domingo, 31 de maio de 2009

31 de maio de 1982

O homem bárbaro
lida bem com
A menina Bárbara

tEMOS qUE cULTIVAR nOSSAS aSPAS

Ver árvore crescer, é cliché?
Plantar pra ver crescer?
Testemunhar os frutos?
Só para dizer: Foi eu que plantei?!
Chupei do fruto que plantei?
Vi dar flores?
Acompanhei todo o crescimento DESDE A SEMENTINHA?
ADUBEI AGUEI PODEI CATEI BICHOS ETCETCETC

sábado, 30 de maio de 2009

Co-Autor

Azulejo é padrão?
- Eu tava na piscina nadando e eu afundei eu estava crescendo e eu estava ficando pequeno e aí eu afundei.
Desenho é de plástico?
- Eu tava lutando no shoping e aí eu ganhei de alguém pois o homem grande morreu porque eu dei uma porrada nele.
Tinta deixa rastro?
- Eu tava brincando de dar cambalhota no meu judô e eu machuquei por causa do menino que bateu no meu pé.
Quantas formas existem no mercado?
- Eu tava pulando na escola de canguru e o menino bateu na minha cabeça.
Pastel à oléo está na moda?
- Eu tava brincando de rolar lá na minha escola e um cara bateu em mim de rolar.
Com menos de 4 anos pode-se ser escritor?

-

Artur me dá aspas

Eu tava correndo com o josé e o Rafael e eu machuquei por causa da naomi que mordeu meu pé então eu tava vendo as nuvens antes eu tava vendo uma nuvem que parecia com o sol dando cambalhota no meu judo quando o menino bateu em mim de cambalhota eu tava vendo um passarinho carregando uma tinta em cima das costas e que aí quero contar que você escreve eu ainda não contei eu tava vendo seus livros com o meu binoculo aqui e aí eu não vi seus livros só que eu vi os livros só isto vamos escrever outra história só isto eu ganhei um binóculos eu tava vendo aquela janela com meu binóculos eu queria saber se você sabe desenhar uma raposa agora tira estas letras aí e vamos escrever outra história eu tava dizendo que eu ia guardar o meu binóculos: e sopra uma linha amarela suspensa por um binóculo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A linha transparente!

Moscas nas vozes
Iscas nos anzóis
Se puxar, fisga!

Bafo de vozes

Abri uma forquilha de ficus...
Finquei de cabeça pra baixo...
O sanduíche na empunhadura...

FRUTA COM PONTA

O jardineiro pedala
e aduba 10.10
não conhece abiu.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

NOOR HARDTMUTH

o lapis importado na

o blog da Laise cape

robson ilustrando um

quarta-feira, 27 de maio de 2009

SEM PROBLEMAS

ESTÃO TODOS VIVOS
NUNCA MORRERAM
ESTÁ TUDO OCUPADO

DEPOIS CONTO O RESTO NA SUBIDA

PERNAS DE GIRAR MANIVELAS
BRAÇOS DE SEGURAR GUIADOR
METER O LEME NO BANCO VELAS

Arte pela Arte

Buda bambu balança
Bate banda bumbum
Bumba bambo Bloom

_Fala véi!

Poder de escrever ainda que não lido ouço no canal Brasil mas ouvi ainda antes no local os escritores professores de universidades divididos em mestres-artistas cuidam da meta-linguagem com certo zelo e se modelam no gênero na forma no método disciplinarmente donos dos caminhos dos outros arriscam críticas cuidadosas cultuam a academia com pretensão de convite querem sim o pedaço do bolo é explicito a vontade do gozo transcendental junto ao fuZuê escritores amigos de escritores com a intenção clara de interesses pessoais enquanto a arte vai bem obrigada: Os micos-estrelas por cima das árvores assobiando seus pequenos dentes inofensivos diante do meu olhar sem nenhum interesse TORPEDO passa negra comigo em cima um bom ritmo depois de ver a 17 etapa do giro d'Itália um décimo lugar para lance nos seus 37 anos e quase 38 bom sim de ver o olhar azul-profundo inspiração sim também sei voltar revoltar abandonar e tudo que acaba com r: Robson.

A transmissão oral

Ver, Dana.
Não ver?
Cigana.

Velejaram sentados na proa

Esqueço o último mestre
Leio a história já contada
Escrevo o primeiro teste

Cura dor ria

Uma fogueira de pedras
Recebem desenhos naturais
Adorno no jardim

Vão procurar um til

A pedra me ama
a madeira também
o pássaro voa

terça-feira, 26 de maio de 2009

Chico-Traçador

Vi o serrote
chorar
jacarandá do cerrado

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ataco-me

Sim depois não
parece ser
Contemporâneo

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Cada um

antes de palavra viam
depois nomearam
agora imagem

Falta a borracha

Sebastião Ciclista do Ferro Velho do Paulinho
Pedra 77: me arrumou os para-brisas de brasília para o meu sandwich de vozes com salmão.

Zorobabel:

" ...é impossível parar de dançar..."
"...eu quero uma casa no campo..."
ASPAS QUERO PROPAGAR ASPAS


quinta-feira, 21 de maio de 2009

72

Limpo as mangas da camisa no nariz
enquanto o professor fala sua história do Brasil.

Moto-Contínuo2

O Jarbas é um especialista do retrato, e novamente acerta o alvo na mosca, recomendei-lhe uma 85mm 1.2 Canon para sua 40D.

Ao lado do poder

É tão importante prestar atenção ao cão virando latas junto com as crianças abandonadas, até por não ter nem um académico que rima latas com abandonadas mas tem crianças de académicos abandonadas sem nenhuma pausa para o abandono e todas as salas para todos os papos e cafés cigarros disputas por postos melhores direcções de departamentos viagens internacionais defesas de teses para arquivos mortos reuniões performáticas filmes sobre o assunto livros fotografias deixando pessoas mais ricas em abandonos mais ricos e a adolescente te convida em trânsito: quer dar uma gozadinha?

Babe

Alugaram os olhos da população
banalizaram todas as imagens...
Estamos hipnotizados: Mais ima....

Onde está o problema?

Vocês sabiam que pais de alunos de classe média alta colocam seus filhos-problemas em grandes escolas particulares e os professores não podem nem tentar educá-los?

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Dou as horas.

Primeiro: Mondaine de ouro.
Dado pelo Pedro Cotote.
Padrinho de batismo.

Swiss watches

Swatch

Quando Voltas?

Ironman Triathlon
Quantas voltas?
Digital Marathon

Quantas horas mamãe?

Casio made in Japan
G shock
Case madre in passant

suas amas secas secam

Pessoas são vagas
suam ama pum soam
passam vão devagar

Bambolê de bamba é pandeiro

Bombeiros apagam bumbum
Bombardeiros mandam bombom
Bambuzeiros reinam em Taquara

Uma deixa da cuxia do meu teatro

Um corte de gillette na coxa
Uma pinta marron na bunda
Um queixo todo furadinho

American Standard Code for Information Interchange

Amare linha salte
Azul e renda alto
Amar em linha alt

Queimai no inferno, e cantai

Cuidai com o escrevei
Queimei kodak filmei
Cuidado com letra véi

Degrade o Universo

A grade Universitária
Agrade a Universitária
Degradê Université

Ponteiros sobre ponteiros apontam

Hora aro sem H
Hífen-menos-H=
Há, existe um H.

TUDO DEPOSTO

Um depois
Dois depuseram
Outro depôs

Os músicos são amigos de ouvidores

Os escritores são amigos de pintores
Os pintores são amigos de escultores
Os escultores são amigos de pixadores

Brado Retumbante

Borba Gato eu nunca esqueci
só não me lembro do rastro...
Sabará, o retrato da tia Diva.

B

Missa é assiM
Insensati
Maratona é anotaraM

A cor da voz

Pintor de Angola
Karneval der Kulturen
Rapper de Angola

Tênis de mesa

Sim, perdemos o tempo.
De minha parte:
Nunca procurei por ele.

vão

A HORIZONTALIDADE DE UMA RETA
o vertical corpo tombando inclinado: abismo.
A DIAGONAL IDADE DE UMA LINHA

Navio Negreiro

Verde-erva, como o da maresia
pequenas linhas variadas nos sentidos dos sulcos
Quando dominam as terras se deseja o mínimo de branco.

Uma estatística oficial estabelecida

Aplicações especiais
é a linha determinada
mediante a intervenção

Descobrir um lugar

Estudo de um traçado de caminho, público ou privado: Haverá que se esforçares antes de tudo, sempre que o solo lhe permita.

Fastidiosos cálculos

Inclinação desejada
Triangulação
Uma regra bem plana

terça-feira, 19 de maio de 2009

ARPOAR NA DOR

FAVOR POR AR
AR POR FAVOR
POR FAVOR AR

Tom, toca mais.

Bem que mal faz?
Sem mão pego.
Tem, que tal mas?

Quantas mágoas neste escrever?

Pedras na superfície d'água
Quantos toques antes de afundar?
Pedras no sapato furado

...cia

Floresta
Belo-Horizonte
Infância

Lembranças: Rio das Ostras...

Toldo listrado de azul e branco
Livro riscado de blues & Blanc
Toda praia tem seus meninos.

Aderir à qualquer moda

Durex: cola incolor!
Dura lex sed lex:
Adesivo da infância

Tutú com lagosta

Uma legenda Culta:
Trânsito de Hipótese,
Um legendário culto.

N.O.H.A

Ontem li
Hoje vi
Amanhã si

Zi

Literalmente é verdade
a literatura mente
o verdadeiro fim.

Os móveis fotografam.

As cadeiras não sentam juntas.
Os bancos recebem os mesmos cus.
As mesas são coniventes por baixo.

Brasil made in Brazil

Património é Homónimo.
Pátria é Sinonimo
Eufemismo é Feminismo.

Você está com algum tipo

Traz uma importante arma.
Calma!
Vamos avaliar para saber se

Black Weight

Medo in usa
Genuine
Mede e usa!
Acredita em acreditar.
Credita o crédito: Deus.
Deposita em trânsito.
Compra o débito: Adeus.

A nóz moscada

A cor do jornal é local.
A dor do paciente é hospital.
A voz do dono é modal.

Justificar

Não existe nada além de você, e o paradoxo é conviver com as coisas que parecem existir, tanto é verdade isto que só você pode nomear as coisas, pois só um idiota aceitaria nome para as suas coisas, e coisas que te dizem existir e não compreendes, estas não existem, já que não podes explicá-las. Assim a fórmula 1 não existe, pois não posso explicá-la.
Se ficou bem claro: existir é relacionar. Um casamento só existe, para os casados, quando estes se relacionam, e a sua impressão sobre as coisas vale tanto quanto achar um por do sol bonito. Talvez se entendesse de sol, ele seria mais quente ou mais frio, mas parece que ele não dá a mínima, caso houver um Deus, também.
A lei que existe é aquela que compreendes, e não aquela que cumpres. Parece que acabou o gás mas oxigênio ensaia moléculas de água quebro hidrogênio
inflamo o gênio efervescentes comprimidos de sais de frutas.

Sugar

Groselha
Açaí
Guaraná

Edite nunca ditou

Prensa um tipo.
Corte uma palavra
Insira um signo.

DESBARATINAR

Estímulos do escrever vou atrapalhar a rima deste lado
mal e bem de qualquer um assim embaralho as mentes
deixar claro a intenção soma soneto com maremoto sim
língua escovada quer rum não dou a mínima pro entender
marchar fora do passo quem quer entenda o que entendeu
lente padrão por um zoom somos as bocas tortas na bela
metalinguagem versão passou pro outro lado porque dei
escapar com rumo ao som de mudar de tipo mas ainda não é uma pista de me seguir

Se pesquisam

Tubarão
Cão
Humano chimpanzé

ANALÓGICO

Topografia
Mapas
Sábios Conselheiros de Estado
A cabeça deste importante serviço
A tinta da china que se funde do lado das partes mais claras com o amarelo de Nápoles.

Manuscrito fora da garrafa nunca encontrado

Um dia não sei se quero saber qual resolvi escrever sem saber era como se já soubesse que ninguém sabe todas as regras os métodos eles andam por aí não precisamos ir atrás deles como as notícias de hoje quem precisa ler ou ver jornal todos respiram jornal andam jornal falam jornal estava determinado a contar desde os primeiros gibis fiz tiras cinematográficas com luz de vela escondi nas cavernas de cobertas em cima da cama cavei a terra cidades subterrâneas escalei serras pedras criei o romance com os formatos telenovelas foto novelas livrescas aventuras sempre sentado na cadeira de lona parda diretor fui diretor o tempo todo repetindo palavras olhando imagens sabendo que querem mais um herói doméstico dava mijadas nas camas cachaçadas nos bares perdia o jogo ganho deixo o dente cair apodrecer fico feio sem educação me escondo de todos vocês tanto aqui como por aí sem rótulos sem elogios sem papinhas nas costas e as mesmas piadas as mesmas vantagens vigoram sem graça desgraçado todos podem ver os meus defeitos falem digam pensem esquivem broto palavras análogas de outras combinações longe da estética que esperam pulo o muro sair de cena sempre foi meu melhor ato vão todos enquanto podem juntos vou também sabem para onde e como não preciso mandar vamos todos ou venham polir minhas pedras também tenho preguiça de lixar e jogo tinta

segunda-feira, 18 de maio de 2009

City of Heroes

Chegou o frio em todas as articulações.
O chumbo do céu me agrada.
Homens trabalham na casa ao lado.
Cansei realmente de todos os enredos.
Ontem vi uma despedida em Las Vegas.
Homem é preguiça de ser homens.
Candidatos à art 21 lançam pacotes.
O cão do vizinho uiva prisão.
H é um prédio da cidade.
Casa pronta vai além de casa.
Ora meu bem ora meu mau.
Hitler está no paraíso.
Carne de porco espirra.
Oráculo web.
História é bobagem.
Cadernos tem orelhas mas não ouvem.
Ordem apenas nos gratificados.
Hoje é ontem e amanhã.

domingo, 17 de maio de 2009

1000 Postagens.

FRASE
É o enunciado que estabelece comunicação . Expressa, portanto, uma ideia de sentido completo.
A frase pode ser representada por:
-uma palavra: Corram!
-uma oração: O relatório está pronto.
-um período: O director viajou após realizar a inspecção e conhecer várias fábricas.

O gato deu: pulo de alegria.

RULFO

JOYCE
TWAIN
WILDE

PROUST

BORGES
SARTRE
HUXLEY

NATAS

MATAM
ATA
SATAN

Gastei mais uma hora e quinze minutos.

Apenas uma caminhada, e tudo volta ao normal.
Minha cadela sabe mais sobre ficar.
Ontem mentor falso: deteriora.

sábado, 16 de maio de 2009

Interrompem para sair

Nada no signo
salte do punctum
Dança sincronizado

Tese

Escrevia latim mitral
Sopro fisiológico
Existia grego natural

Tio, quem está?

Este barco: Rio!
Esta margem: Pio!
Este bardo: Cio!

O bombom dela:

A bomba do leão.
O bumbo da leoa.
A sombra do não.

Arte de embananar

As coisas são nada.
Desenhos mal feito.
As lousas não risca.

Junto ao batalhão de policias do mesmo

Brinco de lagamar
Peixinho córrego
Missa vulgar

è tanta energia, muda o foco...

Bebi os bares e a massa de olhares brinquei os papeis impostos e ainda querem me oferecer cursos eu rio arrombo os barrancos subo as vazantes até lagamar a serra do indaiázinho fez catraca cantar mas não desci da magrela meu destino era a casa do ferreiro de onde vim ver as selas amarrar os arreios surpreender na praça o mestre de lanterna na mão sem ver o homem no fim de tarde antes do lusco-fusco minha magrela furou o pneu no posto 81 câmara remendada enquanto como o feijão tropeiro com coca-cola as minas gerais recebe bem o meu cavalo verde-limão quantas bananas consumi na viagem deveriam perguntar sobre a minha cabeça de isopor minhas luvas de pelica ou a segunda pele triângulo da BERMUDA-CAMISA-SAPATILHA esquecem aventuras de cavalarias fiéis escudeiros do meu reino as seivas suaves fluem mesmo nos galhos secos auroram crepusculam uma amostra grátis segue junto ao envelope de bordas asalaladas de verde e amarelo...

Um amigo me escreve:

Prezado Robson,

Lembra aquele breve bate-papo sobre música, poesia, insights e otras coisitas mas? Pois é, o belo poema em anexo foi inspirado na poesia de li po, sendo a base da ópera das liede von der erde (acho que é assim que se escreve) de Gustav Mahler.
Para de Gust, pois, segue este banquete.
Ave, Mahler, soturno e sideral.

Um abraço,

Alber
De: alber.paula [mailto:alber.paula@terra.com.br] Enviada em: sexta-feira, 10 de abril de 2009 14:13Para: Alber Vale de PaulaAssunto: li tai po
PREZADO POETA,

1. Canção de Beber da Tristeza da Terra

Já o vinho vos acena na sua taça dourada,
mas não bebei ainda. Antes que vos cante uma canção!
A canção do desgosto
ressoa como uma gargalhada nas vossas almas.
Quando o desgosto sutura,
ficam desolados os jardins da alma,
esmorecem e morrem a alegria e os cantos.
Sombria é a vida, é a morte.

Senhor desta casa!
A tua cave está cheia de vinho dourado!
Aqui chamo meu a este alaúde!
Tanger o alaúde e esvaziar os copos,
São coisas que juntas ficam bem.
Uma taça cheia de vinho no momento certo
vale mais do que todos os reinos desta terra!
Sombria é a vida, é a morte.

O firmamento é de um azul eterno
e a terra longo tempo durará ainda
e florescerá na primavera.
Mas tu, homem, quanto tempo vives tu?
Não tens cem anos para gozar
de todas as caducas futilidades desta terra!

Olhem lá em baixo! Ao luar, sobre as sepulturas
acocora-se uma fantasmagórica figura!
É um macaco! Escutem como o seu uivo,
rasga o doce aroma da vida!

Agora, tomai o vinho! Agora é tempo, companheiros!
Esvaziai as vossas taças douradas até ao fundo!
Sombria é a vida, é a morte!

Uma garrafa iluminou

Não ter tempo de ser clássico.
Servir o prato que paga labor.
Nervo elástico: mata-mosca...
Sim, estou sentado no bar nu.
Natação nua de qualquer pele.
Ser mestre atleta fora quadra..
Nudez arte singular reveladora.
Super treinamento diário louca.
Nem concordo as gramas bolo.
Simpática figura fractal dança.
Nua nada todo o ritmo lava dor.
São tantos os sãos que mãos vê.
Negar o cigano limão na tacha...
Simplório atacado no varejão jaz.
Neste momento mínima peste sua.
Soa alarme bem-te-vi azulo parte.
Ninho calor penetração funda lanço.
Sair rias raiz quadrada de zero escrita.
Número de bichos casa 1oo damas.
Sinistra linha samba enverga as costas.
Nação problema mundo teorema resolvo.
Santos somos atletas conhecemos corpos.
Nirvana grilo tranquila imagem resolvida.
Sono de conquista dorme noites acordo.
Noutra vida noutro poço cega mensagem.
Salve o que puder jogue o resto na lixeira.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Defumação

Rezo vaca
oram
gado

Decrepitude

Galgo veado
autenticam
corsa

Dedução

Durmo urso
carregam
panda

Discórdia

Cavalgo tigre
pegam
bengala

Discípulo

Ataco touro
defendem
boi

Disciplina

Abro pavão
fecham
espanador

Dinamismo

Sujo porco
limpam
javali

Diletantismo

Governo leão
lei
leopardo

Didática

Espero jacaré
olham
salamandra

Diáspora

Desperto galo
acordam
frango

Diálogo

Domo cavalo
marcham
besta

Dialética

Subo camelo
desertam
dromedário

Determinismo

Berro carneiro
ouvem
mateiro

Desobsessão

Desenhei cabra
ordenhou
cabrita

Desencarnação

Montei burro
desci
asno

Desdobramento

Compro avestruz
recebo
gema

Desejo

Voava águia
posou
perua

Demonomancia

Pulei macaco
dançaram
orangotango

Demonologia

Arrisquei gato
apareceu
rato

Daimon

Soprei borboleta
ventou
vespa

Delírio

Escrevi peru
caiu
jacú

Delusão

Mandei elefante
veio
mastodonte

Deísmo

Apostei cobra
recebi
serpente.

Diabolos

jogo cão,

cachorro.

Whippet

Joguei lebre
deu
coelho!

Posso salvar na área de trabalho?

ligeira flexa plástica
rápido gatilho elástico
lebre descobre derme
rasgar largar ultrapassar
massas rasas desgastadas
fui retini desimpedi
jacú mandacarú espinhou
mandarim também lambem
sertão veredão solidão
subtil viril anil
Roterdan tartan Robson
embriaguez faz paz
outras palavras com outras terminações também querem entrar mas vão esperar sua vez sob

RG: 2

Todos os sistemas ligados a linguagem do corpo quer mais atenção as rotas já não fazem girar o antes presente passado ignora of online finalmente off side ainda é cedo para comemorar ou voltar a trás que vontade de tirar férias de mim ir fazer nada no lugar nenhum sem língua sem tradução até no ver não posso acreditar no que ouço ou vejo apalpar quero quieto ficar na sombra brincar com o manual a cartilha de descartilhar meu cão minhas máquinas minhas paixões não ter que ter compromisso algum que não seja filmes revelações livros traduções desenho de madeira nenhum encontro marcado vão ficar comigo sim lá em casa sem sair da quadra 2.

&

A

Luz
Nada
Mudou
Vazante
Caminha
Inspiração
Manuscrito
Impenetrável
Humanidades
Personalidade
Uniarticulados
Características
Correspondente
Circunstanciada
Intrinsecabilidade
falta um pedaço da asa que voa











quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sim, quem é o dono da bola?

é hora de perguntar?
í pode iniciar frase?
ó ora sem sujeito?
ú boi quer mugir?
à crase mudou?
é ser filosofia?
í vela acende?
ó bomba nua?
ú trincheira?
á assento?
é espaço?
í pinga?
ó bolo?
ú flui?
á dói?
é lei?
é lê?
é?

Piu!

Pássaros cagam
dão piolhos
roubam e matam

pontuem e coloque no correio

bonitinho contar estopinha ouvir elogio um modo de limpar os móveis diariamente mamãe gosta papai fica orgulhoso os leigos acreditam que ele tem domínio da língua é interessado nos estudos das humanidades assim quando entrega sua peça bem formatada com correcção absoluta vai tomar banho assobiando ópera veste seu terno impecável entra na nave importada e desloca-se ouvindo jazz fumando Guantanamera não sabe o nome do motorista apesar de trata-lo bem dar gorjetas chegando na agência sempre cinco minutos antes dá bom dia com ar de tudo pode entra antes na sala do chefe que tem sempre algo na ponta da caneta e o meio expediente corre com o tempo certo as crónicas os programas as jantas ele se acha HH caso não fosse criação minha em cima de fragmentos mal observados dos clichés do passado lhe pediria uma deixa!

Em uma linguagem clara e objetiva:

Clara, a câmara...
Proust, e a fotografia?
Segundo a natureza: O imaginário...

Ninguém tem um diário

Ontem fui levar o Toni no museu nacional pra editar o seu manual de encadernação artesanal com nosso mestre B&W lá estava Darwin dando autógrafos que colhemos junto com seu novo livro sobre estas novas espécies em um futuro não tão distante instituto sangari este homem bicentenário cujas ideias transcenderam as barreiras da academia e o novo rosto breve antologia do auto-retrato organização e curadoria do amigo W&B thesaurus depois de livrados fomos ter com o mab instalado agora no museu e acertar novas chamas quando surgiu o convite para a embaixada da Polônia ouvir Theodosios Theus no violão S.E o Núncio Apostólico Dom Lorenzo Baldisseri no piano Adriano Jordão também no piano e Hermann Sausen piano ouvimos vimos a pequena Tereza que diz gostar mais da Polônia que do Brasil e mandei rápido que eu também a mãe justificou que ela porque só vai de férias e eu porque nunca fui entramos na fila do rango maravilhoso comi muito bebi suco de laranja e cocacola doces e fomos embora prometendo comer um alce sextafeira lá na Finlândia.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

"o link oficial desta depravação: www.myspace.com/sarauportatil" (MN)

_Estou neste inferno longe do mar junto com meu amigo maick nuclear é bom estar com alguém antes dos trinta gritar o novo em qualquer parte deixar o sangue fluir derramar formar poças pra sapo pular e finalmente bem romântico ver finalmente a parceria tão sonhada e adiada mas no tempo certo na boca certa deste artista que tem um milhão de visitantes no seu cogumelo nuclear que não afunda navios nem derruba aviões na sua guerra virtual oral digital analógica hipertextual arte de bigorna quente golpes de martelos corte de samurai visitem coloquem no google entre aspas: "Maick nuclear" e confiram com seus corações abertos a pegada da zona norte do parque edú chaves paulistana-universal além é claro de qualquer performance literária!

ciciasse B

começo historia andava nu de todos verem entenda de andar se não vai errar no mesmo erro o seu andar mas se vem comigo vamos rir durante o percurso não existe nem um mal em andar nu que não seja o ver avaliar sentir disto que sabem pois as melhores vestes são as transparentes não transparentes aquelas que apesar de estarmos usando não são notadas ou se são temos vontade de vesti-las suprimindo o além da necessidade de tempos modas leis e outras falas em torno da combinação onde gaguejei minhas fraquezas confundi minhas potências meti o nariz nas cumbucas desastradamente e não me arrependo tudo foi proveito até mesmo a falta de vontade do semelhante quando se esperava mais dele sempre esperamos mais é o óbvio mesmo quando estamos preparados para não esperar sei que não precisava estar escrevendo isto mas é tão bom falar sozinho olhar no espelho e ver este intruso que somos atravessando o verso a prosa o regulamento a moda andando sobre o planeta querendo chupar todas as frutas ver todos os passarinhos ouvir todos os latidos sem nunca ficar correndo atrás dos arquivos institucionais nada de chapa branca mas sem medo de dar uma volta de camburão ser todas as coisas de pessoas de tabacarias provar os fumos fabricados fumo de fumos velas rasgadas apenas derivar por devaneios de um caminhante solitário confissões aulas ordem de discurso as palavras cara a cara com qualquer nacionalidade de traições de tradutores bater bafo com as citações orelhar os orelhudos na caixa preta dúvida das raízes do Brasil enveredar: veredas grande sertão de sertões rosa dos ventos e no fim apenas um retrato na parede e o cão aos seus pés bate por você o coração que não precisarás mais bater desmorona-se todos os pedregulhos os coronéis não recebem carta tão pouco ganham briga de galo a lavoura arcaica pode dançar sua colheita como sempre.

uma roleta, tá?

Sim acabo outra pesquisa de rua no volante entre palavras conhecidas antes depois tantos personagens o romance pronto ao seu lado é só pegar cravejar de diamantes outra peça natural desenhada pela natureza elementais dançando sua chuva de ideias seu malabarismo do bem querer performance fora de qualquer endurance registros de terreno mijadas espumantes de poças curvejadas com limão e sal estender os braços alongar a pernada estou cansado de ir e vir circular constante dentro do mesmo por isto extraio colo amarro grudo Virgo acabando a madeira e a peça não sai lixo e pego o rei preto vou bater na próxima rodada mas não faço alarde preciso não esboçar nenhuma reação no mesmo ritmo que vinha depois do alemão leia minha mão este eme masca ou atinge o alvo?

O mar desenha nau

Retalhos são coloridos
Cortinas não coloridas
Armários tão doloridos

Lua da moda

Um dia média
Mu ida mídia
Am aau Midas

Lese outro cavalo

Eles cansaram de não ser
Sele outro cavalo
Eles viajaram de não ver

O choro alemão

O cão preso uiva
O dono não ouve
O vizinho calarão

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vamos editar cachaça em vez de livros?

[editar] História
A Caninha 51, cuja produção está com a família Müller desde 1959, é a mais comercializada do País. Responde por 33% das vendas nacionais, que somam 1,3 bilhão de litros e US$ 600 milhões ao ano.
A empresa tem duas fábricas: uma em Pirassununga e outra em Recife, destilando 300 milhões de litros de pinga por ano e presente nas prateleiras de 900 mil pontos-de-venda no Brasil.

Aumento da medida potêncial

Aumento da riqueza nacional
Aumento dos ativos herdados

Aumento dos ativos criados

Sim dou aula dê matiz

Não vou deixar ficus
Sim vou cortar a raiz
Não dou conta d'cus

Base: "...paciência é deus."(GR)

Auto-Astral acelerada fatal
Serenidade o caminho do meio
Expectativa o tombo total

-Vovó, vovô sabe remar?

Lobato: “Escrever bem é como mijar.É deixar que flua como a vontade da mijada feliz.”
Robson: Escrever bem é como rimar. É deixar que flua como a vontade da remada feliz.

Urge apple morder

Recordable, pena não ser lusitana
Gravável pena, partitura digital...
EMTEC, tec-tec tecla a portuguesa

Tens o corpo nu?

EI negrito!
Nade enquanto água
Sei meu grito.

CD CARGA & DESCARGA CD

Aporta mais famosa que The Doors
Na ninha porta Shaolin perfeição...
A porta é mais famosa que os Doors

Eta Cara!

Tryp Brasil 21
ART21: Berlim
eCCo 21

Homodígito

Um porta faixadas é preciso no deslocamento diário digital e automático de acordo com a cara do freguês assim economizaríamos personas descartáveis de papeis de terceiros figurantes transeuntes e seus diabo los fazendo carreteeis desequilíbrios separações no balançar de qualquer caminhante que tem os pés no solo e a cabeça roçando nuvens...
...vou arreganhar-me inteiramente limpem por favor todas as minhas frestas ainda tenho dente podre hemorróidas e arestas nas unhas além é claro de chumaços de antenas saindo pelos narizes-ouvidos-poros todas as fendas percebem de ar sua percentagem necessária como qualquer um de vocês entendo ou tenho que entender as curvas já não me iludem tão pouco a repetição...
...aquele que quer fazer sucesso que alugue o seu espaço caso queiram faço minha intervenção urbana com madeira de demolição lei de qualquer genuína falsificação das planaltinas em torno passo massa tinta verniz e lixadeira elétrica trinco racho envelheço betume âmbar ébano nogueira para os seus painéis de Volvo...

A literatura é uma pintura

Leonardo Da vinci
Giotto di Bondone
Prof. Zé Roberto, do Leonardo.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

chamada Chamando chamada

http://revistalasanha.bravehost.com/tvlasanha.htmlhttp://revistalasanha.bravehost.com/tvlasanha.html
Revisto e assanho; bravo Nuclear! com manha de gato lambendo a própria pele: Obrigado pelo banho amigo!
Revista lasanha de Maick Nuclear Nova edição corram lá agora!

... Boal: Significa compreender que, hoje, todas as formas de expressão e comunicação estão nas mãos dos opressores. ...

Só na mata sem virgem Maria o caracará me filma enquanto flutua seu bico torto não quer a pedra do meu caminho uma opinião o teatro de todos nós personagens invadem a minha viagem sou a capela por todas as vozes coro com música transpiro o filme de terror cult com sangue das árvores unto mãos faces proteção contra raios indesejáveis e outras deficiências de estacionar impedem minha metralhadora desço o morro cuidando dos pardais e quebra-molas com a pressão exata no volante e motor troco marchas sem estourar uma quatro litros e meio de óleo Elf novo circulando nas câmaras e veias este frio de maio dói articulações uma mixirica pokan é o perfume perfeito entre o carro e o grampo agora estou nos meus domínios postando ao léu ele que só quer uma ligação directa com a gratificação fisgada dirige outras bandas outras ondas em outras mariolas desligado deste caracará poço sem peixe mas água à vontade.

Outros nós

Leis de madeira
meus respeitos.
Viés desenha

Requebrando

Papel bananeira
Vento fole sopro
Babel ignora

Calado

Caldas Aulete
caldos d'água
caídas do Lete

domingo, 10 de maio de 2009

RG: 1

Aroeira dá asa de borboleta
Diamante luz
Ouro amarra

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Definhações

Linguagem é pá de lavra Própria
mesmo se esta está subentendida
enchemos os caminhões alheios...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Borboletas são: " "

Biombo troca sua roupa
Birosca serve seu caviar
Baú encontra sua tampa

Entra o frio

quando o meu corpo fica sem a motivação vigente mortifica-se do verbo realidade verifico ficando mais visão de ficar recebo os outros do passado com mais atenção somo com o atual e dou-me de presente o menino Robs minha avó economizando um on já que sabia das minhas muitas ligações roubes o quanto puder o ar não é só de um rei deixa este ventiladoor abrir percepções inglesas ou de qualquer império dos sentidos ódio à senha do espaço e deslizando jetsons sem brevê vovó me olhava no fundo dos olhos via todas as pintas e os pequeninos sistemas planetários boiando em volta dos sóis pretos boiando nestas águas mel-verde-furta-cor-pardas-âmbar indefinido par de bolinhas de gude que com janelas fechadas deixava escorrer lágrimas de água benta voltando à cama em baixo das cobertas pronto para catar cabelos brancos e ouvir imagens do mais nobre minério indo dormir quentinho pelo fogo bem controlado da filha do ferreiro José irmã dos ferreiros Osório e José de Brito esta palavra que bem poderia ser feminino de brita ou pedrinhas de construir casas sólidas de espaço e tempo que usei para matar passarinhos quebrar vidraças tentando arrancar rosas levantar galos nas cabeças das meninas de outros quintais intimidando meninos maus e também fazendo anéis brincos atirando para o céu sem direção nos telhados nas pipas e errando outros olhos para que pudessem saber da minha pontaria alheia aos seus alvos mas quando assim caminho sei de uma impotência além de qualquer potência e deixo o tempo andar no seu espaço circular...

... ...

Picasso depois de ser Picasso, foi dormir tranquilo?
Drummond estava mesmo preocupado com o reconhecimento?
Fernando Pessoa encontrou-se na solidão?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Abre o Gás

Estranho escrever flatulência
É melhor falar em francês:
Peidou!

Alguém já falou comigo?

Minha lombar está doendo e muito estou no serviço já trabalhei de manhã fotografando pontos vulneráveis e tenho mais de meio expediente ainda pela frente sem contar que assim fica difícil escrever estou pedindo remédios aos funcionários um foi ver com uma tal de Floriana que não me lembro quem é tive que abandonar o treino de natação depois dos primeiros quinhentos metros almocei no clube e assumi a carga e descarga da biblioteca ás 14h em ponto agora só saio depois da sessão noturna
e quem está lendo deve estar pensando o que que eu tenho com isto nem eu tenho que escrever o que você quer ler ui me deram um dorflex foi a Simone da restauração de livros mas eu não sou um livro será que serei restaurado a dor é uma coisa como qualquer coisa e me lembro do Fred e de seu pai e ele agradecendo a sua dor devo ser mesmo um Buda mole fofa-se pois com dor ou sem dor bato nas teclas com o segundo dedo da mão direita digo que é o segundo porque estou com a palma voltada para baixo e inicio a contagem de dentro pra fora mas sei que no desenho do Da Vinci seria o penúltimo dedo da mão direita sei encher linguiça aprendi na infância você coloca a ponta do funil dentro da tripa como se fosse uma camisinha e vai enchendo o funil e pressionando para dentro da tripa que vai sendo modelada com a mão para não estourar a bizé acha que a minha tripa estourou com a pressão do meu aniversário diz que não posso ficar tenso as pessoas não sabem disto o ideal seria que as pessoas fossem me visitar como visitam pacientes sentariam a minha volta e falariam uma de cada vez e se eu sentisse necessidade de falar ouviriam com atenção infelizmente não é assim o mundo eu também não exigi pois sei que com jeito ainda chego lá aí vocês que estão lendo em vez de ficarem calados ou fazerem comentários forçados bem que poderiam fazer isto por nós prometo diversão vamos sentar fumar um charuto na varanda da minha casa e conversar como nos velhos tempos ou nos bons filmes vamos dar créditos às nossas falas um de cada vez por favor é pedir demais esqueçam os telefones os horários os compromissos esqueçam de vocês e pensem na minha dor de coluna olhem as minhas pernas que já escreveram tanto no asfalto deste país e na terra também vejam as suas marcas as suas veias o seu tônus muscular olhem o meu nariz a minha boca os meus cabelos também escrevem não a título de mimo façam uma análise do meu corpo sei que ele é meio torto porém parece ter tanto a dar ainda e minha pele respira tudo que vocês exalam não estou pedindo que me bajulem não não é isto estou sim pedindo mais um pouco de educação já que vocês falam que não temos educação dêem a de vocês tenho certeza que lhes fará bem tanto quanto enquanto nos relacionar-mos isto não é relacionamento ou vamos ficar cuspindo dados rolados contando os lados e caso gostem voltem sempre sejam sinceros gritem me chinquem falem mal de mim pela frente pelas costas não é assim que matam cobras pisam em suas vértebras e depois esmagam a cabeça?

terça-feira, 5 de maio de 2009

Do monte nasce um Rosa, que machado não corta.

As coisas mal resolvidas nos metem em coisas que não podemos resolver, voltam sempre os mesmos estímulos, o sábio ouve e tem a palavra certa para gerar possibilidades do bem, nós que não somos sábios, na tentativa de ajudar somos confundidos com outras coisas fora da intenção. Em um país onde a maioria não tem nada além dos clichês familiares, fica difícil falar de conceitos filosóficos, ou qualquer outra linguagem fora do coloquial, e misturamos falas acadêmicas com futebol etc e tal da coisa.
O alemão diz: Disto eu não entendo! Enquanto nós, sobre qualquer assunto, não exitamos em cuspir uma orelhada televisiva, um olhar rádio-fônico, ou até mesmo uma opinião livresca mal lida, quando não: um estalo de cabeça.
Assim, vamos empurrando a vida, nossa e dos outros, rumo a novas reencadernações, gastando folhas verdes e mortas, sem nenhuma preocupação aparente que não o escapar, seguir com as orelhas em pé e os olhos bem abertos, tateando arestas, frestas, pedras no caminho desta lavoura arcaica.

De ida e Volta

Voltei a Nadar
Nado no Naval
Contei o Narrar

O preto esfuma-se no cinza.


O quadro aí em cima tem vela transparência, plantão de mais de 28 anos de plantões: assim vejo o posto e registro a ocorrência da luz, reflexo de um entendimento administrativo institucional, muito além de qualquer roda viva, ou pretenso pinga fogo: meu punctum-studium de solidão.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

RUMO à natureza


Liguei o indicador na tomada de teclas: nenhum erro ortográfico encontrado.
Qual vai ser o Grid de largada?
A grade computacional malha a grelha!
Acelero courier em malha fria colocando as brasas na grelha: apertaram o botão de partida...
"BrasíliaMultiSport: Desafio no Cerrado.
O Atleta
O Sol
O Quadrilátero
O Desafio"(Alexandre Carrijo).
Brasília exílio atleta eixo do laser água mineral parque da cidade área alfa volta ao lago subir o colorado descer a matinha cruzar as três pontes saltar do morrinho do lixo asa delta plano piloto concreta exata em todas as modalidades de nuvem dar um role revisar neguinho irada linha do avião disco voador alto paraíso torre de tv tomar tacaca esta leitura semiótica de todos os seus símbolos cada língua da volta ao mundo mais rápida pelo setor de embaixadas marco zero de qualquer escrita aventura permanente no azul Brasília.(Robson Corrêa de Araújo)
A largada.
vivabrasilia.com
EsporteCapital
BMS
O ciclismo no BMS
A transição
meia maratona
Os dois campeões do solo receberam inscrição grátis para o Campeonato Mundial de Multisport na Nova Zelândia em fevereiro de 2009
"Brasília quer e tem total condições de se firmar como a cidade dos esportes outdoor"(Renata Falzoni).
Força & Atitude.

W Bertolo


Um A escada tem 8 degraus 2 articulações em cima 2 articulações no meio 4 pés antiderrapantes.
O A fica de 4.
O A fecha.
O A vira 2 II.
Até logo!

Esferas de Dandelin


Estou viciado em punctum.
Estão me viciando no studium.
Estou fotografando latim.

Correia de Campos


Lirismo para Líria
Primitivismo para Lígia
Surrealismo para Carolina
Barroco para Bárbara
Concretismo para Cristiana
Jornalismo para Thaís

Tempo


Tia Mena
Tio Osório
Tia Augusta
Tio João
Tia Diva
Tio Pedro
Tia Vina
Tio Ricardo
Tia Cisa
Tio Zé
Tia Dica
Tio Robson
Tia Bizé

Diana não caça


Li terá turra
Dina as tia o pendão
Li terra tua

KAKURO


Ranganthan: Usados, leitor, tipo, tempo, organismo-crescimento.
Não vale empurrar pai salvador cinquenta e dois bebum desinformado crocodilos azuis aprendendo a conjugar loucos humanitário uma ova pergunta errada sinais que comprovam a verdade big brother é inglês: O novo livro de Paulo Coelho.
Todo remédio apenas vale tudo o que é iluminado é culpado do reconhecê-la a inteligência de dar nos outros é sábio bem que qualquer culpa a serviço do amor possuiu quem conhece a si mesmo é não fez existe um somos incapazes, quem conhece os pensamentos embaralhados?
Meu mundo é hoje: Dois monitores mostram a mesma imagem na tela. Quais?
Placas contra fogo são marrons.
Obras raras no lixo da unb.
Dicionários Antigos de presente.
Ácaros engolem o conhecimento.

...sobre suas vidas pessoais.


We blog
online
Weblog?

"...meio de jogo..."


Bispo rasga diagonal branca
Peão toma de passagem ando
Torre sobre-põe-se ao Rei roca
Cavalo olha 8 casas do centro
Dama branca de caso com preta
Rei já andou duas casas no rock

Pequeno ensaio para nadar


Os homens estão construindo, eles são fortes, a força nem desconfia, a paisagem tem cara de boba, e o tempo, este então nunca se meteu nas coisas dos homens, dizem que ele é alheio.
O que são homens?
As pessoas ficam embaratadas no bueiro da megalópole, só não sabem bem como manter o acasalamento, mas sempre nascem mais baratomens, este sangue branco-ácido alimenta-se de qualquer sobra de força.
O que são baratas?
A vida parece andar sem a morte, apesar de não ter ninguém que prove, as baratas constroem no subterrâneo do mundo dos homens que matam baratas, e são polidas, bem desenhadas, podem até voar.
O que é voar?
O homem precisa dizer que é inteligente, mas não inventou a barata, e ninguém pode garantir o contrário, acho bem possível que as baratas tenham inventado o homem, apenas não lhes conferiram os mesmos poderes.
O que é inteligência?
Esta moral do escape, hoje presente em todo o planeta, não escapa de uma ética escapista, dentro do trocadilho mais idiota, pretendemos ainda encontrar arte, vinculada ao social, mas...as baratas também tem a sua sociedade...
O que é sociedade?
A Filosofia dos homens nunca deu a mínima atenção à filosofia das baratas, que cagam branco para isto. As baratas de laboratórios só querem voltar a origem da mensagem primordial: voar e rastejar.
O que é uma Questão?
O que é uma pergunta?
O que é uma interrogação?



- De pé infinito!


Os latidos da repartição
As palavras caninas, alô
Ao cão uma trégua ação
Ou passam latindo, avô
Um ruído de rua trairão
Só bananeiras uma velô
Dá mole mole amolarão
Já directas dantes uivou.

domingo, 3 de maio de 2009

Com texto não se brinca


Escrever é tranquilo como um grilo Maiára arrancar os espaços dos outros também grilos são atletas de saltos em alturas e distâncias nunca permitidas às proporções humanas elegantes galgos de madeira das outras leis insectos e tais põe ponto com sua boca vermelha de tesoura afiada de cortar folhas de traças esfregue as asas ultra-sensíveis e granule em grãos de granito escultura do eixo monumental quase estourando a chapa no sol a pino substituir crases sem o chapéu rosa cortar com o machado a circunflexão local lacrou com laca de lâmina de pau brasil um diminuitivo do absolutamente maiúsculo país encantado por rubra flor restauração dos títulos acadêmicos e das loucadêmias de policia miliciante das vias-lúdicas lion passant.

Agora Ser Veja, Isto É:


Antes senta na palavra e voa o palavrear
nesta na tese do signo um touro mina cansanção não é sabiá limpa a garganta n'outro monte meu cérebro é pressionado por conversas alheias a cachorra come pedaços da minha cadeira de vinil azul o marceneiro fala de cola de fórmica bate latinhas de skol à vossa saúde
tipos Pilsen, beats, chape claro e escuro.
Mas minha abunda ainda senta bem na velha cadeira de pernas finas com encosto macio comprei duas no prego de sebo antiquário brecha garagem salde uma preta outra azul estou falando de mesmo minhas mesmas coisas lesmas nas suas velocidades vespas do verso do baralho encarto dou carta embaralho sobre a seda algodão doce das bandas ligas seguram meias transparentes na cor da pele minhas pintas de sol as outras naturais tacteio uma tatuagem de puxar palavras por palavras de miradas antónimas de um anonimato provocado por bestas locais.
Têgos ou Pêgas estão dentro da cerca viva de ficus, despeço-me do marceneiro pedindo para ele não espantar meu passarinho, venham me visitar sem uma segunda intenção sem convites comentem no meu diário aberto sem nenhum modelo interessante ateliê oficina do que rolar todo o trâmite do transeunte inconstante-constante só que ainda não a próxima safra talvez apenas barris de ébano em construção para conter o vinho amargo que cura fígado-prometeu sem promessa de transcendental.


Voo Austral


Vou mudar o vinco da questão
passado à mão ferro de brasa
um til guarda qualquer inferno
passa pássaros andes a altura
condor estraçalha meu fígado
prometeu cumpre envergadura
asas fixas deslizam linha vento
nada além do olhar alvo venta
chão apenas textura desenho
neve elevem à quinta potência
rarefeito ar no bico curvo .......

sábado, 2 de maio de 2009

trabalho visitado jogado amigo de agora


As bolas são apontadas com setas imaginárias por olhos retos que querem os seus fins dentro das caçapas encordoadas por cordão de algodão branco costurado à mão desconhecida quando exito na pontaria ou no deslizar do taco não entram pois são bolas que querem ser tratadas com toda a decisão possível sem titubear ganho do leão perco pro amaral o leão ganha do amaral e depois perco a última pro leão que resolve voltar à pé para a sua selva enquanto o amaral volta de focus com a thaís minúsculas bolas bolam sem muita fidelidade a real idade dos tempos das sinucas que levamos e o castigo final é amarelo e tem um marcado de preto no branco registra o celular para um concurso de imagens do triângulo das bermudas de nossas passagens longas por longos períodos de outra partida que chega e confere o ímpar par de nossas amizades jade.