalou Paris GM e da filha dela BM foi formada depois de abandonar a literatura depois de freqüentar os artistas aí ela narrava cada uma das aventuras que depois eu ia conferir nos livrinhos toda semana um durante a semana nas idas nas casas das outras eu lia suas fotonovelas enquanto ouvia elas falarem de toda a grande família e de seus amigos dos amigos dos amigos e transeuntes conhecidos e et c com os moleques na rua lia os gibis o Monteiro Lobato seguro por aquela mão magra longa e branca com unhas impecáveis descia como outra saída para outros lugares as narrativas eram mais que vocábulos enciclopédicos quando o dicionário chegou nós já estávamos procurando por aquilo que não constava palavras suficientes para contar uma História destas de Historiadores      

 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Com quantos filtros já trabalhei?

Não vou conseguir falar pro cara que ele não lê isto aqui pois gosta de outras fricções palpáveis rentáveis rendáveis alguém que ler isto aqui vai contar de alguma maneira para quem nunca passaria por aqui nem para falar que merda é esta toda emendada prefiro as encenadas já me disseram como fazer e estou fazendo e está gostoso pra caramba da hora de boa estou bem meus traumas não conto pra ninguém aí qualquer um bota qualquer lareira artificial na sua parede e você ainda acha bonitinho sem cinzas sem fumaça sem o calor dos elementos de ligação confessa as suas canções seus momentos de reumatismo quando mordeu a romã da gritinho ensaiado de ip ip hurra uuuui enquanto gritei pra rasgar a garganta a noite inteira gaaaaaaaaaaaaaaalooooooooooooooo pergunte pra candangolândia pergunte ao zezinho ao glacio ao torão ao bicudo vai lá no inferno e pergunte ao bicudo ao das latas ao risomar pergunte pro ido e não me torra em qualquer espetinho de gato fala com luisão fala com dejair pergunte no autocolante : você vai saber da versão rob son de periferia _ popular doido que conversa com qualquer um de qualquer jeito aquele que perdeu tempo com coisas que você jamais perderia o tolo o louco o perigoso o covarde o robin wood o bêbado dono do ambiente o inglês no bar o escritor francês o ator o enxadrista aquele que quando o cara não tinha tempo pra bêbado respondia e o que que você vai fazer agora vou com você te ajudo e este bar está muito repetido mesmo vamos beber a rua vamos beber esta quarta o professor de xadrez que não cobra pra end
sinar .
Quem quer ser a porra dum normal cheio de metáforas no falar e quando escreve escreve que dói que tem saudade que reza que morre que é peixe que dormiu com o poeta no mesmo quarto que amanheceu falando o estômago está embrulhando a ressaca do mar a maresia do outro o balanço das ondas pássaros com nomes a cor dos pássaros ela me disse passarinhos os do pai não ficou prestando atenção em passarinhos assim como não sabia dos narizes escapei novamente mas levei muitos beliscões acho que era pra ver se eu acordava ou beliscou até eu acordar e mandar parar beliscou com vontade sabia beliscar já participara de concurso com os irmãos ainda me chamava de fubá ao beliscar insistia no belisco mais que estou substituindo mas por mais falávamos a linguagem
do corpo nas ruas ela me levava na garupa da bicicleta de trabalho do pai dela descíamos pro rio catávamos cogumelos a cidade nos viu assim de todo jeito por cima e por baixo na queda na escalada uma corrida de aventuras de 35 anos sem contar com o apoio da prova sem equipe que não o improviso a filha do homem que sabia fazer casas e pontes igrejas mestre de obra vamos brincar mas não confundam as coisas ele não vai sair mais daquele bar ela só vai fazer o que tem pra fazer é tão duro falar da luz com os olhos abertos. O filtro é um suporte de copos importado da garage sale. 
Treplicas em treliças, mas não trupica em trapaças.             

terça-feira, 26 de julho de 2011

Um pedaço do Trono do Rei do morro

São nove folhas de bananeiras rasgadas, o vento está marrado rã do mar armador madorra referências disponíveis no google, a mulher do escritor não é pipa ele então não vou solta-la hoje é que cago mesmo pra ritmo cago tanto que disse 44: 00 quatro por um nos 11km uma vez e fechei zero zero marconi disse que foi cagada falei que controlei a passada e controlei mesmo no estado de equilíbrio a quantidade de ar necessária para correr e filmar durante a prova fiz um rolo durante um cross cerrado e vi muitos caindo no lodo enquanto eu passava dando ao lodo outro deslizar convicção na pisada não caí não perdi nenhuma chapa do filme preto e branco lembranças, vírgula mesmo. Não estou falando disso meu caro leigo bem intencionado é que sei preciso quando quero mais muito preciso mesmo do mesmo em tanto com controle pra não matar : divide um pouquinho do seu medo comigo, guarda esta vitrine, de qual madeira será feita mais um dado? Agora já posso colocar maiúsculas? Se disser que estou brincando com você, vou embora e falo de email de viagens viagens viagens travessão-teste número um:
1. Quantos sairão daqui com o resultado?
Depois que se responder vendo uma meta-linguagem embrulhadinha em papel de maçã.
Mestre Landau mandou ontem um cruzeiro mas falei que me dá enjôo, só que falei sem chapéu: enjoo também de email almanaque/ piada repetida/ receitas prontas/ com cálculos dos preços dos risos/ posso ficar sozinho agora?
Só que mestre landau me conhece tá rodando desde 80 desde C.O já trabalhou comigo com planilhas semanais e sabe que tudo ou nada é meu jogo predileto a mentira de tudo a verdade do nada fui mais fundo sei entregar tudo não fico com nada quando eu virar a esquina tiro os óculos e deixo a luz dura me mandar outra silhueta de vôo de super de homem.
O objeto O Trono do Rei do Morro, fiz com meu neto Artur.
É uma peça única.
Reagindo com a natureza.
Fora da galeria.
Difícil de carregar.
Muito bem executada.
Em esmalte de unhas, 51 vidros de 1,20 1,65 2,00 e 3 de 3,00 reais, encontrados em saídas de compras familiares dos casais de antes sem anotações das necessidades e comprando apenas o que é preciso no momento sem lamurias não aceitamos atestados médicos.
A vida já brincou muito comigo.
Não ando mais escolhendo, o que rolar eu pedalo só que sem robinho meto de neymar por enquanto dou de comer ganso e uma pitada de murici pra beber que tal Evans ?
Oslo antes, ouço meu nariz, a pele quer falar, está faltando sentido.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dalí do garage sale, trouxe este filtro, o cachorro é meu!

Não é bom sonhar asfixia não te contam na hora existe conforto no cômodo? A interrogação curva-se levitando sobre um pingo tä en form.
Versos longos: careçam de espaço!
Este azinho do "ta"com trema, não parece uma cadela sentada, bem grávida?
E o en sem o passant não força nem uma passagem.
Deixa eu errar na sua língua!
Aponte dispare
Rangefinders
Reflex
Caverna com um furo de inverter
Sabemos das aberrações das lentes, mesmo as melhores...
De paisagem sabemos caras...
Nas férias, de 65 a 76, fomos caixeiros-viajantes...
Dono do Hotel estuda passagens...
Dono do bar estuda bêbados
Dono do campo estuda peladas
Dono da voz estuda distorções
Dono, de nada, estuda qualquer coisa...
O sexto dono é pequeno, e só estuda brincadeiras!
Se eu não tivesse que ficar aqui, não poderia te responder.
Só respondo porque preciso ficar.
Quero ficar
Mas o texto vai
Vai bem
Este "japonés trais de mim" caiu de onde?
Ainda tem que dividir mais hoje, festoar?
Se toda hora que eu for mover um peão tiver que perguntar ao rei, não dou nada pra ninguém, e fico sem a rainha, rapidinho...
Vem dançar no texto, de coluna boa, deixa seu corpo dançar, aqui a porca não engorda, seu chico!
Anda, vem, deixa este texto te mostrar aonde ir!
O texto quer testar japon
O texto repete modelo antigo que gostam
O texto fica falando
A porra do texto é discurso de crítico?
Então, ele está gozando, e jogando fora.
O teatro a peça o cenário a causa o conto a música o remédio a borboleta o papagaio vão subir?
Neste modelo o modo B está no disco.
Este é o cachorro derretido que prometi.
Mastigue 150 vezes cada bocado.
Veja em f64.
O menino não me deixa ir.

domingo, 24 de julho de 2011

Y hoje é dia de camisa verde

Menino febre soma
Retardo no escrever
A caixa alta vestiu portas
Vamos de mãos dadas visitar o melhor & pior
Não sabemos se sabemos escrever
Estamos dividindo as brincadeiras
Ninguém gosta de brincar com a minha
Um paralelo quer morder meu pneu
É mecânico acordar
Estes humanos não querem humanidades
Texto de encontrar saídas
Onde perderam mais Olympus
Evans chega a Paris na frente dos luxemburgueses, quarto da França, para os quintos Contador
Fotografei no Giro & no Tour
Sacos plásticos cinzas levam aviamentos
Minha fábrica de metáforas Nitro Química
Sirene dá a saída de pessoas com mais saídas
Esperei minha Diva voltar do trabalho com mais novidades
Passos contados na longa distância
O domingo acordou assobiando julho
Cones pretos querem fazer parte do cubo
Posso fazer um dado com quatro dados
Menos febre, mais terra
Não põe a mão na criança
De mãos dadas com o passado
Vem me ler, velhinho.
A ponte não segurava tinta
Voltaire me autorizou subtrair
Com menos digo mais
Será porque o Aranha está me chamando de escritor Francês?
Minha bananeira está toda descabelada
O filho da puta do vento está tentando pentea-la?
Flip flap segunda feira terça feira quarta feira quinta feira sexta feira sábado foi ontem que me trouxeram muitos livros antigos e novos também dizer com mais diz menos
Quero os cones de linhas pra mim brincar de escrever com luz.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Fala alguma coisa dos meus desenhos

Obra nome já tras o meu nome?
Em obras, sempre?
Devo ter sido obrado!
No que nos transformamos!
Um monte de palavrinhas respiram, poros. Não me disse que gostas de pontos não finais.
Lá em cima todo mundo é conivente?
Obra com nome obra sem papel obra que derrete homem de vela, e o pavio ?
! exclamo um taco e uma bola
Formigam versus rodar
Cães mortos por placas públicas
Gostamos do trompete engulindo-se puder dizer sem cu sem boca dizemos aquele belo pássaro colorido parecendo um faisão não parece carregar todo o metal ouro nosso os faisões coloridos levam nossos meninos de rua e devolvem pedagogo contador de histórias top 10 O ouro não é de ninguém, está precisando de quanto?
Jim me olha morre som, falei entendeu escolheu fui é sim foi todos viram o tempo tudo não temos o que dizer estamos sem assunto pergunte ao tonhão meu irmão ou ao gilberto ou ao Dr reinaldo pergunte a quem quiser mesmo para aqueles mais filhos das putas pergunte a qualquer um e me traga a dúvida te compro este bilhete de volta tá pensando que sou investigador da arte estou aposentado da segurança entrei e sai segurança no meu posto a mosca era eu quem tocava o tempo todo voando em toda a extensão pergunte se tiveram medo se tiveram frio se ficaram sem assunto do que você gosta vamos comer o que você gosta Conversei trinta anos qualquer assunto sem discriminação fico seis horas com qualquer um falando de qualquer assunto vamos nos entender me entendi com todos sempre me entendo no final saio sem nada é mais leve de carregar. Mas aqui vai tudo bem obrigado apareça sempre estamos abertos 24 horas como falei pro moço que me vendeu o som lá no gama leste casa 43 da 48 companheiro da thaís de trabalho que foi muito gentil mesmo com o ciático inflamado ainda deu 21 e dois DOORS lp`s de presente na compra vamos arrumar o carrossel emperrado os alto-falantes estão rasgados e com um som ainda muito bom estamos curtindo chegamos sem avisar a noite de mãos dadas com a criança brincando de menininho como você gosta lembra da cutilada na boca do estômago só um toque quer pegar direito ?
Então tá: direito mesmo é dizer o que pensa sem olhar mercerizados falando merda que sou p2 que sou da candanga que sou crente, porra mano dá um tempo vai que malandro é você que fica o tempo que ficou comigo e não sabe quem sou tô com cara de chiuaua ou qualquer outra propaganda de carro ou arte ou empresa mano não represento empresas comigo é na real diz que respondo quando a galera queria te dar o balão foi eu quem dei o toque ou foi só um teste entre vocês , porra de teste mano, porra de prova, me limpo com a manutenção.
Escrever é apenas 100 por cento do meu tempo.
Escrever é com tudo.
Estou escrevendo bem antes de nascer, sou só parte, do partir.
Sei partir.
Sei par.
Sei.
Ei.
i!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Orelha.vão.orelhA

Fui impregnado pelo pode escrever a qualquer hora que quiser sobre qualquer coisa abri a janela pro lado de lá tanto que sentei de novo e comecei a escrever acreditem sei do que estou falando o Muricí vai ganhar de novo e tem gente construindo por aí nossa como tem deve estar precisando não é ele deixou de sintetizar né é valvulado PEOPLE ARE STRANGE STRANGE DAYS THE BEST OF THE DOORS mudei o tapete do meu rato branco botei ele pra deslizar no peito do rei lagarto estava cansado de ANDREAS VESALIUS DE BRUXELAS estava empenado a capa DE HUMANI CORPORIS FABRICA AE EU IO seus colofões secos com três editoras de final cult de THE END aproveitando pra dar uma geral na mesa abarrotada de papeis e negativos e máquinas de escrever vou usar a LEICA no final de semana com a Lígia ontem pintei uma escultura com o Artur depois carreguei e infernizei na sombra palhaço sou palhaço arrelia pirulito palhaço meu você quer a série de palhaços?
Uma alma de gato pia.
Triste.
Minha tristeza passou de ano.
Triéste é melhor!
Onde fica mesmo?
Gent
S.M.A.K
Eu não sou daqui!
Então, assim meio tonto de escrever, deu para não gostar de correr riscos gratuitos, e prorrogar a construção por três anos, esperando todos construírem primeiro, depois foi comprando o material devagar, enquanto divagava no desenho, foi deitando cubos de todas as formas, no vão da cozinha...
O poeta é todo o mundo num peido, ou o peido é todo o mundo que o poeta solta?
Respondam, atletas da crítica!
Qual sua modalidade?
Crítica!
É, a situação está crítica!
Depois do treino de ontem posso até folgar hoje.
Já sei contar casinhas coloridas na paisagem.
Você já foi a Cuba?
Libre!
Com limão. não. br
Isto é um verso, não é um endereço.
Só paro se voce não fizer pose.
Te pego torto.
Uma grande caneca verde bandeira de corpo e asa boca preta de metal esmaltada ocupa o lugar do lixo vou descer com ela para a cozinha mas antes vou passar no banheiro e me produzir trocar o figurino, Hoje tem três montanhas fora de categoria, será que o Contador vai ascender? Ou só vai enrolar? Você viu o francês entrando na casa dos outros sem fazer a curva?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estou desenhando , antes de fotografar

Esquemas de vários times, visto.
Por mim.
Preciso me contar umas histórias durante a maratona.
Manter o fogo aceso.
Tá ligado???
Em quantos???
Estou saindo do livro de faces.
Já sai do oculto.
Vou controlar tudo do punctum.
Fora de controle, perigo, perigo, deixa o doutor Smith ir para outra latitude.
Versos soltos?
Regras plenas?
O gibi é meu, leio do jeito que eu quiser, vou fazer orelhas?
Estou deslumbrado com o mundo, ele sempre foi assim, é?
A quantidade de imagens em mim dá pra levar qualquer coisa.
Se mudei a pedrinha de lugar sem conversar com seus átomos, foi por pura escolha daqueles que me formaram, esta não preciso esperar o fim pra saber, escrever limpando durante 8 horas, vestido com qualquer brim de uma cor só, escrito limpeza, com toda a sujeira desta palavra, nas costas escrito: sou eu que limpo a sua sujeira, trate-me com indiferença, ainda estamos no livro, ainda estamos na idéia, ainda estamos na escuridão, antes bem antes da caverna de Platão.
Mas, está na moda ajudar os outros.
Na arte contemporanea restauram barracos cubanos.
Tiram os craques das ruas.
Gladiadores.
Teve um cara que com uma instalação impediu guerra.
Aquele que pois o livro pra bater uma punheta em público, montou a melhor editora alternativa do planeta.
Ajustes de nitidez? - Altas luzes!
Vou gritar no meu quadro o quanto o corpo sofre com tudo isto.
Quem vai pagar o pato que comi ontem?
Tem uma habilidade para w, mas morre de medo de ( ) desviar em y.
Clube da esquina.
Gostei do clube de Xadrez da vila Prudente.
Silêncio.
Ampliações avulsas.
Estico a linha no desenho circular, sem resposta, nem emendas.
É o remendo do caco de vida que foi,
A caixa alta de sapatos Vuitton, com boca cheia manda a última frase da hora:trabalhem seus corpos no meu studium.
A BR foi quebrar Vegas.
O rei branco não vai nem rocar.
Minha rainha me leva ao Gama pra comprar som.
E, ontem derreti os cães.
Depois mostro.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Estou tocando assim: por cima das três listras...


Você vê novamente a criança sendo formada ( um clichê ) daquilo que és ( outro) de todas as atenções de querer saber não nomear( este não) um espaço no tempo sem nomes ( estamos no caminho) no diluído nome em emulsão(tempos de cólera?) vou te contar a história só tem graça quando o enredo não para(laranja mecânica?) está laranja está cada vez mais mecânica(personagem ditando o texto) de sola ele quer comer amora no dedão come pinhão ( declamação de primário) eu leria o meu texto? ( sim, estou lendo assim.) minha leitura não inventa outra máscara 6x6 ( vocês por vocês) em quanto tempo? (a porra da interrogação já pulou do parêntese duas vezes) texto infantil quer ir na PAULISTA ( colo?) esta eu peguei(e aí?) vai encarar? (cai fora!) vou ficar fora do parêntese? Fica não irmão, se não ando de maiúscula aqui fora, com um pau pingando no chão! (quer sofisticar?) sou por inteiro da gramática dou os espaços da hora vou curtir qual é o programa reclame a propaganda do personagem ganhou o festival de Berlin moleque doido e olha que o curador curou ele de dislexia ficou tão curadinho que agora está curando lá no segundo andar já curei o manual meu irmão tá pensando quê?
( estes parênteses te caíram bem?) não mudamos de lugar pra DIVAgar(Ela me deu muitos personagens desde as primeiras horas) na barriga já ouvia a Diva ler depois do serviço depois do serviço ainda cantávamos liamos jogávamos falávamos esquentávamos fogo nada de televisão grandes angulares olhos de peixe padrão normal a família do maestro Diomar Simão Vieira o homem que indicava os músicos para Altamiro Carrilho o maestro da banda morreu de alcoolismo e quase que fui com ele alguma semelhança com outros heróis de outros tempos é mera coincidência pura.
Um pouquinho do pessoal: Tio Ricardo Delegado & Jogador Tio Osório Ferreiro Tio João Rebelde Tio Padrinho Pedro Cotote Jogos & negócios Tio Zé Ferreiro & matador ignorante Tio Beijo Técnico Galã Sedutor Tio Zéca Dono da Brasil Viscose Papai Ciclista teve que sair fora antes de entrar em toda a lista que só deu a largada e o percurso de nomes de fatos & feitos não tem como ser esgotado nem por mim nem por aqueles que ainda estão vivos pra contar ( outro clichê?) outra lembrança de constituição dos ossos do oficio das duras penas pagas sem porquê sem significado com significantes emprestadas da criança.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

As pessoas no navio maluco-assombrado (Robson-Vovô & Artur-Neto)

- Artur, como você está se sentindo prestes a completar 6 anos?
- Estou tendo novos amigos na escola, são muito legais comigo...

- Vovô, como está se sentindo pintando tantas pedras?
- Artur, me sinto muito bem podendo pintar as pedras que se formam!

- Vovô, como você se sente fazendo tantas coisas legais comigo, quando estou de férias?
Artur, custei a esperar você chegar para pintarmos pedras.
- Sabe Artur, lá onde nasci tem uma grande pedra que o tempo vem pintando, e você pode vê-la na fotografia do meu tio José que está lá na casa da minha tia Diva.

- Era uma vez... um dragão do bem... ele comia peixes, mergulhando na água fria...
Sem deixar apagar a chama, que assava os peixes, pois ele só comia peixes assados...

Um lindo dia, um grande lobo mau de 270m de altura, queria dominar o reino das margaridas...o dragão ajudava todas as pessoas a poder ficar protegidas do lobo.
Por isto o dragão precisava estar bem alimentado.
O dragão mandou todas as pessoas ir para o navio. A guerra começou quando o dragão ficou lutando contra o lobo de 270m de altura.
Mas, o navio era fantasma...
Por isto o dragão fez uma cópia de si mesmo, mais forte do que ele.
O dragão mandou a cópia de si mesmo ir para o navio proteger as pessoas, porque o dragão já pilotou o navio fantasma.
Então, o dragão-cópia andou por todo o navio, e não encontrou uma só pessoa, nem o comandante-fantasma, nem a tripulação-fantasma...
O dragão que não é cópia, achou as pessoas em um baú, que só ele podia abrir, e o baú era de 270000m.
Quando ele abriu o baú, disse para as pessoas: fiquem aí tranqüilas que vou desvendar este mistério!
Pois então o dragão quando estava lutando ele e o lobo caíram no mar e tiveram que lutar no mar & FIM.

domingo, 17 de julho de 2011

- Doutor, dá um título nisto aí em baixo!

Hoje domingo tour de france plano depois da montanha preciso ver por baixo cheirar rapé analisar os gestos debaixo da pele ainda estou dizendo forma & antes que era performance de palavras vagas assim como vejo em ti na mesma idade nossos corpos em busca de marcas sempre precisamos de ser marcados quantas inserções tem meu corpo quantas letras nesta bunda marcando na estrada né boy tombo certo aquele que vem em casa certo da casa só na casa para casa no meu canto do meu lado no meu tombo caio sport cicle caio é mais amigo que fornecedor não amizade que não pode surpreender a cada dia estas são para outras horas temos a liberdade de dizer sempre o que queremos de falar agora não outra hora estou ocupado vai fuder outro pena bêbada mas quando tempo vamos ali robinho deixa eu te pagar um café e falar de arte caio é artista formado pela unb no tempo da unb quando a unb nossa praia nossos quartos no c.o nossa piscina de madrugada depois da fórmula 1 piquet 3 ou mais tudo muito mais nossas ruas escondidas nosso lago sul de escapar e subir a matinha e o paranoá só véi irada esta linha é uma linha muito irada irã coisa rã ram ram sei um é tô foi é rum rum levo a sério este nego
cio de curtir gosto de curtumes fede porém gosto vou curtir é uma curtição disse o horta do meu curtas estou curtindo nos tira o fôlego o da sua cidade sem par entre nós vai sozinho pode tentar acompanhar ele muda a trajetória ele quer carimbar cada poste desta porra de mundo mijar em tudo que quer vertical certas plantas crescem só com urina como hidrataste um pé de fumo com urina dos melados? Antes da interrogação, acelerou, tudo isto aí, antes da interrogação.
Está perdido?
Porque?
Apenas uma saída rápida de 1h!
Bobagem!
Besteirinha!
Uma tirinha de nada!
Posso não?
Vou te x
contar
Vô ti, versus contar
Meu velho avô e tio contra o contar
Vovô Diomar jogando com o contar
Conte, versus vou te
O tão esperado momento de conto foi ontem entrevistado por mim e perguntei sobre a carência que pt não pode suprir daquilo que falta em alguém mesmo quando este alguém parece ter as crianças brincando de novela vaga gestos de vagar em francês e eu nos vagões dos trens de sampa rio belo horizonte aí depois de mais de meio século escuta eu quero ir eu fui eu estava vamos fomos do time do lugar mas como dizem até do meu FWN o quê que eu tenho com isto, é: que tenho.com?

sábado, 16 de julho de 2011

Estamos falando das mesmas coisas?


Subí aí assim, e não foi só uma vez, quando o chão vira magma azul, a noite oferece mais vinho, e subi leve soltando o corpo. O que já fizeram com o corpo na fotografia? Crânio de Nus de Dalí 1950 impressão a gelatina e brometo de prata 10,8x8,8 cm Philippe Halsman os pés sobrevoando o segundo plano um cachorro entre dois cavalos 5 vistas de bundas a caveira no sensual observada em pensamento por bengala transparente segura por senhor de bigode pra cima sugerindo dali o pintor com cartola sério tarado tradução histórica de um momento vivido de psicanálise divã deixar o pensamento rodar na roda no vácuo subir a montanha na frente dos montanheiros as duas patinhas de um cão deitado em posição de alerta me deixam desenhar duas de cavalos uma de cada lado é o corpo que está sendo cortado vai querer quantos quilos?
Não quero que gostes.
É uma relação apenas com o desenho.
No primário coloquei um coqueiro de bambú e cartoline com guache na sala do diretor primeiro lugar ganhei do Japonês Ênio filho do dono da fábrica de papeis. Só fiquei sabendo que ia ganhar quando na ida para o colégio todos queriam ver é ganhei e nem dei muita bola fui fazer outras coisas só fiz um depois com outro estilo em papel crepom ficou parecendo babaçu o primeiro era da Flórida de TV .
CANSON DIGITAL 8.90.
Livros de referencias sujos...
Uma tesoura, óculos, rapé, y uma bagunça dentro de mim.
De ter o que fazer.
Salvatore.
A Leica acompanhada de suas duas amigas médio formatos, uma Mamiya, outra Agfa; estão limpas. Levo as meninas no passeio?


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Hoje é dia de teste entre aspas no Google

Quantos aparelhos fotográficos foram feitos até agora ?
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Recomendo que cada um faça o seu com suas próprias marcas, os recursos, as substâncias, são mais do que suficientes. Não viram o cata vento do outro, lá no inferno?
Nenhum resultado encontrado para " Não viram o cata vento do outro, lá no inferno?".
Cabeça bamba não equilibra árbitro.Esta não vou nem consultar, pois assim como correm os galgos, longilíneas figuras criam nuvem de sangue derretendo a paisagem que quer dar pro desenhista com sua cara de coruja muda se liga e vem ver eu escrever senta do lado e veja o dedo buscando cada fração da peça montando o diafragma de palhetas alemãs nem o carrinha do foto global não montou assim , gosto de desmontar aparelhos não é de hoje minha trezentas fixa foi de uma Pentax da segunda guerra mundial com infra-vermelho está na minha estante aguardando o cubo será uma das janelas de roscas transparentes.
Consulta aí véi!
Pega sua bússola de embalar os fantasmas das naus de Poe!
Consulta o meu fichário de 40 gavetas, da década de 60, todo pintado de novo, várias camadas, sem nenhuma ficha salmão, mas, completo de 10x15, fotografei o desenho animado, vi gestos fora do contexto, sei das composições, still life, posso fazer quantas caixas pretas de fole com com um fichário?
Responde!
Não fala que é só 40 que tu erra véi se dividir no meio e fizer furo no fundo e na frente já dá 80 só que pode isolar o meio da gaveta e fazer de lado por cima e por baixo é muita pinhole né véi tu já abriu quantas caixas pretas???
Vai distorcer, eu sei das vinhetas, mas depois podemos saber como a mosca vê.
Não posso é deixar ela entrar no meu goto e me matar asfixiado. Por isto arranco vírgulas pra questão y uso a forquilha com as duas mãos puxando a pedra no couro com os dentes y não é é, mas y(e) , digitais reconhecidas por velhos & viés, de carona no helicóptero do alemão, a foto do punctum, eu de cabeça pra baixo, a cidade por cima a proposta do blog, olha a proposta do meu blog!
Olhe como estou vendo de cabeça para baixo até de cima.
O moleque, esgota!
Tem tanta gente falando merda agora que todos tem o seu tubo, que nem me importei com a tomada de celular do outro, deixa ele fazer o programa dele, eu falo errado mesmo, minha voz grita esganiça, parece aquela de ficar sozinho com tudo, e vender para um bom comprador de português.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Estou desenhando em pedras gengibre s maracujás..._Mô, tô desenhando!


Quando entra errado e tem que meter gol, te arrastam do bar no final da tarde, depois de uma noite de bus, e uma manhã de sinuca cerveja, com um dos braços engessados, um murro de liberdade, contra o solo da mesa, furando-a, o osso sai a ponta pra fora, pega carona, desbanca o posto médico CD, ganha ambulância até o distrital, engessa, e fica zupando na cidade, até fugir pra Patos, acordar Gisnei, fumar um, e abrir a sinuca, depois futebol, entrei, ganhei o jogo, tomei banho e fui pro bar tomar as quatro caixas ou mais.
Mas, o assunto não era este estávamos falando de entrar e ter que ganhar, pois o irmão do outro não estava botando fé, chamando de porra louca de brasília que eu era invenção do irmão dele, e o time perdendo, a primeira que me dão no desespero dou uma estilingada com a direita, com o couro do final do pé, e o início da canela, funda: gol, dois a um pra eles ainda, mas o cara fala tá bom agora sai eu falo gisnei segura seu irmão que nós vamos ganhar, rapidinho o cara me dá mais uma e meto a coxa nela na diagonal entra 2x2 e quase acabando faço o último de peito saí carregado moleque, e falei pro Geraldinho: respeita as caras, você é apenas o irmão mais novo, quem me conhece é seu irmão, seu pai quando fala que tomamos uma e pilotamos avião ele não está mentindo, sentiu como é viu que que o porra louca fez virou o jogo moleque ganhou o jogo perdido de calça e braço engessado quer beijar o gesso?
Recentemente com o Lucca a mesma coisa, os moleques me chamando de vô, vou te mostrar se sou seu vô, meu neto é bonito e educado ganhei todas fiz dei pra fazer rolou de tudo até os moleques cansarem meu time ganhou todas, no fim os moleques convidaram pra voltar, ta bom volto mas só se forem pedar com a galera do pedal depois ficar aqui lembrando dos velhos tempos do fut nós inauguramos estas quadras depois da meia noite ainda com fitas de proteção igual hoje sem álcool não naquele dia fomos direto do bar com LuCca eu estava de assessor : arrombando a cidade, sou cachorro louco mano, sei no quê vai dar, só de ver, vejo o campo de força, continuo perdido no espaço, e lá vem a merda do Smith...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Isto aí em baixo é o título

Não tem corte no meu busto linhas da blusa levam ao ombro auto retratando-me três de vermelho vê por do sol da meia noite nuvens entram na lã peruana tem vicunhas que descem e correm em círculos que viram rodas das bicicletas do futuro antes um gato feito com quatro delas se vê no espelho antes da janela que foi porta e as linhas denunciam que estou na caixa branca reticências de botões na vertical estou operando com os polegares vejam 8 dedos-pernas fortes ainda por vocês alça-gravata vazada é língua da caixa preta a cortina escorreu no chão o nariz depois dela é pirâmide alongando na bola sol do último botão esta blusa tem Morretes de trem pequena sombra bispo das brancas casas não pode andar nas pretas diagonais e no entanto parece apenas um cara atras do espelho antes de fotografar o seu busto mascarado os aros dos punhos são os olhos do desenho do cão que parece balançar as orelhas em corrida de abate foi congelado não confunda o aparelho com seu rosto pois ele é apenas a caixa-caverna de onde saiu o cão e rouba na profundidade de campo de qualquer forma o aparelho ficou para trás assim como resto o cão é líder por uma unha na frente do bispo não pode ser um gesto involuntário estes cães narigudos diante de grandes angulares distorcem bem estou com a arma do lado esquerdo porém ninguém dirá assim como não sabem se visto por baixo não deitaram no chão depois de adulto em qualquer lugar com ou sem intenção no serviço na rua em casa deitar na cidade tocar sua pele suja experimente deitar nas vias de fato o meu irmão você já deitou com o avião deixa eu te radar então é tão interessante ser isto ou aquilo ali que está na sua frente em espelho é melhor de ver estou perguntado assim aquilo que concordas não me segura seus gostos desesperados eu só tenho um minuto pro gatinho joguei bolas e mais bolas de papeis noites inteiras joguei com gato véi: O Brasil é o país do negaceio.

terça-feira, 12 de julho de 2011

_Não deixa o porém afastado do meu ponto final!


Eu tenho verdana na cara, tanta, que espalha as mesmas pegadinhas de sempre acho que vou ligar pro chico e ficar dizendo que ele é demais ou visitar o site dele para ver seus olhos verdes-azuis quando falo da imagem não saio mais em busca das melhores imagens nem das canções tão pouco dos melhores livros eu já enjoei de ouvir olha que coisa encantadora sei do meu canto doutora posso tocar um pianinho batendo uma caixa ali naquela parede branca o senhor põe um isolamento seguro para que não me toquem nem os ouça a imagem procurada vendo suas caras de times enquanto entrei de bicicleta pela rampa um sprint de montanha de categoria 4 vou descer entrar com a bicicleta no cubo e tocar por meia hora tomar água mais meia um sapato uma pele uma manga branca lindos cabelos brancos e já sem nenhuma pretensão nos gestos uma maneira que encontrei de ficar nu perto de vocês estou quente a orca esquenta mas a camisa branca é leve e solta os dedos nas teclas seguram em B estou fotografando seus tesouros enquanto suicido o resto de vocês ainda em mim se houver algum ou mesmo dos meus que já esgotam em tipos diferentes caindo pelo ladrão eu não sou esperto eu sou um retardado mental que gosta de ver de novo na cena arrancar mais do meu corpo ver o que ele ainda pode me dar sei você quer só sentimental só isto eu não tenho pra dar ou leva o pacote todo ou vai mascando este último até a escola me diz o quanto sou esperto não conversei com ninguém tive que vigiar os ladrões de espaços durante todo o evento e falhei pois não consegui evitar o furto de um da mesma língua, se eu fosse esperto eu tirava o sim tão da jogada no aeroporto ou mesmo na volta quando fui convidado ou já teria retornado a sampa com o livro que fiquei de dar não amigo eu sou mesmo é muito retardado débil mental insuficiente mas parece que você vive cercado destes então eu sou mais um porém .

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os caras pensam que estou falando do cachorrinho

Ela é a cadela mais bem comportada do condomínio, não deita no sofá, não peida, nunca fez xixi no chão, ninguém nunca viu ela tomando banho na televisão, só vem na rede embalar o dono, sua boca é considerada lábios de noite, o nariz C> de cavalo, pinta como ninguém, hipérbole faz digestão neste momento em seu estômago, ela tem os pontos do dado cubo caixa máquina aparelho caverna, estou na caverna.
As letras pintan pedras, e não te pergunta a cor, singular estranho quer ser estrangeiro, não eu não posso falar do não eu não eu nunca li ioga nem I Ching não sei tia chi chuam : escorreu!
Seus Movimentos mandões não estão com
binando com suas intenções.
É tudo muito difícil.
Aquele que vê mais rente ao chão vai perdendo o tombo.
Tem umas passagens que engasgam.
Suas linhas tem muitas retas, paralelas, perpendiculares, e luz, sombra: descrições...
Está de unha feita!
Cobriu os seios.
Olhos: âmbar.
Um na linha, outro em mim.
Orelhas desligadas.
Sabe que o rabo sugere outra coisa.
Rende-se ao aparelho e seu esgotador.
Por ter boas lembranças dos gestos por todos os sentidos pode fotografar melhor, o dono.
A minha Dona.
Nao.
Oui petit!?!

domingo, 10 de julho de 2011

Deitado com cara de pedra, arregalo as rodas


Não tem como esta globalização dar um jeito na bobagem?
Papai gosta de pinga?
Folhas de bananeiras esfiapam meu tempo.
O vento nunca foi visto de boné.
Quem não teve escravo trabalhou, e já é nação?
Dá um pouquinho do seu tempo rum retardado?
Nesses envelopes de carro o preto é sempre fosco.
As pessoas estão parecendo formigas atrás da carga.
Não invalide a frase de vários sentidos, ela não vai trabalhar pro formigueiro.
Perdeu o modelo da forma, é só buscar de Google?
Não meu irmão eu estava era falando outra coisa num se mete no conserto de mão esquerda clássica acompanhada de mão direita batuqueira pois os pés estão tocando o fole está dando pedal.
Vou vestir minha orca preta com uma clássica camisa branca de príncipe Italiano uma sapatilha do martelo do disco do peso das provas de campo do Atletismo, cabelos longos abertos em velho Morrison, a cada minuto mando uma bicuda.
Seus destrinchamentos sabem enrolar?
Sonice to hear from you, I hope well: I am still dreaming of coming back to Brasília?
Sonice de ouvi-lo, espero bem: eu ainda estou sonhando em voltar para Brasília.
Os estrangeiros escrevem nas minhas cadernetas de anotações.
Esta frase é da última alemã.
Em inglês mixturado com alemão?
É tudo tão óbvio.
Vou precisar deste clichê.
Manda mais linha véi tá muito baixo vai pegar na antena da Dona Rosa se ele entrar por cima corto com um descarrego não quero nem aparar está bom vou descer no rumo da lagoa de repente dá de pegar estou com preguiça de fazer outra armação hoje...
Testando lembranças!
-Alguém quer conto?
-Quantos?
Tá crônica!
Poesia é coisa de escravos.
Trabalhando para a língua falar.
-Fala, gago!
Você não vai morrer de susto.
Fica tranqüilo, é trans de quilo, é só pesar, depois passamos no caixa, pagamos e vamos embora bater portas.
Beijing!

sábado, 9 de julho de 2011

No meu desenho, onde estou?


Um joão de barro me acorda com a primeira luz logo em seguida a curruíla me acompanha em mais um texto são pássaros de sempre minha relação com eles foi de morte deixa de ser ansioso e leia minhas teias foram teadas antes da mosca estou sempre voltando no primitivo a sacada é que se tu num lê bem de vagar respirando cada signo vai passar batido estou no saque miro a linha ace serviço meu sacou você pergunta não estou dando interrogações hoje morou lá no serviço quando entenderam até quem não lia passou a ler é melhor que gago falar a cifra pra mim é necessária mais que a nota ficava puto na infância com as charadas que o paulo queria que eu decifrasse eu pedia pra brincar de outra coisa paulo eu tenho as minhas não quero saber das que te contaram vamos falar das revistas que trocamos esta semana aquele seu príncipe namor me interessa te dou dois durangos kids nele se retrucar só leio e te devolvo e pode ficar com os kids que tal era assim ou ainda é sou péssimo com negociações principalmente quando o outro não sabe o que tem nas mãos e brinca com meu querer posso simplesmente dizer fica com ele então mais somo bem pegando um por um as pessoas ou estão conversando daquilo que não sabem ou vendendo algum produto aqueles interessantes fora deste frenesi como diz o meu neto é um animal em extinção extinto não vovô ele falou em extinção esqueci de dizer que acabou a tinta estou pintando as unhas com mais de 50 vidros desenhos quadrinhos para que as crianças também possam entender assim como agora uma coisa muito explicadinha no pratinho do neném patinha de pato na superfície reflexo do fundo preto brilhante de porcelanato da via rosa 16 peças de 50x50 formam a palavra piso que vou encerar com escovão no domingo estou folgando no domingo pedalo 6 vezes na semana uma agenda cristã tenho ferramentas suficientes obrigado vou declinar disse o outro de outro refúgio e eu tinha pedido para não dizer a cor do cachorro agora ele não vai querer cruzar ele leva está coisa de cor muito à sério. Antes sentávamos para conversar de bobeira sim ficávamos de bobeira tentando fazer o outro entender mais um pouco do que ele pensa saber só que foi bem antes de você chegar não esqueci nenhum exercício minha tia pergunta o que estou lendo antes de começar a lidar comigo ela disse me assim: é para saber como lidar com você, você parece o jezuino galo doido que morreu de filosofia, emendou, já cantando.