sexta-feira, 30 de novembro de 2012

No Palácio Das Artes

Vocês precisam ler Pajelança Da Voz do meu amigo Alain Bisgodofu!
Vocês precisam saber que o Maicknuclear é um só!
Nossas referências na estrada servem de meio fio, não vou catar guias!
Bisgodufu disse: "a anarquia tupiniquim do verbo peleja nos balangandãs do firmamento"
Na outra margem Maicknuclear diz: "no amarelo artificial que nos guia ao horizonte de cimento,"
Eu. O céu é gramado.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Quantos jogadores do meu lado?

De onde vejo o Belo Horizonte?
Do Mirante?
O Poeta-Viajante vende livretos no Palácio Das Artes?
As calopsitas batem os pés?
O x-cocó canta antes da janta?
A imagem é nítida?
Um texto precisa ser poético?
A dança contemporânea já ganhou a rua?
Um mendigo come uma quentinha escorado na árvore?
Quando a instituição autorizar o meu texto
 estarei escrevendo o quê?



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Vou encher o universo de imagens

Acordou para lavar o rosto encontrou seu cérebro na pia dizendo registre emoções registre emoções registre emoções debaixo do fio de água.
Foi cortar as unhas antes de ir para o banheiro achou mais duras.
Não estou convencendo mais com educação & generosidade.
Exclamou! Depois de porcamente aparar as da direita.
Masturbou-se aqui mesmo.
Os donos das ferramentas buzinaram.
Silêncio!
Desceu para tomar café.
A ação voltou mais pilhada.
Rapé Dama Da Noite!
Qual a cidade do Brasil que não tem craca?
Flutua balança bate na pedra...
O catarro para este mar é amarelo.
Meu espelho dá maior número de fios brancos.
Horizontal, ou vertical?
Gaviões na antena do gordão!
A baleia esguicha aguar !
Sua planta meu plantão.
Ninguém quer parecer policial -ágora- lá em São Paulo agora não?
Nossas conveniências dão certezas de mudança, mas Mu nem sabe disto!
Está sem.
Vazio.
Os pássaros entram!
Predominam pios-pardais.
Uma marreta distante.
Avião.
Eletricidade de gerador.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Breve com passo

Eu & Você, de novo.
Me incomodo com o seu pensar!
Nunca pensei nada, já me dão pensado!
E a pretensão?
Esta sim!
Pretendo um pensamento na lata d'água!
Com um rótulo absurdo!
Dente passando no dente, dentando dentes!
Como ser totalmente decente diante daqueles que burlam a lei que fazem e defendem?
Um pequeno deslocamento num dos cantos da boca é o meu estilo.
Já falaram que Balzac roubou A Comédia Humana nos salões parisienses.
Já te chamaram de plagiador!
Carlos também!
Aquele que diz reconhecer seu hipertexto não permite parte do seu para burlar o max!
Quero ser mais direto que Wood Além!
As boas piadas de estar vivo.
     

domingo, 25 de novembro de 2012

Uma medida aérea

Alegria sua tia já pia.
Alegoria seu tio voou.
A legenda quer mastigar os olhos do leitor.


Me manda um pássaro de presente, em vôo.

Quero falar de cinema com o vovô.
Deslocar loucos circunflexos é minha matéria.


Viu como pesou?

Um cabo-de-guarda-chuva pinga.
Abra cada abro cada brô que vem.


Alimentamos periquito tico tico joão de barro pardal garrincha tizil canarim da terra do reino caldo de feijão pomba do bando gavião quero quero andorinha papa capim tejo até gralhas já passaram por aqui bem te vi!



Em matéria de vou, os meus dedões dos pés apontam rumo.

Na outra asa voei mais.


Mel com pão no mamão de manhã engorda mais que Karo nos cereais de caixinhas?  



Cuidadosamente processado tão natural quanto rótulo sustentablemente correto.



    

sábado, 24 de novembro de 2012

Texto de face oculta

Aqueles que ainda estão na verdade mentira mas nunca saíram do lugar ao sol nossos ídolos de antes do Crepúsculo dos Ídolos gostam de máximas bebam esta: Hoje o moço já pode me roubar.
O andar da carruagem fica sem meu clic.
Quando Sartre descobre que mesmo por saber do fim não tem o direito de ficar, resta bolha...
E a Dúvida de Flusser?
Vai colocar montanhas nas paisagens, vai!
A leitura dos clássicos não permite pseudo mestre.
Quando este texto estiver gordo , leve-o até ao açougue da gramática.
Minguar, é bem parecida com mingau, e tão diferente de minguante.
Se esta lua fosse minha eu mandava fixar com verniz fosco...
Não posso esquecer do til!
Se não passei o recado vou pedir para um crítico amigo meu deixar!
Aqueles que nos suportam sempre aparecem.
Posso ter mais farinha que os braços de qualquer coador.    

Garrafa nos mares da web

A letra quer ser ilustrada pelos meninos do Google com muita diversão com pé direito alto e luz na medida certa finitro forte plus pra mim e pro meu irmão da lombar migrei para a cervical foi de tanto pescoçar o Melodia, não. Já estava doendo antes.
Comecei, agora então, nada mais, está apenas começado.
Vamos lá diz aí titi!
Meu cu no facebook, está caçoando de um desvairado.
Aí, Ô, você japonezinha do Google! Dá de volta meu direito de postar imagens?
Não quero brigar com ninguém por direito de prensa...só estou exercitando aquilo que ainda vai restando.
E a vida do outro bonita de ver sem interferir.
Veja o quanto sei de resto!
Garage Sale
As possibilidades da arquitetura sem ninguém para finalizar.
Bebe aqui bebê!
Um livro de cartões postais querendo saber onde foi parar o cara de paisagem?
Digo assim mesmo!
Vai assim mesmo!
Você já coisou hoje?
Obrigado Zé!


  

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dia de ver nossos artistas

O artista popular da favela lotou o teatro moderno de senhores e senhoras de bem no fim deu um grito negro de gato e retirou sua pele de cena.
Vamos lá pra casa gritei!
Desmilinguo-me.
As imagens da MPB estão em todos nós.
Os meninos que abriram queriam intimidade de Luiz, sem saberem que na intimidade é Melodia.
Minha pretinha grávida comia caco de telha.
Enquanto voltei ao "Super-eu".
Fui no banheiro na hora da Calcinha Preta, de lá o som estava melhor, ainda
"O Sol Não Adivinha"?
"...!"
é a segunda vez que nos encontramos & você está melhor, ainda
"Controle Total", gritou Bizé!
"...Estácio pode me querer"...
Pai Mãe filhas & seus Amores na mesma sintonia...
Na saída ouvi fã falando dos "trejeitos" do artista, aquilo que para mim foi o maior suingue...
Com tradição vou aos olhos d'água provar um pouco mais...



quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Notícia de última hora

Naquela tarde em que ele soube que havia ganho o Nobel saiu só foi andar na cidade sem se engarrafar chegou com a chuva não pedalou foi escrever as mesmas coisas manteve a rotina mas não pedalou estava precisando de uma pausa, andava meio dolorido depois de novo encontro com outros escritores e alunos família amigos foi brincar com os cães afinal estes sim fieis leitores e pensou em como dizer que já não precisava do prêmio tão pouco do dinheiro e ainda por cima sem sugestão para o destino da grana & depois de muito pensar resolveu pedir PG bike alemã toda de carbono elétrica faz 100 por hora e roda 200 com uma carga nada mal para um velhinho dar um rolê
quanto ao resto passagens para as melhores estradas da Alemanha e nada de mídia nada de entrevistas ou palestras fiquem com meu blog ou as notas soltas por aí por aqui! 

Quando meu carro rumar para aí

Profundo, café com leite.
"Inusitado" tem gosto de quê?
Requentados mexidos...
Sou feito de Nitro Química.
Nasci dez anos antes...
Meu bairro é um santo migué.
Um dos heróis era o retardado Lando, filho da dona Rosa.
Ser bem nascido bem formado com toda a estrutura clássica cultivar valores de dentro do palácio só estava nos livros & nos clamores...
Menino criado por avó tia e tias avós já nasce com dez anos.
Todos do santito miguelito de Nitro Química foram feitos de gases pesados substâncias tóxicas explosivos tietê e o resto de outros peidos de São Paulo.
Chegar dá Aula correndo ir direto ao fogão secar o feijão com arroz tomate e um pedacinho de carne para comer vendo Os Irmãos Coragem o melhor vinha depois quando todos iam dormir e eu fechava os canais.
Meu texto é retardado.
Café com leite Rei preto na casa branca tabuleiro derrama o leite do lado direito de cada jogador.

  


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A imagem agora só está no face

A letra te leva até o bar paga e ainda te mostra outras possibilidades ela é móvel oferece causo nu pouso letra sabão banho comida imagens você jamais pensaria porcino PROCON violência por má administração dá morte de pobres nossos enganos enquanto Dúvida. O moço baiano da fibra ótica veio e preferiu laranja lima no lugar do café contou república futebol jardim abc San Sebastian feira dos goianos & do paraguay o Divino gostou.
O silêncio literário pode estar na precipitação de signos.
O mar é bem bobinho de se olhar, o mar é bem misterioso de se nadar, o mar é bem profundo de se pescar, o

Quando retirarem a profundidade do mar a lua vai poder descansar, quando retirarem a lua da paisagem o lobo só vai olhar para baixo, quando retirarem o lobo do homem estas palavras já não estarão disponíveis.
       

Acabou meu espaço gratuito de imagens

Indubitavelmente.
Bandos.
Cárcere.
Dados.
É.
Danos.
Tentativa de construção.
Colocar defeito na própria face.
Correr da edição.
A madrugada cobre macio.
A espanhola põe frutos do mar no francês.
Nua no banheiro das crianças.
Porta destrancada.
Balança no trânsito.
Corte seco.
Erro de continuidade.

  

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Eu estava do lado de fora

É bem maior o espaço entre a palavra e a imagem.
A minha fotografia não é bronzeada.
O teatro nu -inglês- de 37 ainda não abriga um verso?
Responda a pergunta daquele cão!
Ou vai pro inferno do Roberto.
Ele fez um sistema antes de começar escrever.
Enquanto o boi comia roupa ele observava por baixo da fresta do banheiro.
No Rio de Janeiro está faltando VOCê, no morro!
A rata comeu o sanduba do Brandão no cinema?
O coronel Cintra tem um puta gavião...
Mesmo que pegue um aluno seu por estado, e mande me detonar, eu não expludo. 
Deixa um recado pro Bento na sua poesia!
Fala pro Jethro que Tull.
O doutor Santana está com armadura.
O Vieira era souto.
Mumu nunca fez muxoxo.
Márcio macio...
Arnaldo batista.
A corporação bate a tábua riscada de preto e branco e manda começar.
Quem estava falando de quem para o seu ninguém?
Atuei!
Nomes datas escolas referências: dados rolando...
Escrevo sua mãe te chamando para dentro ainda bem que acabamos.

  

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sei me comportar na exposição dos outros

Meu corpo minhas máquinas meus objetos animais domésticos minhas preferências o material industrial na palheta desenho.
Sentei no papel kraft fez peguei um bastão de pastel à óleo e contornei as partes encostadas ao chão depois ainda nu desenhei pêlos volume massa tônus & um banco specialized preto com o S vermelho descendo a montanha.
O mineiro é bom contador de História dos outros da dele sabemos muito pouco economia miados as meadas mesmo nem uma linha.
Um filtro difusor recebe letras pretas iluminadas por trás dos quatro cantos no teto e no solo vocês suspensos...no meio.
   

domingo, 18 de novembro de 2012

Com a caça no fio

Estou errando os conceitos e suas definições é hora de só apontar para a França ok vamos voltar na Rússia escola data gênero forma fôrma estilo onde estão os dados ainda no teatro a ópera agonizando o vendedor de dados foi a falência nunca mais passou aqui resultado de minuta deste post alô aí todos os meus amigos internacionais com qual máquina faço a PHOTO ?
Aqui dentro a rua é uma língua de vira-latas.
No solo onde rolamos lambí cada curva antes bem antes de ontem conheço e domino os arredores basta descer do carro e trocar as primeiras máscaras hoje querido é um bônus pela gratidão à mim sou grato à um dos meus eus sonoros à aquele que vê e principalmente ao tato o resto é só nariz.
Dividirei um destino contigo assim como uma partida de xadrez ou falar ouvir ver rir ser sei lá só lá sei!
A prosa, no mercado negro, está mais cara que poesia!
Fui à Bahia um dia. Reticências no meio!
Alô todas as torcidas divirtam-se.
O tempo na música no cinema na poesia no ciclismo na prosa no teatro na filosofia no atletismo na psicologia no jogo o tempo subtraído...
Está na hora de me dedicar só à fotografia.
   

sábado, 17 de novembro de 2012

A luz do meu girassol

Reflexões da língua?
Objeto direto no!
Uma metáfora sai!
Borboletas fecham a tarde?
Ora aqui ou acolá vamos colar!

Segunda estrofe debaixo 
A vizinha levou a forma
Isto os curadores não largam
Depois da pista, primeira pegada

Quando as palavras desorganizam-te as idéias por passos fora de estrada um 4x4 fica muito caro diante do trânsito 

O pé na estrada não era frio.
O céu é gramado.
A ama seca deu-me o verso.
A palavra está propaganda.
Os meus versos secos são massageados. 

Trá passo lá caso lá laço...
A bruma de memória longa...
História é marketing...
Mercado livro...
Fim da última linha sem nada   

sexta-feira, 16 de novembro de 2012


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O fim está próximo ( Histórias de Terror, Artur & Robson)

Na última sexta feira do ano, na cidade do interior, as almas se levantam do cemitério. Mas, as crianças ainda não sabem disso.
As almas carregam velas, mas não são velas comuns, são ossos de pernas de pessoas, quando uma alma te dá uma vela, na manhã seguinte você acorda morto. O menino ouvia as almas rezando. Tremendo de medo debaixo das cobertas.
Se uma alma ver alguém, ou um animal qualquer, eles morrem. 
Era dia do menino ir à igreja, foi lá que uma criança contou para ele sobre este dito dia, ele ficou muito preocupado quando soube que era no dia seguinte...
O cachorros também andavam meio estranhos...
Então no dia seguinte o menino viu os seus cachorros mortos.
Será que os cães viram uma alma, e a alma deu uma vela para eles?

Descubram no próximo livro!
Fim




O ícone de hoje

O crime está dando lição na instituição.
Quem estava em ação é atendido na frente.
Vamos falar gozado.
Quem olha e não leva dá vontade de voltar.
Gravam o dado para abrirem em roda de amigos.
A televisão cresceu tentáculos.
O polvo se disfarçou e ficou veloz.
Voyer & curioso.
Matéria vista apenas basta.
Sua religião permitiu matar.
Filosofia é apenas casar com a investigadora.
Vamos ficar só na manutenção.
Quando encontrar sua letra mineira marque o gado.
O pintor com sua vida desbaratada ainda não é receita para ser pintor.
A História está louca para ser Literatura. 
A forte dicção deu carreira de mais de 65 anos ao locutor.
Uma habilidade de dar notícia clara e objetiva é conservada até o fim ninguém quer aposentar o papagaio mais falante.
O bar é Colégio de France.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Minha moringa está muito quente?

O carinha que ganha muito vendendo histórias contra a web & "o blogueiro inconsequente" se encontraram comendo e bebendo no mesmo lugar sentaram na mesma mesa e rasgaram notas de 100 doletas juntos cheirando até amanhecer depois bode rebordosa nunca mais mas é muito comum hoje fazerem livros focados e cheio de dados do foco bem grudadinhos num caderninho ao lado vou ser o vilão da instituição tal da pra ganhar x e um Y dá de conseguir fazendo w?
Responderam que era um assunto muito chato deprimente uma escadaria de serpentes.
Sabe moço do vale do silício acho que pelo menos estão arriscando signos como nunca arriscaram deve ser melhor que os riscos anteriores. 
Nem todos os grandes escritores tiveram gps bússola ou qualquer carta de navegação muitos não sabiam como iria acabar.
Hoje só saio pra caminhar.
E nunca coloquei meu dado na rede.
Por isto que é bom fazer literatura...
Entendeu?
A ortografia é propriedade de quem não escreve?
Meu desenho de carvão voltou.
Fixei o retrato de mamãe moça.
O mesmo olhar selvagem.
Onde não sabemos se é medo ou espreita.
E tem outra cara pra nós daqui num tem importância bagunçar não, aqui nunca foi organizado, administrado, ou mesmo um estado...então já estamos...
Pedir responsabilidade para linguagens...
Não sei...
Quero leitores?
Sou bom em alguma coisa?
Uma tecnologia de ponta furou o meu saco...
Escrevi me reconheci e me dei!
Vamos brincar enquanto descobrem a pólvora.
Tenho amigo que está preparado para qualquer mudança no fim.
Não digo que não me contaminei!
Aqueles elementos pesados & as gordurinhas do texto...
NÃO HÁ NADA NA WEB NEM FORA assim como nunca teve nada na biblioteca nem na história ou sei lá onde saia de nada pegue o que precisa e volte pro ninho o ar hoje não está cobrando brevê.
Nelson Sargento mandou olhar sem palavras.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Naomi faz uma graça pro Lance

Ver só. É um verso.
Com ver, ter. Arquiva o imagético.
A poesia visual é controlada por um pigarro.
Se verso não ser poesia verso precisa então de outro pau.
Claro que também excrementam.
De tanto incrementarem, a página virou tela.
Espaço.
Corpo.
Cor.
Pó.
Para passarmos no rosto e mascarar bem quando chegarmos no salão.
A competência do desenho está na sua exatidão industrial, ou no traço mandando na forma?
Sou do ramo, espero príncipe-vento!
Ao Léo: Tio é bem Barnabé!
O rock foi pescar.
Rock roceiro.
Palavra-linha.
Pá, lá vê ralinha!
Não decreto nem um manifesto, ou tão pouco faço distinção de partidos.
Estou do meu lado, sei que me estorvo, mas...
A mancha na página é um desenho do tempo. Que pode servir de suporte.
Suporte-outro rabisco. 
  

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Clico no escuro sem flash contra a vontade dos monitores

Aquele engano com relação aos outros de quando veio nossas primeiras comparações aquele predicado perfeito nossos primeiros lugares aquilo que você faz com as suas palavras não leva a lugar algum suas palavras de moita comportam carrapatos prontos para o galope amoitados se soltam em qualquer sangue se não tocarmos em arte eles nem sentem falta fico só prestando atenção folhas de jornais ambulantes dizem estarem lendo folhas digitais na rede é peixe alimento de tubarão pode ser lata de óleo também a inveja quando somada com análise deve dar distorções de isolamento nos confins desta serpentina nem a literatura pode penetrar uma vez confinado é mais fácil qualquer seita de mercado qualquer dita ciência qualquer negócio menos literatura o cara tá escrevendo aí porra sai!
Depois do pedal um banho calção e camiseta de chinelo de dedo pego a guia e saio com a Naomi vou até meu historiador trocar figurinhas ele está vendo a hora do rush no espaço HD muda pro flu fred mete o 3 &Chico ri da minha de letra nem pra peladeiro sirvo ele me segue de carro na volta antes da chuva ainda dá tempo de voltarmos ao América de capa dura verde enquanto janto ele vai de pão de queijo e tâmaras tomo todo o suco de goiaba de vidro do almoço enquanto chegamos a bom termo antes do meu filme do dia a francesa do salão copia a carta anônima do seu empregado tradutor disfarçado de eletricista e manda para a mãe separada do escultor que está com uma de vinte ...       

domingo, 11 de novembro de 2012

Mas, e assim?

Sim eu também só que esqueci de tirar a vela eu estava caçando relâmpagos mas este azul aí tu já brincou com ele já brincamos ainda podemos brincar é claro espero que sim pois gosto de me fazer claro em relação com a imagem dentro dela se possível ponto com ela ponto com br infinita linguagem de superstições de preconceitos cismas medos covardia taras gorduras preguiçosas que não desgrudam demorei  perceber que também eu faço parte do negócio sou o cio desta nação o sangramento e o visgo o saneamento e o período fértil em nenhum princípio uma predileção pode ser lei pois a razão prefere tudo e se queremos ou desejamos ser chamados de racionais precisamos preferir tudo o todo tolo de um pensamento qualquer até minha bainha corta a sobra desta manteiga já ouviu falar de instituição esta instituiu que todo texto deve ser construído com o próprio corpo "...olha a banana, olha o bananeiro..." servida do meu pé para os olhos-mãos de todos nós...e a latada poderia ir até ao amanhecer de qualquer outra fala ou deixa de qualquer peça.   

sábado, 10 de novembro de 2012

Sugiro esta bandeira para o nosso Novo Brasil

Meu neto ontem leu Pau Brasil, e riu. Depois viu as imagens do Grito Interrompido, e disse se lembrar da Candangolândia, e gostar do tempo em que morávamos lá.
Leu Selma em 3 minutos.
E foi dormir vendo O Pequeno Príncipe jogar xadrez.
Isto só depois das 19:00.
Me cobrou que já tem muito tempo que não subimos aqui e não fazemos uma história juntos.
É.
Sei Sei Lei Lei é um chinês muito branco esculpido em mármore quente de olhos frios e pensamentos simples com um metro e setenta e quatro a estrada era dele seus gestos muito claros cegam a ignorância que tira zero na prova de gramática e consegue a máxima da literatura batendo o Ó do outro Sei Sei Lei Lei era romântico era qualquer coisa neste papo agora era de muro subir mais não era um tempo num lugar só não.
E uma cama.
De gato.
Rei! Calma aí! Estou ditando!
Agora entrego o fim impossível num cenário virtual em 3 desastres da língua morta.
Todos querem sentido para suas virtualidades.
O significado de fazer é éreo.



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Faço fotografo e escrevo


Falou um monte aí minha luz de garagem latada um bambolê lã e bola de tênis usada segura por gancho de três pontas de plástico reciclado na travessa de metalão coberta por sombrite preto lugar do guaco e o tamanco de princesa subirem filtro da janela da cozinha que dá para a rua.
  Aqui ela balança para sair do quadro entorta a linha de baixo recebe um beijo verde da linha da direita enquanto a de cima espia viu como ela é sensual sabe receber a bola sugerindo ser de golfe apesar do feltro amarelo e a linha de borracha cáqui o sombrite deu um céu  de aquarela. 
Esta vertical visão que tive da cadeia de São Paulo enquanto passava com meu irmão de carro olhando para cima vejo pedaços de corpos num varal dependurados nas frestas das janelas dizem que jogam balinhas para eles enquanto o cachorro branco vê o guarda tomar banho de balde outro lambe por trás.
  Neste minha luz arromba o telhado...





...e abre o dia.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ele sabe minha linha

A chuva pode não me deixar escrever.
Meu amigo vai comprar um gerador para o apagão.
O pensamento é elétrico.
Vamos direto, ou vamos passar por nossos limites?
Os arquivos embrulham meu estômago.
A chuva é o mantra nirvânico deste corpo.
Este texto com o calibre exato para a sua bala.
Mesmo assim ainda pássaros cantam com chuva ao fundo...
Articulei com buchas pinos e rolamentos porcas e parafusos o joelho desta frase.
Nada depende de uma compra.
Um papel qualquer de embrulho e caneta bic azul, libera o meu traço.
Vou só trocar o óleo do twingo.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Composições do meu quintal


Absurdo.
Filme.
Aeromoça.
Véu.
Improvável.
Vil!
Aliteração.
Citronela.
Debulhou?
Um pouco de barbeiro.
Passeio público.
Café com fumo.
Rango+televisão+avenida.
As crianças do colégio.
Transito caótico.
Acaba no bar holandês.
Sobre a imagem nada inteligente.
Sabe onde posso encontrar porcas literárias?
Sofres por um programa tradutor mais fiel.
Me empresta sua ferramenta poética?
Augusta cruzou com Ouvidor.
Xadrez veste bem nos russos.
O interior não me deixou puro & besta.
Músicas das paradas.
Cheiro de osso queimado.
Posto de gasolina.
Me dá um gerador de pensamentos Kafkanos?
Antes de um bom começo com palavras, escolhi um mal começo com figurinhas.
A Dama E O Vagabundo...""
Um menino branco feito de leite ninho'''
Mijei embaixo da saia preta da minha Avó Filomena, na Praça da República.
Meu Padrinho Pedro & seu revólver Americano de cabo de madrepérola sempre na cintura.
Vamos usar o forno do português? 

    

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Um capim nas minhas rosas

Conhecemos tantos sem lugar aqui aqueles de entendimentos fáceis principalmente aqui parece ser lugar de difíceis entendimentos toda hora uma solução governamental nova um novo pacote um encomenda recomenda nova emenda entenda das suas soluções sem reclamar nossos desgostos querendo trocar de cara de carro de bicicleta de pé vai pegar no pé do diabo no serviço quando vinham pegar no meu pé eu devolvia uma avalanche de negligências de não está sendo administrado de falta de psicologia administrativa se abro uma mesa na praça e mando fazer fila para falar por 5 minutos e eu resolver em 5 quantos vou atender por dia de graça resolvo qualquer problema na sombra com direito á água fila-única vamos esticar o piolho-de-cobra gigapéia leiam bem diga em que respondo em e é só sem brigas deixa a fila andar fulano diz do azar dele é só deixar de calcular a diversão não queira um celular nem uma máquina de desloucar seja fiel ao seu estar bem com alegria para dar outro segundo não sei o que faço com meu dinheiro vamos dar uma volta você paga veja como eu vejo seja como eu sou tenha todo o conjunto da obra depois faça o seu você outro terceiro minha casa minha vida isto é mais fácil saia outro quarto estou assustado com a televisão desligue próximo quinto meu casamento está sem sal uma quentinha aqui pro rapaz próximo sexto sou taradinho demais escreva numa camiseta e saia para caçar na igreja sétimo troquei de tudo troque então tudo por livros senta e vai ler, opa! a fila está cada vez maior, uma quentinha pro papa do papo aqui Ó...    

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Talvez esta tesourinha te conte melhor

 Se você quer saber faça como eu espere em casa que a coisa vem saia para rua só pela rua e quem é da rua a rua não engole mastigue um pouco de hospital depois da caminhada é claro deixe parecer que o lá fora está aqui dentro ser poeta foi uma designação encontrada depois da escrita me disseram a escritura veio mesmo com a mais pura necessidade de narrar o visto o ouvido o sentido o inventado saber porquê a mentira foi a primeira novela não procurei o verso limpo eu só queria brincar com alguém nunca no fundo nunca foi muito mais que isto poder brincar com alguém depois que se sabe da morte não temos muito mais criar nossa humanidade um pouco menos cruel quer carona agora não obrigado ainda falta mais um pouquinho tô de dedão por dentro moço por fora por cima por baixo pela sombra sabe o cão meu irmão foi me ensinado muito cedo logo no primeiro entendimento que ele lambia ferida de leproso e curava foi a primeira relação de imagem que poderia ser bom mas mordia bravo com ladrões sujo não era de passar a mão e quando nos pediam para passar a mão vovó limpava com o lenço se não tivesse água e recomendava não levarmos as mãos na boca até chegarmos em casa para lavar pena no dia que tive de lamber um ela não estava minha avó e seu Lagamar querendo sempre me dar uma educação maior sem autorização do atávico entendi assim mesmo pus secreções o corpo se decompondo a pele alemã da literatura foi outro Der Prozess.  

domingo, 4 de novembro de 2012

A última vez foi visto assim

Mais um tradutor para dizer da mesma voz, o quê fica?
Preciso confiar nos tradutores.
E, nos corregedores.
Eu preciso confiar na Céu.
Ao que somo todos meus pedidos de preciosidade insalubridade confundibilidade periculosidade & outras idades menos drásticas.
A minha língua alcança minha aldeia e lhe dá um Beijo Francês. E transfere para o corpo inteiro sua saliva de palestrante+sua lixa de pele de cobra. Dá ao corpo todas as suas funções. Pro mesmo ato.
Posso nomear o incômodo?
Aquilo que não cabe aqui?
"É Nanã!"
Vagarosa, minha língua consulta o tubo...
Sou todas as línguas...
Nos céus das bocas... 
É improvável, que se Machado cortasse o Rosa, Os sertões sairia da Cunha!
A minha aldeia é do tamanho de um pau.
"Não foram encontrados resultados para"
O arquivo disponível na ponta da língua, mesmo com suas gavetas abertas, não faz parte da jogada.
Foi Gol-Letra, disse o banderinha.


   

sábado, 3 de novembro de 2012

Leia esta trama então

Tinha um cara ontem no jornal falando da obra dele e dos leitores dele da intimidade com Rosa que aproveito para dizer que cago na rosa e dou de presente para os meus leitores ainda assim não fede pô nêgo pra quê tanto zelo assim com esta merda se literatura fosse produto de querer do leitor eu nunca teria tentado dizer através dela não queira que alguém tenha oportunidade de pensar sobre uma facilidade diante das câmeras ou sobre sua pretensão de ter leitores pois se os leitores de fulano não são leitores de ciclano na cidade de origem ou será que tu tá fazendo é entretenimento? E se meterem uma lei de obrigar a ler todos os nossos contemporâneos?
O outro que caga de inteligente correspondente e tradutor do caralho A4 disse que é mafioso com seus amigos!
Hora porra quem encomendou uma humanidade melhor vai ter que esperar!
É que vamos gastar mais umas gerações em vaidades! 
Me diga o visto, que dou uma olhadela!
Vou curtir o blog, pois só estou ocupado com ele, e os correios.
Este modelão de por no ar, já cansou até pena solta.
Se eu for te contar do meu ip ip hurra vou ter que te por na cama!
Para desgastar-me tenho meus muros chapiscados.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

De 4 em 4 é muito manjado



Tubarão dá o bote no quintal!
Um pássaro em decomposição!
Desfocar lixo dá arte abstracta!
O desenho do corpo dança sereia!

Um par de pés brancos sobraram!
Vamos mergulhar no buraco?
Pinceladas de grama com fundo de terra.
As folhas de grama tremeram!

Quem comparar mais ganha a carniça!
Este ombro no centro ficou maior que a cabeça do bailarino.
De qualquer forma o bailarino nu segura um dinossauro mole!
Enquanto mantém aberto o buraco preto.

Parece dizer: vai!, que controlo o dinossauro!
Ao dono da panturrilha & dos pés brancos.
O dinossauro encaba...
E, ficamos, aqui, sem saber?  


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O corpo e as roldanas

!ui, só matam a bela espiã no final!
Super Bola.
Acordado por trovões raios relâmpagos, a água demorou cair.
Na cama até 8.
Leite com bolo babando.
Enfia nas tomadas dos computadores.
A beata é a conta.
Antes uma latino-américa romântica.
No formato dos livros de bolso das bancas de revistas do sol de preguiças, porém, à favor do vento.
77.
Deixa eu dar um zero nela.
Obama, reconheça Torreau, e vá dormir!
O mundo é uma loja de conveniências.
Jogo rápido!
Pintem o domingo de preto.
A mamãe manda só uma cuspidinha e lá se vão 40 bi de dólares.
Ela sabe deixar o doido funcional!
Pego a frase e enfio um ponto.
Matar nua no banho amolece o Russo.
De metranca no final engorda o enredo.
Cuidado com o Nuclear, bando de bunda/s moles.
Reflexões na seção.
Santo do pau oco vira Santo de explosivo plástico.
A chuva de dados abre uma treliça na parede de madeira, hora de luz desenhar no corpo dela.
Passou no teste.
Com um único clic, milhares de frames.