sexta-feira, 30 de setembro de 2011

_Hei bob! Fotografa tudo, e manda pra rede!

A minha HISTÓRIA em quadrinhos o meu quadrinho é junto com fotografia intervenção fotográfica mas cópia de ninguém vão querer cobrar direitos autorais pela película pele construída sobre outras peles nos discos rígidos nas capas duras de estantes virtuais está com diverticulite boa tacada bob em cima do instantâneo grande início para o final desde menino riscamos os desenhos dos outros quem vai levantar a mão para dizer eu não perguntem ao cientista palmeirense a parcela exata de mediocridade sinto muito querido sou santos e digo pro porcão ela é maior bem maior tão grande que não da para ver o que restou somos melhores não por saber somar somar somar dividir multiplicar somos melhores  só quando subtraímos com tanta perfeição que ninguém ou quase ninguém nos denunciará o gênio é o ladrão perfeito aquele que ninguém nem desconfia ele quer roubar a mediocridade ou apenas viu Bresson na Ásia África Ámerica do Sul do norte o mesmo Bresson pintado pelo rock pinto mpb porque mpb é repetição e segundo o senhor elevador do arnaldo vilares repetição vira super produção como não ouço mais elevadores vou pela escada até ao terraço e bato mais uma chapa qual é de mermo? Estou cansado de ver nas galerias suportes como enquadramentos salgados frios doces sobre obras porque não analisou só a pintura então se se remete a criatividade do pintor rock não é erudita e o cara está dizendo que a miséria que Bresson focou está mais sangrada ou sei lá o que pois não vi o riso nem dos trogloditas nem dos acadêmicos vai falar daqui mano estou rebocando a mpb crítico de arte contemporânea precisa ir ao Baleiro jogar uma partida de xadrez. 
     

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ele dormia assim lá em casa

Altissonante sentado assinava os livros por trás da mesa de plástico branco ali no mar tio nica quando davam um tempo ele levantava falando de bem perto com os conhecidos das novidades literárias acenava para um e outro sem perder o fio da prosa era a volta do príncipe Russo num novo posto avançado dobrando sete mares cavalgando uma égua nova com sua farda impecável o capetinha está cada vez mais engraçado ambiente conhecido os filhos presentes com as anteriores uniões reuniões de raposas e boas galinhas à passarinho olha o passarinho clic não ri não defunto medo de fofoca foi embora quando saiu apertado com escândalo de pastor sofá outro foi pego lorotas de escritores bafo bater ele está editando pela próxima editora-jabuti é muito querido na nova megalópole e a Russia já tem família Jetsons seus discos seus filmes seu teatro grandes livrarias para pescar robô anotando a sua lista de escritores conhecidos sua correspondência respondida cem por cento nunca perdeu um enterro de autor do seu círculo que dizem dar vários pneus no planeta quando entrei ele ainda não havia chegado a via escolhida para a estratégia de reconciliamento levei até um presente para ele uma edição rara de uma cidade que enterrei imagens de lugares demolidos quero qualquer frente de guerra e no fundo eu lhe quero bem sempre foi um príncipe generoso já enviou meus manuscritos para grandes editores do país não posso passar é a sua vez joga antes de cair seu relógio mate em quatro lances o avião fez escala?     

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Estes azuis estão vivos


Olha as bananas verdes lua azul montanha branca quem vai cortar as unhas com uma banda do nariz?um toque de rosa no esquerdo um umbigo esfacelado sobre a folha verde pés trabalhados tampo invisível tudo é tão integrado com na cantora com cara de paisagem tamanduá velho estica o seu focinho de canudo o acidente não perde a pose Julieta Bárbara gostava de desenhar muitos desenhos do papai também por lá ainda querem ser o velho inglês esperando sentado babando visitas inexistentes? Ou circular na alta? Nenhum sentimentalismo idiota na fala da artista de 95 anos conheceu todos jogou nos cassinos foi amiga dos grandes cineastas pintores escritores namorou alguns deles foi casada com outros era é foi documentário lucidez no final humor elegância vida obra de arte art-life vidarte.Eu só vi a metade preciso ver o resto. Aquele que insistiu mais sem ter certeza envelhece mais rápido?Você tem certeza da sua linguagem?Quanto significa o local?Apostas de entradas nas saídas não tem graça o jogo já rolou? 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Estou procurando um mato em qualquer lugar

assanhar  o assassinato: assarapantado.
canon tremonha escorre o grão.
absolvedor vai absorver absorto.
cispelho cista leva no cistagono mesmo que seja um cisterciense.

apresento-me dentro das calças dela.
levanto árvores escondo outra nua conduzida por seu cão. entre as duas do primeiro plano da esquerda para direita.
esta janela da mata eu ainda não tinha visto: sustentabilidade?

quem está na janela mostra nudez sem paredes.
um pé de framboesa?
estas luas quadradas iluminam dos dois lados.
quatro pontos separam um verso?

uma estrofe de quatro pontos contém quantos versus?
uma certa elegância não esconde uma gravides...

é o melhor lugar para um palhaço ....

nadar no frio vai ser foda.
os periquitos ganharam o espaço.

3 apartamentos e uma casa de barro para familias de

TROGLODYTES MUSCULUS.


vamos voltar aos quatros?
segundo dizem o azar está no posto médico.
mas não é uma sorte se curar?
mande um curador pra cá.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Manda cá, que eu mandala

Pequenas posas de gotas d'água em cima do teto do carro: choveu.
Você quer que chove aí?
Um beat quê não gostava daquilo que fizemos com os cães, ou fizeram com o homem, ninguém fala assim, Schoperrrrrauerrrr com o dele, não citar cães famosos é clic, olha o nariz dele! Me parece bicho com gente: alimentar.
Já comprende sono beber calor cuidados, e uma falação em manta, garantido.
Tanto faz homem com cães ou homem com pássaros ou insetos ou cobras: o homem ao lado do bicho é ridículo sobre todos aspectos, me empresta o seu nariz, posso dar uma volta com seus olhos, quanto quer por uma orelhada?
Sua exuberância no mato já revela que se aproximar-mos muito eles vão nos colocar de governanta e vão ter só que refletir cantar fazer uma gracinha ou outra , e é vida resolvida: que tal uma escapada?
Ou a troca é justa enquanto brincas de domesticar serei seu aluno perfeito enquanto não pirar de ver tanta macaquice.
Vamos nessa.
Quem esqueceu de dar comida ao papagaio roeu um pé voou e foi ser pirata de uma perna só em outros mares.
Vamos parar de mentir: só sabemos fazer isto.
Achamos que temos um modo do outro estar ao nosso lado.
Somos oferecidos por conveniência.
Dizemos meu minha é foi será.
Somos os mesmos.
Calanguinho com galinha.
Periquito com melro.
Ratinho amigo de leão.
Sol com lua.
Sei lá.
Você está enamorado da garrafa ele do papel o outro da erva ela do conjunto aquele do carro de objetos de ser. Somos enamorados de objetos de ser.
Só por isto temos que construir ficção e chamar de realidade & construir realidade para chamar-mos de ficção.
Está chovendo.

domingo, 25 de setembro de 2011

Um travessão é apenas um risquinho por cima da imagem

OO Céu rachou pelo Rock com um chão de vinho e sangue, feito de cerne e casca: madeira.

Minhas imperfeições posso cobrir com potência: na terra, no pé de vela, na água...
Mutantes secos e molhados: uma Legião Urbana.
Eu gosto!
Quando as pedras rolam a manada cai no abismo.
Triste The End.
Saber do fim, saber do começo, e não saber do meio.
Não estou à venda, sou de graça.
A moda venda foi excluída.
Vamos fazer esta estrada rodar outras coisas?
Que tal gastar todo seu argumento com um post?
Exuberância.
Ninguém rouba os livros nas paradas.
Açougue cultural!
Instalei a rua em casa.
Me troco por qualquer um.
Vamos dar outro nome ao texto.
Posso escolher os classificadores?
Meus arquivistas ouvem Rocksambaeruditaimprovisobatuquedeíndioeletrichorojazzmacumbamúsicadasesferas&ospássarosovento...pontinhosbolinhasreflexão...
Meus arquivistas ouvem reflexão.
A banda mais velha desta ossada chamada humanidade.
Minha religião não importa: ela está.
É.
E os olhos, o cinema, a clareza do tato, me exporta!
Estou mandando, mas vou usar a linha toda!
Nó.



sábado, 24 de setembro de 2011

Não mexa com a tribo, não mexa no formigueiro, não mexa no ninho,



A Primavera está vindo no bolso do homem de negócios.
Estrangeiro é lugar de não ir.
Onde foi parar o começo de tudo?
Vocês não tem nada para oferecer.
Quer mostrar como vender quinquilharias?
Você está dizendo que é uma bicicleta, eu digo que é um entulho.
Distribui computadores lá onde não tem o que comer.
Ensina a miséria  escrever.
Vai colecionar dodóis.
As correntes não me querem como elo.
Umas reservas de não ir, sempre mantenho.
Antes de julgar me defendo.
Leu um livrinho, é?
Ou deu uma navegadinha?
Viu no programa?
Leu jornal?
Falaram?
Estava passando na estrada.
E ainda queriam me incluir.
Navegar tem saltos repentinos?
O mar é mola?
O barco é fantasma?
Ali babá pra alguém limpar & Os quarenta perdões.
Um menino de 10 anos repetiu uma das cenas mais rodadas.
Ensinam, repetem. Depois não querem que aprendam.
Todos não estão correndo atras das mesmas merdas: e dizem que estão querendo ser felizes?
Estou criando pardais em cativeiro, estou com medo de serem extintos.
Estou, agora, com quatro casas alugadas, para corruíras.
Cada corruíra com sua pinhole.  

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Esta bicicleta é Italiana?

De onde é este selo encontre a origem desta roda e me liga ou comente desamarre os fios gestos da terra exposição no barro mas o disco morde a sua bunda e o maior agarra logo tudo tá vendo não? E passa uma seqüência de marolas duras voltando as pontas do laço esticam as pernas a mão do discão virou sol o nariz do disquinho virou um tubo interessante a montanha com neve tem um pequeno vulcão de vez em quando ele manda bala mais dá de fazer um tratamento de pele maneiro...
... a intervenção fotográfica não respeita álbum de famílias já que quer mar manda mais alguma coisa quem sabe?bota na bandeja enfia o ferro volta o braço aperte o botão retorne o braço, toca!
Posso te rebocar.
É tudo tão bem temperado que o vulcão tem um focinho com olhos profundos não pode ser um porco...megafone em flor lambe as costas dela.
É tão difícil pensar tudo isto.
A irônica frase é dar de graça.
Jogar na rede.
Oferecer como leitura direta, antes de carimbar a autoria, o exercício é melhor que o ofício.
Continuo desmontando materiais máquinas peças idéias pra dar vida.
Ele criou algo que lhe serviu.
Me servi de algo para deixar este algo melhor.
O bem não dá satisfação ao mal.
Não lhe devo satisfações,  mas mando um ingresso de vez em quando...
   

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O LP vira imagem digital

Os blocos estão pegando fogo, todos os televisores ligados a primeira vez que uma era um e significava gordura na ong de lá está discriminando o lado de cá má rapa qualé de mermo?  Essa conversa enrolada queimou o filme em cada janela.
Num vem com besteira não irmão.
Vai cutucar o cão.
De tanto observar imagem vejo a mamona tentando ler o papel, mamona dá azeite.
Que coisa estranha, é perigoso ter jeito, algo de grave, disse que nasceu, não é.
Que que eu tenho que ver com isto?
Estou pintando.
Quero pintar, pinto.
Este prédio pegou fogo por excesso de baterias ímãs churrascos cervejas baseados num fato histórico que alguém estava enrolando:   saudações.
O da brama fez foi um hipertenso discurso dos fragmentos desta atual globalidade e tem remédio para tudo com carrões AP de primeira escola e namoradas lindas todos terão de tudo, mora?
O chico diz que vai até o fim, vai beber todo dia, trabalhar todos os dias, fumar, jogar no bicho, brincar com mulher, fazer amigos, etc, ect, decepê. Olha o cara esticando o nariz pra cheirar a carreira do outro.
Balança mas não cai? Não.
Joelma.
Se abrirem todos os arquivos quando terminarmos de ler já estaremos caducando com eles.
A dita faz capacete norte americano do próprio cabelo.
Cabeçadas transformadas em galo de briga de diretores de modelos e modelitos de guerrinhas particulares só na digital da pra escrever um livro que fica em pé só.
Bolas.
Ela chuta.
Ela é a nova dona deste bordel.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Made in Japan?

Quando o pensamento não precisar mais de volumes de 784 pgs para não passar de conação, teremos detector de palavras, sensíveis a qualquer clichê do planeta, não parece o robô do perdidos no espaço? Parece sim, não tem registro, não tem registro.
Ele está caminhando.     Já é alguma coisa.   Todos os dias.   Melhor.   Sim.  A serpente troca a pele.
Deve ter uns três assuntos neste assunto: testei.
Gol. Testei como um débil mental, perguntava de onde era o que fazia e como era a sua familia o que pensava da vida o que lia ou gostava de fazer e como era fazer aquilo ou como veio parar aqui neste ninho de loucos eu queria saber tudo do cara, me tornava sua réplica, quando necessário eu o defendia foi por isto ele é assim e vocês como são em além deste pacote para o Face Book, do outro para o trabalho, daquele de gandaia, este de numerar, e os outros, de acordo com a subidas nas redes comunitárias, não é mais o abacaxi descascado?
Estou gritando, vamos nessa!
Que nada baby, a minha é melhor!
Entraram por onde?
Senta.
Você sabe quantos pagaram a conta só pelo prazer de me ouvir?
O seu assunto não é bom.
Você não está vestido adequadamente para o evento.
Este não é um bom lugar para declamar.
É hora de ir embora. 
Quantos você vai convidar para o seu lado?
Estou desenvolvendo regras sustentáveis.
Umas técnicas de autos-salários.
Eu sou o bunda lê lê tá doente o robô do perdidos no espaço com a cabeça quebrada de mais registros, vai precisar de quantos? 
Emoções baratas meus blade runner`s não vou deixar ninguém desprogramá-los peguem suas malas e viajem.
Quero só regular o foco.
Posso?  

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vou tomar um banho antes

Eu estava falando de estrada, ou de buraco?
As estradas são boas: matam nas calçadas.
É que o empreiteiro conhece fulano que conhece baleio que viu um lobo e sabe de simpatia e ali bla bla e os quarenta senões é tão suportável falar aquilo que vocês querem ouvir então melhor ainda me dá mais a análise da substância daquilo que move como se move de móbile art olhinhos pálidos mexelhões procurando onde pode render a renda a boca livre o descansar tomando aula outro no rádio projeta a próxima reunião do projeto com os amigos dos projéteis balas para todos um caramelo chinês na mão de cada um antes da surra depois do trampo.
Nem todos sabem correr fora das curvas.
Com as próprias pernas é mais difícil ainda, correr e tocar na bola só o suficiente, mudando curvas, desequilibrar sem cair.
Só vou ficar deslocado.
Toca essa abóbora.
Vou botar fogo neste goleiro.
Manga.
Pobre.
Foguetes.
Fogo de palha.
As palavras soltas não combinaram nada, aposto que não vão ser consideradas!
O cara foi treinado para sair, e não trazer problemas no rastro.  
Vamos cuidar do nosso serviço.
Os primeiros oitocentos vou brincar de Joaquim Cruz, mas antes disto acho um buraco...
Aí recomeçaremos a História com a minha primeira frase.
Como sairei de lá?
Desculpem, mas tenho proctologista às 10. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Estou vendo TV-ESCOLA

A aranha-bola fantasiada de coco de passarinho é especialista na caça de borboletas.
A goliath-bird toca a Tarantela esfregando as mãos.
este quarto verso é falso.
A viuva-negra com sua ampulheta vermelha no abdome.
este sexto é sétimo.
Papo de aranha precisa ser tecido.
A mulher aranha estava com uma no rosto, com olhos abertos, querendo crer ser uma também.
& circo.
A aranha-alicate de unha não leva nem fumaça do fogo no cerrado.
O sangue é muito viscoso.
O suingue é muito vicioso.
Perguntas idiotas não dão depoimentos.
Lembra quando perguntei até você endoidar?
Mostro uma sinceridade no idiota.
E não dou a mínima para o seu olhar.
Serve uma gota que permita esticar a linha.

domingo, 18 de setembro de 2011

Você não quer brincar com os meus brinquedos novos?

Você quer a tela fique de costas pra ela sente-se neste retalho quantos destes posso tirar de lá uma paisagem de fogo e sol muitas coisas nascem das chamas dos produtos químicos meus papeis digitais só eu posso reproduzir num vem com padrão não irmão contra pontos de pontos preto com branco espigas em brasa retalho bobo de mancha qualquer ele já sabia sim nós todos sabemos desde o início só não podemos deixar de esquecê-los de vez em quando esquece a pressa acabe com um dia só seu longe das coisas dos projetos pagos vamos gastar um tempo queimando folhas pelo cerrado que gosta de ser queimado na ponta do filme que levou luz no quintal do perdidos no espaço O Caio colocou no Cine Sport Cicle Ciclismo Antigamente  You Tube nós no tubo chupando picolé em cima da menina cheio de vidros nos bolsos perdendo o juízo na montanha embriagados de coroão bambeando em cima dela que não gosta de bambos sem suingue estes branquinhos quando ficam vermelhinhos amarelam os olhos e não entregam a rapadura nem ó o ponto aí tolão da conta de lê não muito bom sempre soube da festa sou sêmen da festa ciclista todos estavam olhando carros eu de olho nas bicicletas elas não podem ser atropeladas não podemos passar diretos nas curvas é singular quantos temos destes lá fora boné não quer ser chapéu meu bem e as leituras feitas sem intenção institucional cansou de chapa branca meteu tinta no lixo e desenhou um sol de Fazenda Modelo com a permissão do homem que sabe que não tenho modelo nenhum inteiro sempre um risco qualquer e pra mim é velha vou comprar outra trocar fazer rolo jogar fora chega desta me divertem suas rodas e engrenagens tudo limpinho funciona tão bem o que eu tenho medo é de você não vai dar conta eu não quero dar conta de nada isto é que vocês não entendem eu não quero nada vocês cobram muito caro levem a minha se me soltar dou um jeito preso também é óbvio ou não está claro o suficiente posso explicar melhor com nasci ciclista na casa do ciclista será qual foi o rumor na casa da frente quando viram meu pai chegar da vila prudente ali na penha os Cearenses que alugavam a casa dos fundos onde moravam só eu bizé e thaís conversou com todos almoçou brincou e ganhou a caquito com trânsito de meio dia de volta sou filho deste também o cara vai e volta conversa bem é elegante nada de desespero no falar discernimento em dia sabe jogar fazer rir sem cansar vamos ao clube de xadrez sim vamos remar vamos basquete vamos boxe vamos futebol só pra encontrar os amigos na beira do campo ping pong eram muitos em um todo polido quando dentro do seu terno no rumo do trabalho um cérebro treinado para rodar ia para a repartição outra ironia perde-lo outra maior a ironia me persegue assim como outras figuras vou mudar a direção 

Você não quer brincar com os meus brinquedos novos?

Você quer a tela fique de costas pra ela sente-se neste retalho quantos destes posso tirar de lá uma paisagem de fogo e sol muitas coisas nascem das chamas dos produtos químicos meus papeis digitais só eu posso reproduzir num vem com padrão não irmão contra pontos de pontos preto com branco espigas em brasa retalho bobo de mancha qualquer ele já sabia sim nós todos sabemos desde o início só não podemos deixar de esquecê-los de vez em quando esquece a pressa acabe com um dia só seu longe das coisas dos projetos pagos vamos gastar um tempo queimando folhas pelo cerrado que gosta de ser queimado na ponta do filme que levou luz no quintal do perdidos no espaço O Caio colocou no Cine Sport Cicle Ciclismo Antigamente  You Tube nós no tubo chupando picolé em cima da menina cheio de vidros nos bolsos perdendo o juízo na montanha embriagados de coroão bambeando em cima dela que não gosta de bambos sem suingue estes branquinhos quando ficam vermelhinhos amarelam os olhos e não entregam a rapadura nem ó o ponto aí tolão da conta de lê não muito bom sempre soube da festa sou sêmen da festa ciclista todos estavam olhando carros eu de olho nas bicicletas elas não podem ser atropeladas não podemos passar diretos nas curvas é singular quantos temos destes lá fora boné não quer ser chapéu meu bem e as leituras feitas sem intenção institucional cansou de chapa branca meteu tinta no lixo e desenhou um sol de Fazenda Modelo com a permissão do homem que sabe que não tenho modelo nenhum inteiro sempre um risco qualquer e pra mim é velha vou comprar outra trocar fazer rolo jogar fora chega desta me divertem suas rodas e engrenagens tudo limpinho funciona tão bem o que eu tenho medo é de você não vai dar conta eu não quero dar conta de nada isto é que vocês não entendem eu não quero nada vocês cobram muito caro levem a minha se me soltar dou um jeito preso também é óbvio ou não está claro o suficiente posso explicar melhor com nasci ciclista na casa do ciclista será qual foi o rumor na casa da frente quando viram meu pai chegar da vila prudente ali na penha os Cearenses que alugavam a casa dos fundos onde moravam só eu bizé e thaís conversou com todos almoçou brincou e ganhou a caquito com trânsito de meio dia de volta sou filho deste também o cara vai e volta conversa bem é elegante nada de desespero no falar discernimento em dia sabe jogar fazer rir sem cansar vamos ao clube de xadrez sim vamos remar vamos basquete vamos boxe vamos futebol só pra encontrar os amigos na beira do campo ping pong eram muitos em um todo polido quando dentro do seu terno no rumo do trabalho um cérebro treinado para rodar ia para a repartição outra ironia perde-lo outra maior a ironia me persegue assim como outras figuras vou mudar a direção 

sábado, 17 de setembro de 2011

Teste 1



Estamos testando o iPad

Instalando o ventilador




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É fácil olhar?

Ganhar ou correr mais rápido leva nota como fomos mal alimentados com jornais chegou foi sabe é tem comprou comeu ganhou perdeu descobriu bom a crônica é outro caso aqui quem corrige a redação sou eu não sou não fui não tenho as classificações não impedem : vamos vender material invisível na feira e sair com as sacolas cheias eu tenho um argumento de ser guarda eu tô olhando fica mais de 30 anos num lugar só olhando pago para olhar e depois sai por aí dizendo só sei olhar é moleque pago pra ver e não vem chamar de experiência simplesmente pois experiências fiz ao olhar sempre além do mando idiota do poder levei serviço pra casa olhar pessoas era o meu serviço então nada melhor do que levar pra casa botar no canto na mesa na cama olhar de verdade e não esta merda que fazem com a imagem esfregando os olhos na imagem em mano lambendo com os olhos né lesmão eu quero esta foto pra mim sangue diluído no azul a paisagem é a cara do povo do Brasil casa do povo vem de tudo lidei recebi de tudo boa tarde pois não? Caíam nas minhas mãos antes de entrarem, eu estipulava o tempo do olhar, e dava os conselhos para uma boa entrada com segurança para que todos pudéssemos voltar para a rua sem arranhões e aí galera o que vai ser onde você quer ir sim é aqui mas por aqui por fora em frente dando a volta é mais perto e ninguém vai te encher o saco pois aqui dentro tem mais muito mais é melhor ir por fora agora querido se você quiser ir por dentro vira a esquerda desce o corredor até o final vira novamente a esquerda e vai em frente toda vida tu vai sair lá se quiser ficar conversando comigo também vale ajuda a passar o tempo e não impede o meu olhar quando vou no banheiro jogo umas bolas de gude no chão...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

E, agora fiquei sem título

Todos com palavras, o objetivo agora é ser a imagem: Eu estou aqui. Nos olhos do meu cão/ vamos acabar com esta História de ser o dono do cão/ ele é o dono/ o cão. Este olhar é de dono. Está exigindo mais, dando uma de coitado e pedindo mais/ do melhor. O cara quer mais. Ele até tenta defender a fonte. Cuidado que ele treina em você. Nem vou falar das correntes coleiras guias jaulas casinhas debaixo dos móveis apitos comandos ... trocados por atenção carinho comida dormitório segurança...direto. Vai chegando muito perto pra ver. Manda a mensagem da troca justa. Sim, o acordo, façamos isto sempre. Posso criticar o seu pelo?
Deixa eu mijar na sua barra?
Vou bater uma na perna da sua mulher!
O Lance bateu.
Urubatan, o urubu do tam tam, viu, e fez que não viu...Um inocente pedindo ao mordomo por favor monte-me nela e me guie.  Se passar o cio e ele não cruzar... a rainha já levou uns arranhões da Naomi... As hemorroidas do Rei prolapsam.
Mais líquidos, mais fibras, mais mamão,
Tá foda mano quando agente conserta a boca estraga o cu.
   

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Um chinelo...

Uma camiseta, e estou vestido.
Um entendimento, e não significa nada.
Ficam na mesma posição.
Com seus diplomas debaixo do braço.
Especialistas das nossas merdas.
Ainda resta tanto de terra, quem vai comer o último pedaço?
Me deslocar pra ver a continuação do mesmo, não me dá mais prazer.
Ela é redonda, né?
Bota pra dentro.
Marca fulana de tal é o caralho.
Só preciso da agulha - porra- , a linha desembaraço...
Rei moleque deixa bolinho de linha por aí, já vem com cortante.
Vai soltar papagaio véi, em vez de correr atrás de dinheiro.
Meu quadro dá cabeçadas kamikazes!
Este deus não tem dó de soprar.
Se você retirar o lado que quer destruir, paro de escrever.
A dualidade tem matizes sutis.
O cinza é duvidoso.
O branco luz positivo dia bem necessário ao preto noite lugar de esconder qualquer vida negar faz parte do sim.
Ninguém destrói o não.
Sim & não, no mercado, por todos os preços.
Encomendem suas identidades de consumo.
Acho que o Sexta Feira não vai trazer minhas figurinhas...
Acho qualquer coisa.
Estou condenado nesta marmota.
Hotéis de conversa.
Restaurantes do mesmo.
Franquias sem nenhuma franqueza, apenas a reprodução do ensaio.
Sim Senhor
Não senhor
Vou fazer o seu cadastro
Deixa o seu calção aqui
A televisão pequenina é um excelente sonífero.
O cara da Ferrari não vai falar alto depois da meia noite.
A pousada da frente com o seu mal gosto musical declarado em alto volume, é apenas uma rodovia bem resolvida...
A falação de trabalho acaba na praia.
Enfio os pés nos lugares de enfiar as mãos, puxo as mangas até depois dos joelhos, amarro a boca na cintura com um nó, ainda fico com entrada de ar na gola de cabeça para baixo, melhor que roupa de indiano. Saí muito assim.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Espera madurar

Esta babosa está namorando este roxinho.
As pedras estão ganhando vidas.
Aquele vira-esmalte, vira pedra, vira planta, só tem uma latinha pra virar.
Nem todos que mudam são mudos.
Surdos, são surtos.
Coloque o desenho no chão, cubra parcialmente com pedras & recipientes de vidro para esmalte colorido, tempere com kodak asa 200...
Talvez não seja ironia, apenas respostas para as bobagens vigentes.
A seta perfeita balança o rabo, serpente no fundo branco, risco preto na parede,,,
Somos atletas santos poetas
Ciclismo antigamente: no You Tube.
Quem dá muita referência vira refém.
Uma semente para cada casa do tabuleiro, quantas sementes darão no futuro, se todas as 64 árvores vingarem?
Que paixão pela informação gera diploma eu sei só não sei gerar pensamento com dados abertos.
Dados fechados pensam em silêncio.
Espera aí, porque você me pegou, eu não estava brincando de pique-esconde...
Dois meninos ouviam uma pequenina tagarelar sobre concursos, distantes, pareciam namorar outras coisas...
Assim que entraram já montaram suas turmas. 
Narrativa comunista é com pouco.
Qualquer dúzia de ovos serve.
Garrafas vazias.
Truques fotográficos.
Visitas oficiais.
Assim é fácil pensar, quero ver o cara pensar é ouvindo o tanto de merda que ouço.
Estrutura óssea.
já que não vou pegar peso, é melhor correr, pedalar, nadar...
Com vocês é melhor qualquer coisa.
Quem já tentou sabe o quanto é difícil dar ferramentas e ver trabalho.
Ligaram uma serraria.
Sou amigo do espelho tamanho integral.
Este bichinho sabe onde fica a comida.
Separe & observe.
VUARNET POUILLOUX
1960: downhill.




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Enquanto não tiro o passaporte

Arapuá, deixei uma abelha dentro.
Vou abrir a janela no fim do texto.
Televisão padrão.
Caixa reprodutora.
Fazer pra mim, já é clichê das antigas.
Fuder depois da morte, também.
Correr de espaço em espaço, gritando hei amigos, idem.
Abonar o contexto com ruídos alheios...
Citação.
Já falaram demais do demônio.
E dizem que não falam dos conhecidos.
Aqui cabe uma besta.
Espantando mosquitos com as orelhas.
Os submissos olhos de estar.
Versus.
Olhos de rodar.
Aquele modelizo está uma graça.
O caso da onça mais tarde eu te conto...
Vamos contar piadas no dentista?
Veja como me comporto e aproxime com sua rede.
Chamam aqui fora, você vem, e não é nada.
Aquele que queria te dar o cambão esquece um pacote de dinheiro na sua casa...
Deixa de ser retardado, corregedor de merda, diz logo o que tem pra dar .
Aluguei uma imitação de casa de joão de barro para uma garrincha, fez tanto sucesso, que aluguei agora um apartamento, para a prima dela.
Sou do ramo.
Estou pintando disquinhos.
Arrastam o drama até a ova.
Estou apaixonado sou pai avô ex-trabalhador e ela não quer ir embora comigo para a Noruega, lá eu só ouviria Grieg...Terje Isungset.
Não preciso da língua local.
Eu quero o sol da meia noite.
Aurora Boreal.
A Suécia serve.
Me lave baby!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mais um pouco de azul no pé de moleque?

Um café filosófico queima a língua?
Perdidos no espaço o menino já dava banho.
Túnel do tempo tirava a história de tempo.
Terra de gigantes roubando Gulliver...
A conversa é Dogville? 
Lí todas as revistas vi séries tv fui ao cinema no circo no teatro na rua baby sempre estive na rua não posso abandonar a rua na verdade são 53 anos de rua guarda de portaria por 30 correios e telégrafos por ano e meio 1,5 com dom vital transportes meio no exército 1 no  restaurante chaparral 3 na pensão São Paulo 0,5 no meu bar o resto viajando com caixeiro viajante por minas rio São Paulo depois fui conferir as outras partes já estavam contidas no meio mapa traçado nada de novo no mercado a filosofia da imagem quer economizar palavras sempre estive mais seguro na rua a rua não me para aquela pernada scanner soltando um foda-se : dentro da ORCA de compressão.
Não riam do palhaço.
Hoje ele veio de bailarino.
O Japonés não entendeu o vai ser feliz.
Fala de roteiro BR INFINITA?
Curtas?
Posso sim escrever o livro do feliz.
Ele era branco escreveram sobre sua pele branca durante relógios e ele permaneceu branco.
Só eu me sujo?
Papai sabe tudo era filme de vovó.
Alien se tirar o aparelho também fica bom.
Simpson é pancada que cê num guenta.
Flintstones, apenas uma maneira de rir da História.
Manda chuva é real.
Marcelino pão e vinho já virava irmão sol irmão lua.
E o resto?
Onde posso colocar?
Sei jogar isto, mas vou jogar outra coisa.
Licença.
O golpe de mestre não é ficar, ir é o caminho, eu vou, eu fui é feio, foram uma merda, fomos é saudade, vi ti ti, vejo é melhor.
Vou montar a revista vejo.
E não quero acasalamentos.       

domingo, 11 de setembro de 2011

Informem a umidade relativa do ar!

Destruir o presente para preservar o futuro, é retórica familiar.
Aqui é seco assim mesmo.
Lega lenda da hipocrisia.
Solarizar envelhecendo as cores.
A técnica não alonga as costas.
O barulho da linguagem também me incomoda.
Pedalar não é focinho.
Aquilo que basta é só abastecimento.
Família de ciclistas conhece o quiabo da pista.
Bastardo!
Alguém xingou.
Já não tenho que dizer mais nada.
Arrasto o chinelo.
A realidade era apenas uma revista de adultos.
Estou limpo.
Lavei os pés do Dario com água-raz.
Dario enfrentou o Tourão em cima dos muros do quarteirão.
Levei uma gang inteira ao clube institucional.
Conheço a esfera e sua força centrífuga.
Tive que forçar muita amizade.
E, aí mulequinho, quer ser meu amigo, te deixo pensar livre?
Aquele amparo matriarcal...
Farmax.
A bolinha de tênis é muito peluda.
Marca até no cimento.
Fique com o espaço.
A matriz vai ser reciclada.
Ví muitos gritarem sem nada pra dar & poucos que deram tudo.
Os que dão tudo, matam vocês de medo.
Aprender a gritar é tônico pulmonar.
O doutor smith poderia me desligar.
É com R que vai terminaR.

sábado, 10 de setembro de 2011

Vou dar a linha toda

O maior crítico do mundo está vendendo o cargo.
As pessoas precisam acabar  com as preferências. 
Em nome da lei matam mataram matarão muito antes da morte.
Meus botões precisam de mais linha, a casa é larga.
Retirei o sexo, aumentei o osso, abrí os olhos, arranquei costelas, mandei uma bunda de Cinderela, que tal o tronco tal?
O cara que levei pro outro me disse tudo que eu disse mal mal sobre mim: eu agora sou ele, ou ele está sendo eu na última bienal?
Matreiro quando faz merda.
A verdade me dá mole.
Um chá lá na academia custa gado.
O cágado tem o cu de fora.
A língua da rua já foi mais longa.
O balé das calçadas dança valsa enquanto ouve rolling stones.
Quantas vezes sua satisfação foi executada?
Just Another Night.




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Vai tomar um banho de vidro moleque!

No cabelo dela um broche de luz quer se segurar suas ruínas romanas vão virando areia do lado de lá os cães engatam na frente das pedras ela sabe do mar mas fecha os olhos quando a literatura quer te levar versos soltos fazem um cachecol sua boca puxa mais areia qualquer clamor o invisível resolve o vento vem do cão segurem seus remos uma curva ou vamos bater E S como vamos retirar a gordura?espaço nave deixem a minha diagonal limpa mais uma horizontal-vertical pra nadar escolhas indefinidas quando ainda o sabor lambia estancou no imaginário popular quebrou a porteira o gado não foi ao cabeleireiro a modelo cheirou a passarela o bom ainda é o positivo é tudo tão bem desenhado no passado o presente risco e o futuro nem desconfia das pretensões enfiar três peixes na fieira eu dou conta Alexandre onde está minha biblioteca?não consigo fazer ninguém pensar meus meios foram todos descobertos minha inteira responsabilidade responde pra qualquer um de qualquer jeito a qualquer segundo de primeira no ângulo meu eu goleiro pega no ar ponte perfeita só vai cair daqui mais dois mil anos com fita de lado o segredo maior minhas palavras técnicas colocam uma pinça de Galeno na parada a medicina desportiva começa com gladiadores exército atletas olímpicos dominam seus corpos não consegue pontuar o texto meu quer ler o que?minha plenitude pode estar numa visita de se dar encarar o duro com o nariz fora do pão saber que pensar não é se entregar ao deleite de palavras prometidas em templos do passado história pra boi dormir boi comer boi olhar sai mais cedo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

É bom ser retardado, os adiantados não vão longe...

Um menino de 6 anos com Síndrome de Down na Alemanha lê mais palavras que o meu neto de 6 aqui o treinamento lá é mais rígido ficam brincando de memória o tempo todo eu não sei onde está escondido o outro trator meu neto sabe que não gosto de brincar de memória repetições de ensinar sempre me aborreceram e minha mãe perguntava logo de cara pra que quer me ensinar os índios devem ter perguntado a mesma coisa e o nosso lado feminino tinha avó de minha avó pega no laço o atávico deve me fuder enquanto durmo ficávamos curiosos em saber será o que aquele menino sabe fazer faça para eu ver estou pasmo com o tempo perdido se escolhem a ninhada porque ainda perder tempo com truques nada saudáveis fala isto fala aquilo já me ensinaram a falar e o que eu ouço é outra fala aquela que nunca me interessou o comércio da palavra eu sou Dawn moleque quer investir sentimentos em mim moleque aprendam deslocar por favor desloquem em segurança vamos brincar sempre falo quer brincar comigo podemos brincar de mudar a brincadeira um jeito de dizer tudo sem riscar o papel você vai declarar papai eu declaro mamãe e sua ausência antes da formação peguei com Vó, com Vô, com Tia, com prima, com primo, tio me dá aquela tábua acho que pra fazer carrinho de rolimã pura arte contemporânea saia amarrando tudo com todas as possibilidades de união será por isto que me chamavam de retardado o fogo pode ter me dado um branco mamãe botou fogo com álcool nas brasas do ferro de passar ela não queria passar saiu correndo gritou feito louca fez escândalo é fogo moleque o fogo sempre ao lado como não lidar com fogo deve ser por isto que não gosto de flashs nem holofotes tenho uma fotos desta época dá pra ver nos meus olhos mas o filme do meu tio preparando o estopim o pavio este é mais forte que os meus primeiros 4 anos eu ajudei segurei o cordão do seu tropeço enquanto ele dobrava antes de cobrir com pólvora é fogo irmão não é festim.   


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

_Hoje não posso virar arquibancada!

Há andamento em se falou?
Espirro!
A rede foi o passou?
Cada pasquim desenhou, mede verso!
Na ponte Si, espaço dou?
Todos querem suas viagens-baú!
Viés genético, rolar voltei nu?
Corpo mantém relação com móveis!
Dia uniforme, Mi só tocou?
Música com verso mede rede!
Pobre música, pássaros passam espaços?
Leiam mil partituras Villa Lobos!
Elementos de ligação, mais corpos?
Tá faltando vogal aí mano!
Consoante fazendo papel tela, ri?
Mais sal, aumenta pressão, linguarudo!
Rei, onde está vestido azul?
Querem escravizar tribos na geral!
A politica do mando material?
Cinco dedos pegam no ar!
Toma seu energético: limpa-computadores?
Um dedo aperta, parece sumir!
Custa menos, carro fora, caqui?
A frase casou aqui, doutor!
Quando casar lá, vou ir?
Recortes de imagens desconhecidas desapareceram!