sábado, 31 de março de 2012

Rasgam minha bananeira só pra mostrar céu

Depois de ler alguns clássicos latinos americanos: ele ruminou uma ovelha negra degustou de grandes sertões: veredas bebeu toda a lavoura arcaica e foi jogar amarelinha na casa de um tal pedro páramo ninguém escreve ao coronel colombiano nossas cortinas pretas flutuam João de Barro Piriquitos bem te vi cães uma algazarra de bichos um galeano dá o enredo hei moço quando ele bota miúdo tá querendo dizer o quê pra citação mando lembranças dizem que somos ruim pra lembrar bem ruins pra lembrar fazemos lembrar esta é nossa especialidade fazer lembrar me pagam por ela pouco ou muito o suficiente para que me lembre ainda estamos lembrando te lembro o que em bro vai manda letra taca fogo mas manda uma letra quero letra estou com fome de letras evitamos SAPORI fomos na padá pão dois potinhos de coisas estragadas presunto peru queijo amarelo e nossa salada do almoço e mandamos um Etíope antes de dormir e retornamos agora para mais uma latada ciclo vicioso?
Ia esquecendo borges me ligou e disse que resolveu o enígma daquela sua mitologia confundida em buenos aires quando abri a caixa de mensagens era mais pobre que nos velhos correios tanta merda para tão pouca bunda nem um bilhete do Carlos mas logo abaixo de um comboio de propaganda estava escrito: Rulfo!
A coisa na sua voz é melhor ainda!
Obrigado YOU TUBE!
Posso fotografar fragmentos de outras imagens & distorce-los?
Aqui o consultório sentimental é mais caro e exige fidelidade não com a máscara sem pudor vamos ligar as luzes dos dias e deixar apagar noites de sono tranqüilos a máscara não me atrai pega as chaves deles vamos fazer um feitiço para outras chaves então pega de novo as chaves que nos servem são chaves de regular banco guião corrente raio centro fenda...chaves ciclisticas...

sexta-feira, 30 de março de 2012

CONVITE: Para Wim Wenders vir pedalar comigo


  • Fabão meu brother vai ao nordeste rodar filme nas praças de bicicleta com a tralha na bagagem ele já viu 3 vezes Pina do
    Pina, de Wim Wenders | pina3d.com.br WW aquele alemão que é indicado ao Oscar de melhor documentário e a linguagem do corpo poderia indicar muitas outras línguas muitos outros elementos muita fidelidade com suas coisas alices nas cidades projetores polarizes polaróides onde está a cagada no branco da areia Pina ia para dentro de cada um de seus discípulos OU estava tão dentro do corpo que falava ao outro corpo sua língua.
    Se defini ontem que falaria de Pina: Fabão entrou antes do começo da escrita falando que deu mole que viaja amanhã e não trouxe a bicicleta que ficou de trazer aqui digo para ele me mandar o rui me ligar entramos ao vivo e me apresenta seu pai José, mineiro...mas o papo do cinema-móvel-bicicleta e entro que tinha (O Mirí não gosta que boto tinha) visto o filme e bla bla bla meus blablababas sobre. O cara já viu 3 vezes em casa sem 3d!
    Esqueço do filme fico com Wim Wenders e a dança vamos dançar é impossível parar de dançar volta a música eu me seguro o mais que eu posso mas é impossível Rodrix não entrar, né, zé?
    O Leãozinho do Caetano entrou bem na hora em que eu estava querendo dar a primeira escapada o jogo estava caindo em variantes perigosas pra mim fiz uma hora e meia de caminhada antes e comi uma cuia de frutas com mel e cereais vou ter que ver muito mais de 3 não pra superar meu brother mas para saber mais das analogias dos quadros os elementos da dança assim como os do cinema sempre foram leves no meu viver presentes leves que voam sem que eu possa saber plano de vôo...
    Mas não me envergonho de dizer que foi um dos filmes que mais senti, sem precisar saber o quê estava sentindo: golpe de mestre, não preciso cair.
    Pedalar também é uma Dança.
    Caminhar...
    Nadar...
    Jogar Tênis de Praia...
    Nas calçadas, dentro dos ônibus, cada um com suas marcas, na fábrica, na escola, na máquina.
    E, de volta à agulha: é tudo tào bem cuidado que me bastaria o

    !Still


  

quinta-feira, 29 de março de 2012

Entro em mais uma curva

Em vez de querer superar Clarice melhor voar com Haia cair no abismo para o primeiro vôo não é uma paixão pelo Mineirinho mas o amor pela coragem que ele tem e nós não ainda prestamos serviços para a Ordem do Discurso queremos Aula pra mentir melhor e perguntar LITERATURA PARA QUE? sei juntar primeira aula de colégio de france vamos nos apaixonar pelo bandido ou vamos dizer também?
Sou o bandido mais perigoso do planeta pois matei a charada sem decifrá-la algo afim analógico de vestir o branco do papel de embrulho onde fui escrever pela primeira vez sem vocês NÃO É COISA PRA CADERNO escrevi muito na terra Eu Também 
Quem nunca mandou um eu também?
Quantos mandaram um sou também?
Quantos mandaram um sou?
Quantos mandaram um não sei?
Quantos te mandaram ser?
Quantos perguntaram demais?
Não tive muito tempo pra lição de casa, outras lições...
O gato é um concorrente desleal!
Ninguém vai te dar um gato na alvenaria.
A sua rua não morga? 
Os que não jogam palavras fora sem palavras acumulam produtos...
Nem todo o angú de sangue derramado na maior estrada da terra vai acabar com a literatura antes do homem sempre teve desde inscrições em cavernas uma necessidade de marcar.
Opa. A literatura é necessidade de marcar.
Onde todas as fazendas são nossas e administramos com outros tecidos na troca nunca ficamos devendo e o presente quites também assim como as outras estações do tempo de todos os tempos em todos os sentidos temporais com qualquer tempo falamos.
O tempo vai bem? 
Uma carta revela muito daquela que estava de fora dos acontecimentos.
Filmando sozinha roteiro de retalhos filme disponível locações internacionais miscelâneas temporais batidinho com clássicos mundiais, aqueles que em qualquer planeta vão querer ler um amigo meu de facebook me disse que é assim em muitas outras galáxias.

Entro em mais uma curva

Em vez de querer superar Clarice melhor voar com Haia cair no abismo para o primeiro vôo não é uma paixão pelo Mineirinho mas o amor pela coragem que ele tem e nós não ainda prestamos serviços para a Ordem do Discurso queremos Aula pra mentir melhor e perguntar LITERATURA PARA QUE? sei juntar primeira aula de colégio de france vamos nos apaixonar pelo bandido ou vamos dizer também?
Sou o bandido mais perigoso do planeta pois matei a charada sem decifrá-la algo afim analógico de vestir o branco do papel de embrulho onde fui escrever pela primeira vez sem vocês NÃO É COISA PRA CADERNO escrevi muito na terra Eu Também 
Quem nunca mandou um eu também?
Quantos mandaram um sou também?
Quantos mandaram um sou?
Quantos mandaram um não sei?
Quantos te mandaram ser?
Quantos perguntaram demais?
Não tive muito tempo pra lição de casa, outras lições...
O gato é um concorrente desleal!
Ninguém vai te dar um gato na alvenaria.
A sua rua não morga? 
Os que não jogam palavras fora sem palavras acumulam produtos...
Nem todo o angú de sangue derramado na maior estrada da terra vai acabar com a literatura antes do homem sempre teve desde inscrições em cavernas uma necessidade de marcar.
Opa. A literatura é necessidade de marcar.
Onde todas as fazendas são nossas e administramos com outros tecidos na troca nunca ficamos devendo e o presente quites também assim como as outras estações do tempo de todos os tempos em todos os sentidos temporais com qualquer tempo falamos.
O tempo vai bem? 
Uma carta revela muito daquela que estava de fora dos acontecimentos.
Filmando sozinha roteiro de retalhos filme disponível locações internacionais miscelâneas temporais batidinho com clássicos mundiais, aqueles que em qualquer planeta vão querer ler um amigo meu de facebook me disse que é assim em muitas outras galáxias.
  

quarta-feira, 28 de março de 2012

A coruja é do paulo , mas a cenoura é minha

Se me desamarrasse do momento e prestasse mais atenção em vocês perderia todos os amigos pois até aqueles que ficaram mais próximos descubro que só ocupou um lugar mais confortável desfrutando do pensamento mas buscando a soltura encostar neste país é barranco de pesca de uma nação inteira vamos para segunda com o canal de máscaras mais bem produzido nos queiram nossas equipes nós somos os melhores nisto de pode contar comigo quando estamos montando todo o jogo vejam como sou bom só faço bondade pego o bonde andando e do lado de fora dou meu lugar para a princesa se dependurar somos roupa no varal secando ao sabor do vento por nossos donos mais tarde se ninguém nos roubar vestiremos nossos donos roupa de quem deveria ser a pergunta sou roupa do vento se me vestem estão roubando do vento cuidado o sopro dele já soprou um emprego pro Julião mas antes bem antes de um desespero qualquer sempre fui seu assistente social defensor quando pensaram ser um espião falei cara conversei com o homem é um homem inteligente que não precisa de nada pois ele cria o mundo dele sabe das nossas lamúrias e trabalha com elas para não ter que trabalhar com as dele será que poupou um pouco pro final ou serão suas frases de efeito enquanto aproximação alguma reserva de segurança por saber estar em um lugar muito mais de direito que qualquer trabalhador presente ou ausente os de ponto em casa aqueles que nunca foram na repartição não fizeram parte da repartição quando queríamos rachar não estavam presentes até quando nos feriram não estavam lá para serem feridos também mas disseram ganhar bem nunca os invejei pois sou um dos Juliões sou o retardado que entrou só para não ter que mentir que estava trabalhando então como o meu trabalho lá era só olhar ler e falar ouvir saber resolver de improviso tudo que sempre fiz nada mais justo que entrar junto com os primeiros e desempenhar o papel até o fim do filme Falei Muito Lí Muito Ouví Também Vi Sei Sou É Tudo Muito Claro & Com Muitas Testemunhas Tudo Faladinho Escritinho bem contado em todas figuras de linguagens o condutor não vai me incomodar no meu silêncio até o solar de brasília onde o retalho de quintal me espera pra novos experimentos ao lado da minha pretinha e dos meus galgos aos amigos que ainda nos visitam que sejam bem vindos vivemos assim comemos assim com os cachorros sem nenhum ponto final    

terça-feira, 27 de março de 2012

O prato da bateria do meu neto não é um arquivo histórico

Investidas emocionais comemoram um gol de penalt enquanto vejo na atriz tailandesa todo o resultado.
 Qualquer rua da maçã?
Escolhas de uma saída noturna!
Estado em que se encontra.
Um pensamento voado, ao vento, sem algodão doce
& uma boa névoa de pântano!
_ Só, obrigado!
Fisiologia & Psicologia mandando na alta...
Sem raiva-pânico, sem medo-pânico!
Superstição desastrosa desde sempre?
Jogam deliberadamente: bispos e politicos.
Quem divergir por diversão dirigirá um departamento.
Nossos cortes no xadrez -flyordie- não dão boas mangas de camisa.
Quando cortamos sobre o tabuleiro vestimos atletas internacionais.
A longa distância é muito maior que qualquer medida de verso.
Já pensou uma maratona?
Pense uma em 3horas, um minuto, e 15 segundos; depois me conta!
Que tal 10km em 35:56?
460km em 4dias...
Põe ar neste pneu até virar pedra!
Sou tolo de alcinha, quer me carregar em Nova Iorque? 
   
  

segunda-feira, 26 de março de 2012

O fotógrafo com brinco de anzol & nariz de pitanga...

Vendeu sua calcinha para tomar um chá.
Nua por baixo do vestido: respirou.
Crianças, peguem muita bosta de cachorro: vamos treinar roqueiras!
Sempre que piscava todos os orifícios sentia vida.
Todo o corpo merece uma fisgada.
Estão te querendo pegar na rede!
É molinho mas tem ferrão.

domingo, 25 de março de 2012

_Uma coroa pra ti!

Com a minha Diva sempre foi do jeito dela chegar do serviço e sair pra resolver uma parada Nero perdido sai de casa em casa e descobre que estão com os alemães lá ele ganhou nome de Cigano mas ela entra e diz Nero vamos para casa e vira as costas e diz o cachorro é meu claro que Nero não teve dúvidas quem teria diante da branca determinação clamando por justiça com os olhos em punho o corpo em riste bumerangue as vezes fico pensando se aquilo não foi ela que junto com um dos seus sambistas armou a parada de heroína o Nero estava meio arrepiado e entrou dono da casa mais dourado e com algumas frestas de marrom que pintava em suas brigas Nero era o prato principal do quadro do muro quebrado pra passar guarda roupa de madeira grande solução de preguiçosos cantou pedrinho mas ela responde com um não passava e. Aí é lugar do cachorro, vem pra dentro! Seus dizeres muito rápidos no imperativo português gramatical clássico de então continuemos quando bebia vovó batia. Ela dava noves fantásticos mal sabia que vovó sabia que eram 99999999999999999999999 inconstitucionais e me contava mesmo quando tentava me esconder o torto da família se um ser supremo acaba com polícia legislativa quem vai vigiar as leis já sei deve ser o sobrinho do escritorzinho com medo de que possam riscar as suas nascentes límpidas com seus baús de tesouros cultos normais as vezes a minha ironia não é suficiente mas enquanto eu estava não implantaram & se volto: derrubo com os dois pontos do grande sertão veredas do Rosa ; de vez enquanto salvo um Judeu, liberto um negro, dou comida rum pobre salvo quem ficou dou corda para subir .
Isto é a contra mão global em que vocês se enfiaram.
Caso queiram uma equipe eficiente, 4 horas de trabalho já era do direito de Platão!
Quem estuda pra passar Sorbonne não passa faculdade do fulano de tal...
Quer que os caras fiquem mais neuróticos, ainda?
Quero saber quem vai pagar os plantões noturnos que tirei como complemento as mais de trinta horas seguidas e toda a sorte de má administração infringida ao corpo!
Este corpo branco que se quiserem podem chamar de literatura experimental com o próprio corpo.
Ficção são vocês!       

sábado, 24 de março de 2012

/ vôo de anu-branco/ no céu de março/ na frente da minha casa/

Vamos fazer o contrário do filme, e ver se dá filme?
Nossas atitudes sem compromisso, testes cinematográficos, pacotes da produção, locação número tal!
Me acompanha no Set!
Lendo só parte do filme, heim daninho!?
Congela cada tomada!
Mais um corte seco babaca e mudo de canal isto não foi feito pra telinha luzes dramáticas na cena enquanto roda o trivial fotografia picada em chiques clic`s de viagem recortes do que foi esqueceram de te pegar sozinho nos plantões noturnos na estrada quando ninguém por perto quando leio só para mim quando lia enquanto fábrica?
Responde pra peruca de prata!
Quando retiramos as expressões da máscara e abrimos sem corte faça seus trejeitos vamos ver se me levam até mais adiante!
Hora de ver o quê tem pra dar ou vai levar quanto deixará...
Vamos brincar assim: sei que não está entendendo, mas fica aí!
Esta escrita que luta para ser inclasificable não desmente um certo respeito pelo fabricante-desenhista-idealizador...
Não encontrarás tato.
Não confunda amizade com ONG
O jardineiro que abandonou seu jardim para buscar médico pro filho dos outros foi encontrado boiando.
A mentira é um nó desatado, separando a corda: um pedaço para o animal, outro pro além do homem...sic níetiche! at-chim!  
Meus galgos uivam a saída da dona.


sexta-feira, 23 de março de 2012

_Meto meia noite no meio dia da imagem!

Existe uma técnica de classificação da escritura alheia, ou o outro passou batido em relação a Rosa?
LITERATURA PARA QUÊ?
este jogo perigoso...divertir só...com todos... que mataram o tempo melhor: a vida não tem acelerador!
A Mônica andando feliz cruza com o chinês de cabeça para baixo abre os braços em fazer o quê?
Prefiro Akutagawa!
A escritura pode não parecer nada, mas me pois em ordem, se isto é possível não posso descartá-la, e perder com ela na mão, vou ver se tem graça, acho que ninguém vai bater agora, mais uma rodada...
Narra tivas! NARRANAçÕES
As noções narraram nos últimos 20 anos muito mais que todas as nações do planeta terra água fogo ar quero respirar filho da puta me deixa respirar tarado por si!
E, nu vem verso.
Noite alta: possibilidade.
Sol-preguiça!
A tarde bate mais rápida...
Nas manhãs te entrego o pão!

















quinta-feira, 22 de março de 2012

_Morda cidades! (eu falei)

Este é o arquivo do historiador com saturação minha corrigi a perspectiva dei outras luzes deixei a intenção clara de sinuca com o sangue azul da música ré mi fá sol lá empunho o mosquetão do tiro de guerra tira a mão da máquina dos outros porra fica batendo a objetiva no ferro caralho tentando compor com a composição dos outros heim paulo aprendi com pedro que aposto uma tacada nas suas intenções de melhorias são primitivos ditos entre jogos ditos científicos & jogos populares, mas faço dize-los mesmo assim: você sabe o quanto tiveram presentes na minha vida em que proporção o quanto são importantes em todo instante e com que intensidade ou carga & potência são executados as delongas podemos meu amigo deixar com os delongueiros...
Assim fica melhor para as suas concepções estéticas ?
A minha concepção me dá!
Claro, como!
Não estou masturbando a escritura não, estou fudendo-a, se ela não me fode, deve ser porque já fudeu com muitos! Ou, está gostando das entradas...
Vou aquece-la: Escritura, puta minha, veja como você vai ficar em forma indestrutível, na matéria que misturei pra te fazer sempre, todo o além do sempre, aquém também! 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Esta é uma das minhas figurinhas-carimbadas

Ela disse que estou pulverizando demais.
Mas, ainda tem insetos...
Minta muitas mentiras, quem sabe não viram uma verdade...
Ele não sabe o que pensar de tudo isto.
A jornalista francesa depois de trepar com o escritor & não tê-lo, vira assistente de um tio ilusionista.
O que tem na mão do &?
A letra dezenho quer ser desecho...
Por favor América Latina, me dá minha estação do colonizador!
Vontade de ficar perto de quem manda pra mandar também...
Vamos procurar uma fazenda mais esperta?
Sei de um atalho!
Mais quantos quilômetros ainda consigo dirigir neste ritmo sem parar?
Vamos procurar inexistentes!
Façam campo de concentração para quem gosta de concentrar e aprenda com eles 6 horas por dia.
As bobagens dos outros são mais bem feitas do que as minhas bobagens quando me escondo?
Vamos brincar de bate-lata?
Pula-mula?
Cama-de-gato?
Cata-deixa?
Raquete?
Bolinha?
Acho que hoje vou fazer um balão, quer ajudar  fechar?




terça-feira, 20 de março de 2012

Meu cunhado Júlio, quer sair das trevas

escorregou, porém cruzou a linha.
ninguém vê o pelotão...o sopro deu pra embolar o cordão: tudo virou trapo na trapaça da vida.
Lua na sarjeta, carimbos do acontecimento, quando me visito posso dizer melhor.
Esta BR leva ao quê?
  O personagem não pede mais choro.
O local quer a minha prancha.
 O gato da construção foi fazer cinema.
Mando notícias da estrada.
A veia leva substância de marte.
 A lei é substrato de algum conceito.
A pausa faz três pontinhos de merda...
Pontuação quer acentuar um a-cachorro.
Anedotas de festas.
Canguru ou coelho?
O primeiro tem bolsa...
Aspas pro Júlio, antes dois pontos: "Se eu morresse o mundo acabaria, pois, a luz
precisa das trevas..."( Júlio- 15.10.1962 a 25.06.1993).
Artista maior não precisa mais que o próprio HD.
Aqueles labirintos d'alma nunca viram um ET.
A semiótica do percurso é a segurança do ciclista.
Pensar ilusão para fora é meu sub-emprego.
Vejam meu poema discurso hoje no plenário servindo de trapo pro deputado escarrar...
Se a arte não for a saída, vou ficar.
Seu cérebro-portátil sabe juntar comparações?




segunda-feira, 19 de março de 2012

Uma receita de li cor

3 dos 7 frames do lado esquerdo.
3 pitangas.
1 trepadeira.
pedaço de ramo de barriguda.
conte os tijolos de barro mais branco.
Uma serpente reflexo na grama triângulo.
Casa salmão com coqueiro direito.
Rua de bloquinhos de concreto desgastantes.
restos de árvores dos outros.
Um pedaço de céu na lixeira branca.
Aquilo que poderia ser um banco na grade é o trem do trilho do portão correr de entrar carro.
Outras relações por favor enviem ao punctum: www.punctumstudium.blogspot.com
Piscinas na parede.
Os potoqueiros gostam de olhar dentro...
Na frente, os aquários se olham.
Voe para frente!
Meio fio branquinho com sombras oscilantes...
É legal o meu curral?
Verdades de improviso!
O céu que não passa pelos frames é ponta de lança grande rumo ao chão com sol de fundo e duas setas menores no canto direito...
Agora meus amores: arquivem nas suas prateleiras de postais.
A folha cabeça de serpente verde escuro está pronta.
  

domingo, 18 de março de 2012

Tipo T

Aqueles que cruzam fios por cima dos outros em alta-tensão a norma culta da desilusão parece freqüentar todas as festas a prova disso aquilo prova daquilo lá ó meu irmão o cara tá bem ele tem a galera dele quando cheguei me doei ninguém quis rodei e posso me doar é só assobiar nem todos os larápios do mundo podem confundir aquilo que foi dito está nos anais brother puxa na rede entres aspas o nome da rosa a placa do conhecimento se você soubesse ler poderia escolher os ratos e as ratoeiras por certo gostará do meu manual cortando mapas com a tesoura de cortar unhas enquanto aqueles que podem amarrar amarram Villa Lobos decretam lei oferecem todas as linguagens se oferecem A. Leia de trás pra frente enquanto dobra em perna de  n  para me fotografar: iogue, ou contorcionista? 
Yogin.
As idéias macabras dos cabras de bolinhas fora do jogo me pensam um Manoel que pensado encontra tudo exato cortado em fatias na tábua de bolo bolar algo diferente onde afiam os dentes sabia que os seus conselhos médicos me fazem dormir melhor que tal uma última volta com o cão depois da última refeição?
Se bolares com outra bola além da bola de capotão prometo não dar capote na volta ao lago.
Vamos repartir o time do departamento, em quantas modalidades individuais? 
Nossas soleiras de pedras.
O grosso também passa na prova.
Como faremos provas de finos?
Animais nas falas desencontradas.
E uma televisão ligada: só pra misturar melhor os discursos...
Guardo vaga na namoradeira.
Duas visitas ao lavabo.
O assunto vigente me corresponde com Londres.
O papo de cartório dá carneiradas? 
T


      

sábado, 17 de março de 2012

Cara de folha de amora

A palavra, de uso corrente, não aposta em mais códigos. Ela usa zona alvo. Se papai conseguisse me acompanhar...morrer pela arte: Ryúnosuke, rio não soque, enquanto nado.
Meio bobinho?
Os filósofos encontram a lanterna, já era noite, o sol de meio dia no pino iluminou o golpe de mar, teló.  Aquelas voltas ao lago fica com o local faz pão alimento para a mata caminhadas vê o lago congelar alguns vinte e poucos dólares e aprende cada vez mais sobre ervas daninhas e doninhas outro destrinça águas de rega o solo agradece...aquele conceito sobre : manda logo o manual!
A filosofia segundo a minha tia é vergonha na cara errei mesmo e daí mas não dei pré-juizo pra ninguém não sou como a sua mãe faço o que quero sei com quem ando não vou na casa dos outros dar trabalho uma convicção.
Eu, tudo é filosofia quando a palavra busca.
Buscapé!
Cada um com seu SPA. 
Seu.
Sentar pra falar dos ricos da cidade comer futebol com variedades o bacalhau do seu Manoel! Aleluia irmão num dá pra mim não vou pra loja deixa pra muié mais us mininu é um mini nu até que é melhor mesmo o da Pauliceia Maldita tem razão...Se o outro vai dá um rock legal cada um nos seus desencontros.
Depois é só pegar o ensaio todo e fazer livro-arte.
As respostas dos vizinhos passam com formalidades.
Depois da dormida da tarde ela deprimiu.
O outro sempre.
Rua.




   

sexta-feira, 16 de março de 2012

Meu para-brisas trazeiro

Ficam escondidos atrás dos seus perfis com ou sem foto e quando você manda uma mensagem simplesmente não respondem e quando respondem são bem síndicos do seu condomínio são pessoas sérias que estão perseguindo os premiadores e não dão bola pra quem não premia quanto mais nome mais esquisito mas tem os esquisitos sem nomes também estes dentro de seus clubes caso um enamore de ti mona mi fica foda de responder pois não ouvem fazem de conta que não são eles é figura de linguagem é loucura o cara é burro mano coitado já foi até internado foi filho da puta veio da favela da quarta avenida do núcleo bandeirante brasília escolhemos os setores setor de quê mesmo que o senhor doutor quer setor de nu vou me mandar nu aí pro seu cantinho de sampa vou entrar na frente do computador e vou me mausar pra tu bem botucatu o tu é seu tontinua joãozinho caso a arte fique presa será artista na prisão também e aí manda e eu executo no fim pode ser assim manda que mando quer mandar quantos no pisão a filho da puta seu mal leitor do caralho vai ler e para de pentelhar a rede seu pentelho de net você já foi televisão rádio jornal e continuas pedra no estilingue pedra passando pela forquilha meu símbolo de nascimento e morte nasce pedra pra matar eu lendo As Palavras junto com Caixa Preta na ANE e o professor de literatura me perguntando de onde eu ainda fui tirar Flusser abismo hora de cair sem esperar queda ou levitação aquele que decorou todos os formatos e não formatou nenhum a forma pedindo para entrar em forma respondo que não vou ler além da minha preguiça moço eu tenho uma preguiça de ler coisas que não me interessam quando não sobra nada até que leio digo que você é isto e fico com você pra mim te descobri você é meu nossas ajudas comunitárias fazemos parte de um projeto estamos contribuindo temos a palavra de ordem somos os dirigentes gerentes ministros presidentes mandatários estamos com o poder você não será ouvido: parecem dizer isto, vou blogar neles!       

quinta-feira, 15 de março de 2012

Hoje estou mais errado ainda

Na roça tem uma lição de cachorro professor palhaço casamento é troça cantar é causo minhão minhão minhão quem contar o mió come mais do faro sai um verme-coruja destacável nariz empunha a pistola chapéu de robin wood nos olhos de peixe orelha de cavalo marinho uma coleira de sombra um tronco de toco velho um calango faz a curva em duas patas antes do dedo cair lá na roça o verso ganha toada sim isto é um cachorro desenhado por mim com a máquina fotográfica desenho que só se ofereceu ao meu alvo não é nem um vik muniz não brô é que você nunca viu robinho desenhar com o corpo expus a minha bunda no renato russo minha bunda segurando um banco specialized preto com z de sangue vermelho descendo a montanha de terra pastel a óleo sem tremer sucesso local risquei a minha bunda no papel kraft !
Nóis fala assim com medo de parar e deixar os outros falarem merdas nóis mete frase inteira goela abaixo nossa paciência é pouca pra falar vamos escutar o menino dizer vô vôos cansativos muita viagem muito deslocamento muito empurrão preciso de uma nova fase de fase alguma preciso deixar rolar na ida e na volta estou fazendo o que quero com a bicicleta trocando velhas por novas rotas subindo e descendo no mesmo giro virei moto o absurdo é um conto que não sei contar ou tão pouco quero me escutem falar e ouvirão o texto sou o texto ficção documental quem vai ter o trabalho de separar?
Caso não me lembre mais de dizer plantão noturno não direi mais mulher de a a z.
O Borzói solto antes do polo de gemas.
As tentativas de ir na casa dos artistas.
Aquilo que passava na corrida freqüentou o bar xadrez jogou sinuca a maratona veio antes do velódromo as gabuadas no dominó foi na construção da primeira casa na da segunda chico perdeu na sinuca tanto o marcineiro quanto o pedreiro seus ajudantes o pintor a visita a mesa de sinuca subiu está atrás de mim quem vem perder uma?

quarta-feira, 14 de março de 2012

Verde sentado na sombra em cima da ponte

Gestos da tropa o espelho do mundo está na hora de irmos comprar sucrilhos cada ensinamento foi bem registrado estamos prontos pra vida dá um aperto no parafuso central a parte chata do curso de mecânica é para baixo ou é para cima hoje se é mais velho amanhã não morrerá evolution um exército de periquitos no meu quintal rasga sua agenda véi dá só 4 horas de trampo o resto é seu mano está na pedra vai viver ou vai fazer quadradinho riscadinho já fiz agora dá licença que vou rolar vou sair não sei olha pro lado de lá que corro pra cá sou aquele que só trabalhou a sobrevivência já sabíamos que não gostavam de lidar com o pensamento precisam o tempo todo dos mesmos códigos quando corro visto por trás o ombro direito cai levemente numa meia maratona posso parecer estar dormindo em quanto corro necessidade de fixar os quadros durante a rodagem o meu estilo apesar de duro pisa leve quando vai longe pesa quando bem perto estribilhos são disponibilidades na rede já peguei uma traíra hoje com mosca no anzol do paletó de plenarium mas emendo com CIA da mesma saga e deixo a bicha nadar Fila Andou experimentou a fila andar e chorou é uma emoção RCB ainda bem que sou RCA e as distâncias não impedem um soco na cara ou uma cuspida literária a velha orelhada você já ouviu o som do formigueiro põe o ouvido no formigueiro mano e ouça a música das performances das formigas em corridas com cargas pesadas é só encostar encosta porra desgruda diabo visgos de pegar canários não seguram papagaios só tem papa caburé já mandava.
Mando um tijolo preto chamado Novo Dicionãrio AURÉLIO com letras douradas no pé do ouvido!              

terça-feira, 13 de março de 2012

- Nem toda natureza é morta!

 




A mesa aposta no diretor.
Inclina-se por ele.
Perde a transparência com sintética natureza.
Aquele que diagrama melhor vira gramado.
Nem um esforço pela propagação.
O verso precisa dizer, Veja, Isto É: coma-me.
Com popular traição superstição cisma para com a suposta humanidade.
Eu não faço negócios com aqueles que gritam o não ter dado sorte, porra mano vai jogar xadrez!
Portal dama da noite com moringa.
Índia Brasilis! 
Jabuticabas & limões ao fundo!
Frigideira Mister Wilson!
Muringa de barro com tampa de laranja.
Moringa árvore com dama da noite é diferente de moringa de barro, por isto: u!
Borboleta.
Galho-pássaro.
Vai ler o texto, ou prestar atenção na cara de paisagem? 
Hell Screen
O Senhor é sempre mais mal!
Paguei 90 nas 3 cadeiras de angelim-pedra.
Só dá para atendermos um paciente por vez.
Construção abriga um atrapalhar.
Responde porque hoje é sábado!
Une gerações!
A toalha de canvas foi comprada no metro esqueci!
Economizo na frase.
Rizzotto, salada & feijão!




  

segunda-feira, 12 de março de 2012

Nada perde o foco de graça

A minha janela de roxinho quando abre é clara-boia fechada igreja com fantasmas lilases olhos pela fresta do trinco reticências pelo portal é só a entrada de um salão negro onde deixei o meu corpo por 30 tempos uma negociação com o pensamento é sempre necessária a cortina preta está funcionando um telefonema muito estranho falou alô muito estranho esta arte de engano entre ser arisco no texto e lento na vida alegorias do corpo em ebulição seremos um dia a porta para o nada ou daremos entendimento da janela onde qualquer um pode ver quando aberta o pé de mamão sendo invadido pelo chuchu se olhar pra cima fundo azul!
Depois de mandar a imagem falar aquilo que quero vou me dar de presente um doutorado em faceboock a face do livro pode ter me enganado na primeira infância gibilesca com suas roupas duras de uma cor mas o faro melhorou e leio nas entrelinhas de qualquer texto vou brincar com isto um lembrete se servir para qualquer coisa até como exemplo ruim não cumpri o meu objetivo de não servir para nada já me disseram várias vezes que não sirvo de que vale ao autor saber que foi útil se este sabe por pouco tempo e de maneira errada mal conhecido como diz um amigo jabuti!
O filme do Altiman do cotidiano norte americano a pintora dos nus burlescos acaba com a obra prima auto-nu ruiva pêssego descoberto do pano branco...
Tá batendo uma com o texto, véi?
Livro-objecto.
Papo de dança: quando lê o próprio corpo diariamente gosta das partes mais usadas...
Escritura lomográfica. Escritura-russa-descartável! Escritura inesperada.
A minha escritura dos meus lotes na lua.
Vamos beber beta-endorfina?

      

domingo, 11 de março de 2012

Olha as carinhas dos meus tomatinhos!

Estamos com as câmeras ligadas eu e meu amigo estamos fazendo nossas coisas falando das nossas peripécias estou sem seu som mas falo ele escuta Não mordemos as iscas apesar de estarmos no aquário hoje é domingo e vou caminhar em volta do museu mandalando qualquer proposta de arte uma mandala de força pro mab uma mandala de forças para a arte brasiliense uma caminhada de uma hora em círculo livre o museu é minha pista vou de orca preta & meia branca na parte de cima metade branca metade preta quem quer caminhar comigo ?

sábado, 10 de março de 2012

Me aguarda

Por do sol hooligan, perna dianteira perfeita móveis da sala de estar está vendo a calcinha de três fios dois dos discos um das marchas os garfos traseiros comem a roda separados banco avião na sombra inteiro pedal hipopótamo duplicado no lago escrita primitiva no corpo todo cubo no tubo frontal que ave é esta?
Brinquedo de circo que rola macio no asfalto.
Inovadora combinação design funcional divertido, Delta design do quadro V  leve e forte... extremamente condensado é ideal para fugir da briga...
Bar-divã.
Metrô-aquário.
Rolé-condô.
Mais uma aula da Sorbonne.
Vou sair! 





sexta-feira, 9 de março de 2012

Amigas para sempre, a literatura e a crítica literária foram vistas de mãos dadas

Ele quer falar dos personagens dele aqueles de desenhos e mais desenhos em movimento quase nunca das aventuras de pai e mãe um discurso de alise muito prazer meu nome é Antoine Compagnon Literatura Para Quê? EDITORAufmg sangue no branco mas aí boys do condô o Quê acham da minha pizza de hoje? Sete foguetinhos verdes com foguinho azul no bumbum fatias de laranja cortadas em explosões atômicas são cabeças de cães brancos os mascarados negros foram atingidos e piscados apenas uma piscadela.
Saki conta dos nervos procurando o interior e recebendo susto ingenuo. Ryunosuke Akutagawa recorre ao veronal!
Este textito aqui ó fica na sua pois sabe do começo e dos fins.
A alegria de estar entre os meus.
Vamos retornar.
Volta.
Mais.
A maçã quando prata deitada com a mordida para cima o talo em leitura da esquerda para direita o fundo sugere um corpo bailarino-japonês de lado em curva some pescoço cabeça e parte das pernas na cortina de gelo bege.
Uma leitura vertical!
Debaixo pra cima.
A borboleta do melhor aeroporto do mundo ensina esperar!
Hell Screen
Filboid Studge, the Story of a Mause that Helped
FICTION
PENGUIN BOOKS
MODERN CLASSICS
MÔNICA 60 EM CIMA DO DICIONÁRIO PRETO
UMA CÂMARA DE CADA LADO
EU TORRES NO CENTRO
CALEIDOSCÓPIO ENTRE FIOS
UMA TESOURA
ÓCULOS PRETO COM HASTES VERMELHAS
NEGATIVOS DO ÚLTIMO FILME
UM ROLO DE PAPEL HIGIÊNICO
REFRESCANTE BUCAL DE HORTELÃ
COPO SUJO DE CAFÉ
FÓSFOROS
RAPÉ
POMADA DA BÁRBARA
O rato branco corre na embalagem da capa do iPad!
O teclado está sujo de rapé!
Embaixo do monitor está o BR INFINITA!
Tudo sobre o tampo branco da mesa de 3 gavetas!
Exceto eu sentado na cadeira de ipê.     

quinta-feira, 8 de março de 2012

Minha hooligan 3 preta, e sua sombra

Amanda comeu o bando do pai!
A caricatura do impacto me amortece!
O pardal cisca entre o forro e a manta!
O homem sempre precisou do manual!
Pensamento que para.
Reparem nos seus bolsos.
Ainda sobra uma moenda?
Não tente emendar porque é de amassar!
Um novo modelo de ácaro?
Voraz na voz!
Cantar em público, ou declamar, falar: qual de nós é o mais babaca?
Se fazer de, .de
Não é digno, para quem se atrapalhou na busca...
Sou meu público.
Estes trejeitos debicando em zig, zag vai descarregar!
Deve ter visto a rua da calçada.
Que dia que você mandou no mato?
Responde a porra das perguntas, veado!
A corsa vai reclamar!
O verso livre & nu criou um novo sentido.
Uma outra boca, ou ventania, tinta de polvo...
Max comeu o seu dinheiro.
Maria adotou um esquisito?
Ou o outro deixou-a esquissada? 


   

quarta-feira, 7 de março de 2012

Bem ali no Solar da Serra

Zwgzwang ele quis dizer variante recomendada  tática inadequada  raio de ação e depois ruptura problema relâmpago
 schuring no sistema manda um voto secreto sissa mina minha me inspira
 simplificação na qualidade dá vantagem ao trebelho, sonneborn-berger segundo jogador saída sacrifício posto avançado pede promoção. o relógio suiço na teoria da triangulação, xeque, xeque-mate! maioria de peões anuncia o mate ao mestre internacional, uma manobra de perda pelo tempo : papeleta de igualdade. Plano iniciativa: peão passado, inferioridade, peão isolado intermediário, peão dobrado interpola peão atrasado, interzonal partido, jogador- partida fechada, jogada partida aberta jogada selada partida lance manobra  lance secreto linha miniatura  nn nomenclatura notação : objetivo obstrução. oponente oposição    

terça-feira, 6 de março de 2012

Nas ondas do concreto: falam do verde-banana...

Vamos substituir o clichê por quê
                                               Estou treinando o meu falcão
                                                                                    A chuva não atrapalha a construção.
                                                                                                                            Descer os degraus para relaxar as pernas
                Assim que o tempo comprar um relógio
                                                                    A escritura vai comprar um lote sem
                                                                                                                       JCMN seja lá o que for, verdade nela
              Era verdade quê nada agradava ?
                                                  Como repartem pernas?
                                                                            Sem conhecer estabelecem gostos
                                                                                                                        Ainda não experimentei um SONETO português ao trema
                                       Só neto sou & tenho
                                                               Sai do sentido, antes que sinta
                                                                                                       O cinto dele é um jacaré mordendo o próprio rabo,com olhos grandes, virados para cima
                                                                         Tudo muito vivo
                                                                                             Aquela segunda pele sem incômodo
                                                                                                                                      Onde nos acariciamos?
Ou, fico com ele até ficar maior
                                         Somo eu com ele e fico maior
                                                                               Somo com todos
                                                                                                 Vira poema diagramadinho
                                                                                                                     Um diário aberto mais secreto
                                                                                                                                                          Este blog nunca sempre
                   Era lilás libélula cavalo-capeta voando na sexta feira da paixão!
                                                                                                           Só sei dividir junto.
                                                                                                                                 Os amigos escriturários visitam
                     Afastamento de planilha não me bebe
                                                                         Aquela primeira solidão com barrancos escorria pesada suja em silêncio
             Os córregos de minas correram com o Tietê 
                                                                           Tudo da pra limpar
                                                                                                Aposto que sem escrever bem você corrigi lendo sem deixar as imagens trepar em paz
                                                              Deixa a porra nascer!
                                                              - Pingüim, trema!
                                                              Não, til!
                                                              - Você dedilha um ç?