segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Que bandeira...


Este grande tabuleiro só de casas brancas precisa entrar na exposição eu falo com quem pergunto pra quem sobre esta composição você acha que o azul ficou mais forte ou foi o verde que descorou depois de tanto branco além de amarelo na cabeça ele ainda tem uma lixa a situação que era vermelha também recebeu água deixando a madeira aparecer e ferro que dá pra subir é proibido estacionar grita uma placa irônica luvas pretas são ideais para o trabalho debaixo do sol quanto você paga por este mosaico você vai resolver a linha vertical preta o buraco em baixo é pro interruptor? 

_Embalado é mais fácil!



Subindo.
Sem colocar as mãos no chão, mas vale agarrar nos cabelos da grama.
Quem chegar nas palmeiras primeiro, balança os cachos!
Licença-Poética é concedida por qual aparelho?
Aquele pedaço de penel está com medo daquela agulha embaixo.
Quando as formigas cavam a terra sai laranja!
Do retrovisor sobrou apenas a dobra preta do cartão de apresentação.
Meu céu hoje está bem doce!
Algodão.
Asfalto fissura.
Bispo branco da casa branca.
Bispo preto da casa preta.
Encontro impossível!
Antes da dobra, o polegar...
Com as chuvas de sábado e domingo brotou mais ramos.
Será que cobriu a agulha?
Camuflou o pneu?





domingo, 29 de setembro de 2013

Meus monumentos daqui!



No final desta suba barranco gramado lá embaixo daquelas árvores é muito agradável!
Tanto eu como as minhas máquinas freqüentamos aquela amenidade.
As unhas que arranham este asfalto precisam de corte!
Aquelas plaquinhas laranja parecem inofensivas. 
O poste de cima parece mijar o debaixo!
O corte no do primeiro plano justifica o do meio.
Reflexo do painel lembra faixada de bloco residencial!
316 sul.
Fiz muitas vezes esta curva na contramão descendo pro ban ban no dedão ou de bicicleta.
Sem causar acidentes!
É assim, você liga o botão do desvio foto-sensor, e abre bem os ouvidos-de- morcego, preparasse para qualquer momento-barranco.
Deixa descer!    

Eu tenho o resto das fotos


O tucano já voou ficou só as manchas de sangue no vidro transparente da casa aqui em frente, mas, antes do tucano eu vi este acidente se vocês souberem quem são os envolvidos curtam quem sabe não solucionem o caso, pois estou preocupado, vejam a posição da mão esquerda do ciclista de bruço e parte da perna na calçada quente pelo jeito o cara de boné de costas azuis narra a cena do vôo ele é o motorista da caminhonete?

sábado, 28 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sim, desde papai uso a bicicleta como suporte


_Não ofereça só comida ao cão!


A Naomi fazendo seu jogo da velha. Um peixe com cara de acara-bandeira nada em direção ao rabo.
O Plínio me disse que letras do Zé Ramalho não fazem o mínimo sentido, descordei!
Quando a luz está assim faço questão de ir mais longe.
Tubão, heim!?
Acho que uma das tetas ainda está com pontos...
Meninos branquinhos só luxados pensam que são inventores do estrangeiro...
Na gringa!
Imagina quando descobre de onde veio!
Aí as palavras passam por avaliação: o quê quer com esta imagem?
Já ouvi cães suspirando, e não era por nossos tédios.
Depois que passei a treinar um não me deter mais que o necessário, acho que ficou mais fácil!
Mas vejo detidos em qualquer pilha!
De ditos sentimentos.
De ditados significados.
De distantes problemas sociais.
Deste planalto: centauro!
Ele sabe uma brincadeira interessante quando vem aqui pra fora: jogar a bolinha!
Quando volta da pedalada com cheiros novos: lambemos!  

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

_O Lance nunca tomou na veia, só nos canos!

Sossego é artigo de luxo.
Só quem sobe o morro tem.
Samba é cantiga de trabalho?
Sim senhor só eu então sou o culpado?
Sem era e sem beira entre a cruz e as cadeirinhas!
Subí o morro do urubú do arquivo morto de Brasília.
Sandálias Havaianas.
Sabe aquele córrego do Lagamar na boca da noite: dava bagres-voadores!
Sensação de perda dos pais não tem tios-avós que façam passar!
Acertei a concordância-verbal?
De vez em quando ainda fisgo um, agora já sem vara, linha, ou anzol!
Boca aberta: no ar!
Relojoeiros-do-tempo não reparam relógios.
A data a dor o rizo o nome são indiferentes, assim como pacientes para os médicos...
Chega uma hora que a saga-da-humanidade não passa de um gibi!
Todos os meus ornamentos e nenhum casamento.

Que tal esta medalha?

Quando quer ser preciso, entra um a de mais.
Cavalo doido sempre me leva para fora do andamento normal da vida.

Homens que se dizem comerciantes e mesmo quando chega um outro freguês já com um negócio em andamento não param de conversar no pé do ouvido do supostamente ou por pressuposto  negócio maior ou que sempre estão reclamando para uns posando de coquete para outros reclamando de dores para uns dançando com outros estes homens será que sofrem quando vão encenar ou já fazem parte da própria encenação sem poder viver longe da cena querem cargos querem dirigir querem contar aqui um sucesso que sabemos como é conseguido mentir felicidade. Se foram atletas bem sucedidos e tiveram seus dias de podiam agora não podium mais querem arrastar suas vitórias para outros ramos sem pular de galho em galho eu quero deixar escrito para estes homens que eles não impedem nem a minha compra nem o meu jogar fora! 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Por dentro da lanterna


Eu digo mandala de madeira!
Se deixa as pontas: jequi!
Aro que só roda embalado pelo invólucro.
Obrigações sociais não me comovem.
Existe um excesso no fundo?
Gambiarra?
A repetição circular do quadro!
Geométrico!
Bambu soprado por vento forte bambeia.
Nem tudo bambo é a bambu.
Já amarrou suas perguntas com tira de taquara?
É uma roda suspensa?
Exclamo um ponto de!
Arame!
   

O Nícolas quase não fala


Ela goza com frases dos outros.
Meu cavalo de pau encostado na moringa.
O pintinho do Nícolas vira nuvem diante da flor.
Olha o choro da aroeira chorona.
A flor do deserto brota quando?
Aquele mosaico lá em baixo combina com este aqui de cima?
As linhas das costelas do galgo estão alinhadas com as linhas da textura da pilastra marrom?
Os vasos invertem o contra ponto.
Uma bolsa mentindo ser o seu diminutivo, sem alças.
Este pau endureceu com a possibilidade do selo que só precisava de língua sem goma arábica sem caixa de coleta direto na mão da moça dos correios e telégrafos.
No fundo também tem linhas?
Seu avô dizia que uma da zona mentia que era um bezerro mamando.
Por no gráfico: se fala a verdade nua e crua mas esta verdade é a dos outros, prefiro a eterna mentira do bigode alemão. 
Este texto suficientemente duro, é grande para esta assinatura de batom?  

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Meu funcionário público fica cada dia mais integrado ao jardim


Encyclia Randii


Olha a cara do pé de romã pra esta flor que não lhe pertence!  

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Esta é a minha nuvenzinha


Veja como está a minha embaúba

Sim, amigo: minha bio-grafia vai até a Bélgica e volta assim; My cube is a tennisball... cats came from 

another planet to control 

women... would stick labels on 

medicinwheel... oh boy, what a 

strange translation again...

Do ontem.

Agora do amanhã me embaracei

na vida e caí morto.

Toda Escrita é Bio-Grafia.

As minhas estadias foram pagas

com estas palavras, foi este 

entendimento até agora que fez

a figura Robson Corrêa De 

Araújo.

Só aprovei o Mineiro pois 

também eu estava na construção.

Sei dizer SAUDADE quando 

aparecerão?

E fora de todos estes eis sentei 

com o bigode antes de sentar 

com niti!

Era mole ir de bloco em bloco 

catando festas.

Uma vez alguém deixou cair uma 

calça peguei meu companheiro 

não gostou falei que em São 

Paulo achado não é roubado e 

que estávamos muito loucos 

para sair procurando o dono em 

plena 408 sul, seria a calça do 

Besteira?





domingo, 22 de setembro de 2013

Foi sempre assim


Meus objetos são felizes.
Me perco enrolando lã.
Meu cubo é uma bola de tênis.
Me aro bambolê.
Leu?
Li um livro na adolescência onde os gatos vindo de outro planeta ficaram com o controle das mulheres.
Os escritores são loucos.
Com um certo controle...
Lia de tudo gibi fotonovelas dicionários enciclopédias em Brasilândia de Minas líamos bulas de remédio numa roda de moleques na farmácia do Senhor João Cardozo.
Mas, não queríamos ser poetas...
Um dia o Horley trouxe de Belo Horizonte Laranja Mecânica e me emprestou, pronto, já éramos outros.
O Pequeno Príncipe não deixou de ser importante.
Quando Zaratustra chegou eu já tinha a minha casa e estava com 27 anos.
Escuta Zé Ninguém aos 21.
Depois dos 30 dei pra reler.
Este também é um modelo antigo vai dizer a crítica do Globo.
Você acha que está entrando ruído?
Antes do Mick Jagger fui a sapataria sapear e fiz uma calça com amarração de sapato couro furado e cadarço língua pra dentro.
Mandei vir no ônibus de Patos tinta águia à óleo e viramos Secos e Molhados no carnaval de 73.

Tentando agradar -o meu- historiador


Tribunal Superior Do Trabalho visto por mim de dentro do carro do Rob.
Tirem as cercas!
O bom aqui é chegar do cerrado em baixo dos blocos!
Espero que meu historiador aprove minha composição.
Será que cercaram a Colina?
Na esplanada está cercado pra tudo quanto é lado!
Nuvens rivalizam com meio-fios?
Vocês gostam da cor da terra daqui?
Dava para ter deixado mais cerrado.
Cortei correndo por dentro antes da construção.
Fiz tantas linhas de ligações da Câmara até satélites que deve ser a maior roda que já enraiei! 
Antes da proliferação de prédios.
Gosto de resolver no dedão!
Pedal...
Nado...
Ar...
Roda.

sábado, 21 de setembro de 2013

Você já desceu aqui?

Sua crítica de merda, coral só se for cobra.
Nem estes seus reconhecidos estão dentro deste padrão que você quer estabelecer!
Desliguei a tv na xuxa da enfermaria do hospital brasília SILÊNCIO pra aplicar a gringa nos canos da minha pretinha que foi picada por outro inseto que não eu e esperou 3 horas para ser atendida deu tempo deu ir ao gilberto almoçar depois ainda bater um papo com o Villar   mais o Marcondes aí sentei e li um globo de hoje enquanto minha nega gemia em calafrios há antes fui até o Naudinho por a fita Brooks na B1 por calçadas ciclovias e contra-mãos na grama no canteiro no cerrado 53 minutos na ida 1h e 3 na volta foi chegar tomar água comer uma banana-maçã trocar de roupa e seguir suado pro hospital! 

_Enquanto a Naomi ouve, o Lance vê!

Sou escritor antes de Facebook.
Serei depois.
Escrevo e leio desde a barriga da minha mãe, dos ovos do meu pai, ou antes até.
Escrevo a minha necessidade.
Aquela que só eu posso me dar.
Perdi a necessidade de festa.
Deve ser falta de colheita.
Alguém disse pra não escrever tudo?
É muito simples, venha ao meu encontro, ou pare de mentir para si mesmo à meu respeito.
Compartilhar, no meu dicionário, é fazer parte de, dividir com, quem, posso me dividir em afastamentos de compartilhamentos?
Curtir sem barbatimão?
Casca da mocidade?
Prefiro ser o mesmo doido que entregava folhas A4 escritas na instituição dentro do aparelho o verme que não atrapalha o funcionamento.
Se o helicóptero é coisa de hobby a metranca está na jogada se jogo com o abacate eles se auto destroem?
Responde com propriedade, que aí então posso entrar na sua!

   

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sol de madeira

Um simples produto mental.
Encarnando certas idéias abstratas.
O nado de crawl é o mais rápido.Qual é o vínculo permanente que liga uma pessoa a determinada ordem estatal?
...bel canto dos sopranos e dos tenores...
Procure por detrás dos fatos as leis que regem o azar político de estados!
... ora estóico ora céptico...
Sucções técnicas de pesquisa: navio oceanográfico.
Tutu-de-feijão.
A fotografia é reduzida a um simples ponto, e que requer leitora especial!
Por deduções matemáticas prevejo seu comportamento futuro?
LIMITED
Hoje joguei 3 partidas de xadrez com o meu neto demos 6 voltas na reta da estação de exercícios depois de irmos ao clube.



Na atividade do sistema nervoso


O conjunto dos móveis ou peças utilizados por mim no ambiente doméstico ou funcional, para conforto do meu corpo ou guarda dos meus pertences...
Ozena.
Ave-elefante.
Câmaras de retórica.
Nicolaas Beets.
Equitação.
Nada por baixo do espartilho.
E então desce um bicicleta na linha amarela com um olhar de trezentos e sessenta.
Não parei de rodar.
Ser preciso na seleção dos verbetes...
Os componentes fundamentais que fizeram este quadro são conhecidos em língua?
Quando um assunto é tratado em mais de uma entrada, qual é a saída?
...como se fossem simples.
Náutica.
Arroz. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Meus caminhos na cidade fora da ação...


Gosto das tesouras nas extremidades.
Não gosto das pilastras, nem das cortinas.
Era por aquí o corte, quando eu escapava do pelotão. 
Eu nunca passei só por onde passam.
O diferente é difícil de achar?
Desejo o reto!
E, a curva, aquela do ponto de escape, sem volta, esta, acho que já veio de fábrica.
Objetos bem finalizados para determinados fins nem sempre precisam ser óbvios...
  

É tudo gente boa, principalmente este preto, que paira de asas abertas

Quantas destas já subi em silêncio?
Me guiando pela minha respiração!
Sim eles até já leram algumas coisas que li mas não vejo fazerem nada com isto ou mesmo que suas vidas tomaram rumos melhores se for para vir ao livro-face compartilhar da mesma troca prefiro fazer uma nova amizade na esquina ou cancelar uma antiga mas nem isto faço uso assim como o blog pra jogar pra quem pegar lanço no espaço e toco um foda-se uma febre de rato qualquer pra se jogar em rio sujo só que sem alto-falantes sem declamações sem poesia sem grupos colados sem vizinhanças brinque de corrigir no passa-tempo que emiti!
A melhor hora pra passar não é a da agenda.
Não dá pra trazer o passaporte pronto com passagem e tudo, digam que estou com preguiça...
Aí cardosão mete só uma cruz sem garfos, apenas os palitos japoneses recebendo roda, economize tubo.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Dá pra rodar em volta da mesa?

É aqui que me tranco pra escrever atras deste biombo oriental!
Esta mesa pode virar sinuca!
Se quiser vai levantando uns ferros!
Quer ouvir a coruja?
Os quadros são da minha filha Lígia!
Na estante do lado direito uma coleção de cachorrinhos que minha mulher alimenta!
Do outro lado uma de máquinas fotográficas que me desfaço!
O troféu de cavalo de pedra é o primeiro lugar no campeonato Feminino Brasiliense  De Xadrez de 2000 da minha filha Bárbara!
Na quina ao fundo um quadro ainda de aula de música da minha filha Thaís!
Aquela lista de luz diagonal é da porta do banheiro onde tomo sempre um banho antes de começar escrever.
A luz vermelha é das cortinas desbotadas... 

_Joguei um filtro ,e desfoquei a cara do binocludo, pois não sou tão indiscreto assim!



Fiquei de mostrar ontem de tarde, mas aí esta o binóculo apontando pro meu quintal!
A B`Coool chegou de tarde Bizé me ajudou a montar, deu a primeira volta até a portaria e aprovou disse bicicleta perfeita pro trabalhador rodei depois e encontrei posição do Escocês Voador segurando no suporte de objetos.
Então PT-HZG, é de qualé?
Desce aí e vamos tomar um café!
Só não pode as árvores!
Olá Cardoso, a geometria da B`Coool pode ser mais uma referência pro nosso desenho? Ou quer logo melhorar em cachimbos e tubos a Monark Gemine?
Não vai me dizer que vai se inspirar nos tubos do trem de pouso dos helicópteros policiais... 
Vamos lá amigo, mostre um primeiro desenho, e vamos ao pagamento, pois depois ainda vou ter que esperar um tempo: diz aí!
Enquanto isto hoje à tarde tem aula de Marcenaria, vou ver se faço um guião de Ipê-Tabaco.  

terça-feira, 17 de setembro de 2013

_Que tal o tubo japonês?


Leia o texto entre os galhos de preferência suba e rode entre as folhas sem cair sem maltratar a árvore aqui em cima está ameno não vejo insetos podemos conversar à vontade eu não tenho tribo mas sou de várias tribos do país e do universo bicicãoenxadrísticoliterariofilosoficodosbaresabertos e da rua principalmente onde a lei é mais local possível onde você ouve e é curto sentei em incômodos bancos e ouvi o vento a minha relação com a natureza é de inteira nudez nos córregos na mata no rio na montanha ou morro campos de capins pinicam até o banho ardem são febris ou brisa suave sereno garoa sol à pino e no entanto ainda assim sento em qualquer galho e falo assunto de durar nada de um simples passa tempo então me apresente o primeiro desenho e tomara que não precise de um segundo não que eu não espere estou esperando sempre. 

Mix faz molho bão, alemão?


Tiranossauro Irlandês?
Estropício?
Menos?
Atrapalhado?
veio sim ontem um helicóptero ficou parado alguns minutos com 
binóculo voltado para o meu quintal fotografei de tarde mostro, mas isto não quer dizer nada.
Eu gostei da trama do Vermelho & O Negro...
Li na Portaria Principal!
ULISSES NUNCA PASSEI DA PÄGINA DUZENTOS E TAL.
O ambiente das Confissões do Rousseau sempre me atraiu, hoje ele é apenas um contexto.
Ou um beija-flôr querendo sugar blues.
Sugar Baby.
Sugar sangue.
O próprio.
Cinzas na teia da aranha sem matá-la...
O elemento eu tem todos os personagens do Perdidos No Espaço, para qualquer cenário, hoje amanheci Dan.        

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Espera aí que estamos desenhando uma bicicleta!


Podemos melhorar muito, que tal um quadro Italian Greyhound?
Aro 20.
Vamos estudar a linha do seu corpo em movimento e escolher a mais parecida com um corte de diamante nada convencional aquele que o lapidador só faria para ele.
Garfos no formato das suas patas?
Quando ele em velocidade máxima estiver o mais comprimido possível!
É só escolher a altura da cabeça para desenharmos o guião?
Vou escrevendo e vou escorregando na cadeira quando me pego sentado com as costas num ângulo de 90.
Se banco e guião ficarem na mesma altura os canotes enterrados não ficariam mal bem menores.
Mais quadro?


Sobre quadros


Mosaicão!
Não, é a minha mão!
Meio fio vira galeria.
Quanto você pagaria por este quadro depois do aumento do dólar?
Alex Moulton.
Na busca de encontrar a melhor geometria para pequenas rodas...
...com menos tubos ou com mais dos finos usando os grossos apenas para caixa de direção movimento central & banco...
Imagina comigo dois finos formando top tube saindo do frontal ligando o do banco dois finos descem da parte de baixo frontal e vão até ao grosso do movimento central quatro finos para os dois garfos traseiros clássicos de um diamante despidas ponteiras de pista e algo que lembre outra para a haste que receberá o contra-pedal, ele fez alguma assim, sem dobraduras?   

domingo, 15 de setembro de 2013

Esqueci alguma planta?



Estas montarias dormem em pé aqui no frio!
Uma pequena camada de gelo.
Diagonal água Diagonal luz Diagonal terra...
Meu burro-de-pau é bem orelhudo, use como rédeas!
Quantos parafusos nas extremidades das ripas minha pretinha parafusou?
Ela é a acadêmica deste banco ripado!
Mangueira d'água balança com rede.
Das pedras fizemos este mosaico.
Podemos sentar depois que rodarmos?
A moringa é boa de neve?
A luz do dia é vertical na lanterna do outro.
Coruja vira águia!
Se você misturar na moringa oleifera limão jabuticaba e manga no fundo a dama da noite deixa os sabiás comerem seus frutos.

O caminho diagonal tem banco de bispo?


Dá pedal?
Eu não marco mais saídas!
Único toco laranja do mercado.
Sua majestade dispensa coroão...

aqui está seco assim!
ali dança no ringue?
afim de pegar um pf?
amém meu neném!

isto não é um isto não é anterior?
ímpar, enfio um.
italianas com bananas?
instante de suspensão...

o melhor tubo, por favor!
pago mil!
adeus!  

sábado, 14 de setembro de 2013

Eu também zuno.


Vou pedir pro medidor medir o meu.
Verso medido aumenta o cachê?
Ainda não dou por terminada a minha B1!
Sabe aqueles dois conversando ali naquelas cadeiras brancas? eles já andaram nas minhas bicicletas e exercitaram a minha prosa!
Aquele que balança na rede leve...
A coruja de pau...
A lanterna de Diógenes...
O jardim, meu caro Voltaire, muda todo dia.
Nossas classificações cobram muito caro muito mais que o Clássico!
E a borboleta que já não quer mais borboletear, acho que não aparece no quadro, ou está escondida na ponteira com a camisa do governo me desgoverno é tudo tão inesperado o efeito de não ter zanga o conquistado na pena ou na esfera da ponta da Bic ainda com tinta de polvo: tentáculos...
Ali babá vou passear girando alto com a extensão máxima da perna sem balançar a coluna, mas com suspensão total de mola de banco... 

Ele tem um bom pescoço?


Ele sabe que quero fotografá-lo eu sei que quero mais que isto as garras dobradas a multiplicação de faces o índigo blues da minha pretinha de costas  pra cena tocando digitais na caixinha reticência de luz nos olhos do Nícolas a janela degrada o contra ponto do seu busto a Naomi desfocada atras bem que poderia ser o movimento do rabo mas esta cara não é de festa e a luz não permitia uma longa exposição ele sabe que sempre apareço com objetos estranhos e precisa saber do quê se trata se arte ou travessura antes de por o pé na ponte ele mira porém tem medo dos cupins e de noite evita sair no quintal depois de já ter recebido a tesourada então fotografe o seu cachorrinho naquele mimo de fidelidade diz aí um clichê do seu bichinho os cães tiram o melhor de nós pois faz bem para eles e não faz mal pra nós diziam no bar eu ouvia como ouço todos que podem dizer .      

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

_Quem quiser andar vem pra cá!


Aí está o meu cavalo de pau sem o banco e ainda precisa cortar o umbigo traseiro quando eu disse para o Pai do Leonel Niemeyer que eu queria inventar uma bicicleta de pau há 30 e tantos anos atrás eu não estava brincando e nem dizendo que era inventor apenas jeito de falar vocês vão verão algo parecido mas nunca igual já dei 3 voltas no quintal vou colocar uma sela de burro na coisa e como meu tratorzinho da infância os pedais se movimentam lateralmente quando viramos o guião não é nada confortável se você não for de circo mas para uma primeira aula de marcenaria acho que serve sério mesmo é a minha encomenda para o CARDOSO BICICLETAS, pedi para ele uma nuvem limpa.    

_Então, escolham suas folhas!


O portão buscou a cor da composição?
ë terra ë risco de demarcação de vagas!
A luz promete vida?
mas há quem goste de sobreviver nas sombras!
Não daria nada pelo conhecimento, ele me possui, nem sei se vai me soltar...
Não busque o feliz no riso ou nas placas de sinalização ele pode estar perdido com cara de assim está bom.
SALOMÃO:
Mais leve que picada de ironia ou sarcasmo já não é mais veneno para esta cobra ser pente para os seus cabelos.
EU LI MENOS POESIA BRASILEIRA, mas li tudo até agora em português daqui e um pouco de Portugal, talvez muito...
E, nos acham um povo feliz...
Juro que sei ler a linguagem do corpo estrangeiro.
Dentro ou fora do mando.
Sei o quê quer, e posso dar.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vocês Gostam Deste Azul Daqui?


Antes eu queria este lote, pra fazer velódromo.
Aula boa hoje voltei com a bicicleta de pau faltando guidão e canote de guião minha pretinha fez seu baú de ferramentas e voltou feliz comunicando com os amigos estamos na aula de marcenaria venham juntos vamos fazer pau rolar!
Tia que é de uma imagem minha em Belo Horizonte no terraço do prédio com martelo tentando pregar?
Escanai! 
Meu mestre marceneiro tem 42 anos de marcenaria. Carlos Miranda. Se diz Bahianeiro.
Esquadro.
Lápis.
De cabelo batido na 4, vou rodar a primeira vez aos 55.
Agora.

_Obrigado Amigos Internacionais!


 Os enganos de estarmos sendo compreendidos a vontade de potência do outro aquele não poder parar pra ver.
Me contento com este arquivo pois já entrei nele numa noite e o arquiteto me mostrou cada função.
O quê eu me perguntava que me fez levantar às 4h da manhã uma formiga andou em mim meu corpo formiga por uma bicicleta de pau por aula de marcenaria com Carlos Miranda.
A aula só começa às 9h, levantei às 4h.
Sempre questionei a pontaria assim que aprendi esticar estilingue meti pedra de qualquer jeito pra todo lado se é pra atirar, porquê alvo?
Quantas tábuas estraguei na minha infância?
Quantos pregos tortos e enferrujados desentortei e voltei a pregar quando não entortavam de novo ou voavam perigosamente?
Amarrar com barbante...
Cordões retorcidos...
Arames...
Alicate...
Se ganhava prego & madeira era um dia feliz, destes de levantar de madrugada para começar mais rápido.  

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

No mesmo caminho


Cada folha desta tem seu texto
de expectativa de fazer o outono
se deixar soltar
ao vento.

Este mamão abre espaço para outras flôres não brancas lilases azuladas roxeadas esbranquiçadas mamão da casa dos outros impostos decepados a goiabeira está enferrujando você sabe que planta é esta junto com o limão?

Céu sabe ser desbotado quando bem entender amarre a frase ao galho do passado lá onde o pai de santo falou que o meu corpo era fechado quem começou escrever esta história o brinquedo é de quem por quanto tempo posso brincar com ele mais uma pergunta moço quem joga butuca pra cá veja lá estamos na seca é melhor vocês irem encher lingüiça preto sabe aquele que sabe olhar branco está com todas e não está prosa a roda de luz fazendo girar as rodas da minha bicicleta de pau seu francisco mandou uma de bananeira ou de mulungum não importa dizia o meu tio não importa o nome do meu tio ou o quê o meu tio fez meu tio é meu tio não é tio de vocês acertem o passo numa bike stepper tirem o e, semiótico... dos raios... e me tragam um triciclo decente leve e preciso muito silencioso também Clarice.       

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quando ando aqui é com a mesma tensão que ando na paulista...


É, eu nunca fui do cotidiano, concordei pra agradar o freguês, assim como as poucas referências, tudo adorno sem nem um benjamim para enfiar mais de uma tomada tudo acaba em t minúsculo mesmo, o engano maior foi me dizerem que era vida aquilo que não viveram.
Coloquem seus cones ou usem como megafones!
Passo outra hora.
Estou cansado de procurar aquilo que aqui não tem.
Amanhã passo na antes casa do ciclismo pra pegar a roda 24 dianteira da minha bicicleta de pau. 
Comprei dois pneus de 30 pra Look.
Já estão fazendo bicicletas de madeiras do Brasil e das boas!
Só tenho um pau de ligação.
Já que não posso ligar só com o furo.
A manchete da rede é peixe, frita com fubá por cima da lambrecada de ovo. Seco, como só vovó sabia fazer.      

De passagem

Finca aí que finco de cá vamos brincar de fincar até a escola!
Que bom não saber nada sobre eles aí dentro.
Aqui de fora passo!
Jeep querendo pegar Porsche.
Quando a instituição tentou me enlouquecer por mais de trinta anos quem fincou bandeiras por mim?
E olha que fiquei pedindo apenas psicologia administrativa...
Eu finquei foi um prego de mata-burro num LP e batizei de banco de CD sentar! 
O curador esqueceu no Parque Lage.
Me convidaram para ir à Bahia mas eu não tenho avião.
Alex me quer na Bélgica mas não tirei o passaporte.
Manoel Nunes me quer em Colônia mas não fiz a barba.
Vou ficando por aqui bem misturado ao livro da cara ou ao diário de exposição!
Estou por conta da minha mulher.
Se eu disser que a minha nação é uma aberração vão falar que foi eu que dei o ouro ficando pobre de rima rica?

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Porquê não posso virar à direita?


Meus bispos gostam de rasgar diagonais maiores.
O suporte não me encanta.
E, estamos em plena seca!
Minha bicicleta sabe dar voltas em quarteirões.
O paralelo de São Lourenço não reclamou da minha dobrável aro 16.
Monte um tabuleiro na bandeirada de chegada da fórmula um com peças de componentes ciclísticos!
Se o Sérvio levasse o espanhol ao quinto set, em pelo menos cinco horas, eu já iria dormir contente.
A linguagem do corpo quer todas as modalidades sem patrocinadores apenas uma leitura fisiológica dos movimentos...
A dança do desenhista com suas extremidades...
O balé do pintor na ponta do pincel!
O dedo do fotógrafo disparando a guilhotina...
O indicador empurrando um peão-dono-do-centro.