sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sapo-boca-vermelha quer mamar no meu punho-inglês

Os cachorros deixaram esta cara de gatinho azul aí no meio da sala

Escolheu por estar presente?
Crianças esperavam o ano todo.
Sem um gesto proibido, nem robô.
Melhores decisões é receita de mercado.
Analogia limpa é comparar céu-lavado com omo total?
Figura de linguagem sem fantasmas só no reino do Rei Salomão!
Foco no infinito 16 de abertura asa 100 em um segundo...
Está tudo em foco?
Ainda não dependurei a bicicleta.
Pena dedo tecla signo na rede malha grande peixe escapa tribo ganha cavalo-doido.
Com sua correia dentada ficou sem tatuagem de graxa de corrente.
Esta é do distrito.
Fico com uma secundária alemã.
Marque no mapa cidades mais distantes 50km.
Nem um caso de ladrões de bicicletas.
Pedalar hotel banho rolé na cidade dormir acordar pedalar...
Estou esperando um convite mais decente!
Enquanto isto ela roda por hora aqui mesmo federal.
Papai Noel de bicicleta!
Crianças na 3 me identificam.  

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bicicleta da hora, e outros traços...

Voltei em Varda.
Dormi um cara me serviu um suco de pardal efervescente contra tiro de vizinho.
Fotografei uns vidros com meu traço para serem abertos no futuro com uma hora na minha bicicleta de prata.
Eu quero o movimento hippie nu.
Vamos levantar catadores.
A praia de Rio Das Ostras era só nossa.
Copacabana era uma sunga vermelha com cinto azul.
A praia do Gonzaga era lugar da família esparramar em vários baús.
D600 manual.
Nunca fui escravo do foco.
A névoa do sono não pode ser fotografada inteiramente focada.
Fragmentos vassouras cabanas películas praias manchas...
Com três pescadores promiscuamente, é início?
Agnés Wesely Kim...
Ela gosta de desfoque em primeiro plano.

  

Minha Pretinha Meu Sol!

A técnica só quer ditar regras.
Vou desbocar até perder linha.
Ora bolas com efeito sim senhor.
Bicuda inesperada.
Onça na mão pronta pra ser dispensada.
Um galo.
Gringa é pico do outro.
Especialistas nas finalizações.
Faça sua casa do jeito que quiser viva do seu jeito e não encha o saco com suas histórias nem com as do momento o aparelho midiático nojento suas novelas seus lamentos seus sermões!
Antes de tocar o chão.
A palha de aço no escovão comia o taco legal!
Alcoólatras-religiosos abundam.
A discussão na clínica ou no café parisiense a vitória ou a derrota o saber e o não saber é como diz o meu amigo Nelson não muda nada amanhecemos os mesmos peidando cagando mijando com dores intoleráveis...
O problema somos nós e o que fizemos de nós.
Os outros, PASSATEMPO.
A poesia não explica nada nem quer explicar não sabe nem complica.
SAÍDA.
Passei no simulado-do-ideal.
Pode macaquear.
Padrão no manual desfocando... 

   

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ela não gosta de fechaduras


Encontrei este número um neste feio horizonte, amei que fotografei!

Tem o chato da forma.
Tem o chato do dinheiro.
Tem o chato da música.
Tem o chato do momento.
Tem o chato da arte.
Tem o chato do esporte.
Tem o chato da poesia.
Tem o chato do mercado. 
Tem o chato da piada.
Tem o chato do recado.
Tem o chato da repetição.
Tem o chato do partido.
Tem o chato da partida.
Tem o chato do televisor.
Tem o chato da fotografia.
Tem o chato do crime.
Tem o chato da religião.
Tem o chato do horário.
Tem o chato da língua.
Tem o chato do acento.
Tem o chato da palavra.
Tem o chato do chato o tem.
E não vamos falar daqueles que aparecem para cima com boas idéias e dispostos a fazer pois de raros viraram fachadas de suas próprias faces e livros coisa empoeirada rabo de saia pega no pé repete que nem um mané eu que quando vou visitar quero por nas nuvens com algodão doce e travesseiro de penas de anjo virgem de olhos azuis retiradas no décimo quinto aniversário durante o sono em que sonhava Zn que já não sou de ir mais quando não por formalidade marcar presença Kraftwerk me encontra em Belo Horizonte no rádio do carro e filha genro e esposa pensam apenas que é só mais uma música que tocou não desconfiam da estrada me convidando pra rolar...
Sabe o chato, te pede conselhos, para aquilo que não vai fazer, nem ter, nem ser.
Eu não estou interessado nos seus umbigos, & o meu é fundo, que mal lavo.
Será qual vai ser o primeiro chato de hoje e com qual chatice.
Aposto que vai ser o chato que se identifica, que diz: eu.
Tem o chato do Robson.
  

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ela está fabricando dinheiro


A mangueira vermelha é a veia deste quintal

Fica com o filtro do meu aquário.
Catador Leonel Ciclista Fez Este Helicóptero Que A Bizé Comprou Na Exposição Nacional Dos Catadores Aqui No Distrito Federal.
O Lance Vigia.
O Trincado Dança Se Entrelaça.
Embaúba ganha marca de tribo.
Um peixe de luz bebe na minha cara.
Soldado francés só aparece da cintura pra baixo.
O fantasma de Andy Warhol no trono do rei do morro.
O quadro da bicicleta de PVC que a Bizé criou mais o Artur parece dois soldados do império dançando da cintura pra baixo...
Céu aquarela outros dizeres que podem dizer se quiserem ou ocultar com um simples curtir nos postes de vocês ou no bate papo manda um positivo legal é uma brasa mora valeu é isto aí!
Pra cima.
O jardim é mato com aroeira que sustenta helicóptero por linha de pescar.
Garagem-latada-de-guaco.
Tubarão Azul Enrolado Em Lã Sob Spray...
As casas dos vizinhos pediram para sairem na PHOTO. 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Kraftwerk em Belo Horizonte


Minha latada de guaco sabe azul

Se a história do cinema me perpassasse assim como a do livro ou da bicicleta eu diria LOLA.
Continuem mentindo para manter a lambança.
"... mas de fato logo ela...cativara o forasteiro..." CB.
A nossa LOLA se chamava SÁ, a minha predileta.
A que eles desviavam de mim.
Como se fossem me impedir de beber.
Se querem me ajudar escrever selecionem no meu blog os textos que gostariam de verem editados e publiquem, é a única maneira.
Sei, não entendeu, estou te nomeando meu editor, entre no meu blog, e faça a sua escolha.
Isto não é uma campanha.
Não estou pedindo compartilhamentos, nem aderências.
Não me respeitem por aquilo que não entendem.
Suas conversinhas de estrelinhas sua pretensão ao estrelado sem querer boiar sem ar por galáxias e galáxias sem leme... 
Não me incluam em nacionalismos.
Eu não quero bandeira.
Perdi os rompantes, quase todos...
Mesmo assim alguém ainda me conversa.
Zumbido de acusação.
Não administro sentimentos.
  

sábado, 25 de janeiro de 2014

Peguei este ônibus de luz acesa durante o dia procurando um no Viaduto Santa Teresa em Belo Horizonte...

Na Li!
Li na linha do seu sorriso algo Da Vinci!
Paralelas impossíveis!
O salto em distância indoor apresentou uma japonesa negra!
Com cabelo de medusa?
Leio televisão!
Olho de peixe!
Padrão!
Estou escrevendo o nada em mim!
Pintou mais uma correia dentada!
Um copo de suco de cagaita já me fez ir ao banheiro quatro vezes depois do almoço.
Os acontecimentos em mim, passam, quando alguém muda o canal! 
Amanhã ainda fico com o suíço!
Deram sumiço nas minhas armas!
BIC, esgota a carga!
Papel almaço, linhas azuis, margem vermelha... 

  

Uma chapa dobrada de Ouro Preto, será que é coisa da alma do Amilcar de Castro?


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Radwanska em Ouro Preto


Não confunda com Pablo Fierro

Receita caseira.
O doutor fantástico quer ser pablo ferro o doutor fantástico.
Ela quer ser a echarpe vermelha dele.
E eu no central park jogando xadrez com kubrick.
A maior abertura.
Mensagens subliminares oferecem seus serviços.
Quem atirou no pescoço dele?
Pablo sabe por as letras pra dançar!
Aprendeu com a leitura do primeiro livro de animação que leu leu e já fez o seu.
Isto explica os carros velhos de Cuba circulando.
Cubano lê ânima e se anima a animar.
Ferro precisa de sauna pra esquentar os ossos.
Ferro está falando em universidades .
Laranja mecânica lhe tirou o sono antes da abertura.
Quantos mais são invisíveis enquanto ligam o astro? 
   

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Ao Peter Lund

O outro cobra fidelidade com um discurso de sinalizações a cidade é uma ilusão assim como a memória seus amigos de jogos de interesses pessoais de passagem objetos-de-manutenção falei de ir sem avisar mas até isto perdeu a magia pastel frito na água fervente é menos oleoso de carne ou de queijo café sem açúcar amarga o necessário a história da arte está saindo dos quadros ganham movimentos com enredo de início meio e fim suspense sedução explosão açougue agulha leitura com fundo musical 3,33m na final feminina do aberto da austrália 1,72 x 1,61 quem quer apostar na menor uma chave de braço não precisa de legenda suas predicações não alteram as letras retardo um instante o petardo agora queimo a bunda do goleiro antes dela entrar amigo bom me tocou a bola estamos ganhando o manual entortou mais uma agora a tempestade vai arrastar o penteado das árvores mas depois sopra um céu de Zeus com todo o bacanal do Olimpo.
      

Uma águia fazendo horizontes enquanto fantasmas tentam verticais

se as grandes religiões antes do cristianismo já sabiam do sabor múltiplo da alma este pleonasmo pois a própria palavra já contém o todo porquê nos esquecemos quando nos surpreendemos com as pessoas mostrando mais partes das suas divisões se dividindo em vários personagens ou PESSOA eu não tenho dificuldade alguma de me acordar japonês cedo tive amigos de todos os credos e a televisão ficava comigo até fechar os canais no cinema novo já escolhia os lados mais bárbaros sem vontade de entrar na tela sabemos o quanto somos muitos e mult-plus acho que quando falam de unidade é unir as suas partes para o bem ou a razão humana só nos esquecemos as vezes do que fez a humanidade com isto até agora por isto repetimos nós que não queremos que a unidade seja fora da razão do bem em si quem foi criança sabe que o mais importante era brincar de descobrir mesmo no gesto mais brusco tentar suavizar para a brincadeira não acabar quando brincamos de sérios era bom quando não era muito sério pois sabíamos do mando por trás do sério e suas unhas seu esmagar de mãos o tapa a vara familiar de todas as suas armas de impedir vôos as mesmas que fomos induzidos a usar seja na morte de um passarinho ou no desprezo ao homem matando um aqui outro ali com nossas ralas convicções o alcoólatra rio mar córrego água na bacia ou qualquer hipocrisia que nos faz negar qualquer outra possibilidade de vida a prisão o castigo os maus tratos nos contaminaram com o mau desde pequenos por isto somos sempre uma obra em construção ou mais uma tentativa de ser humano e isto não tem curso superior que dá saber separar o bem do mal humano sabendo que ele está logo ali pronto para por a cabeça pra fora MEDO e outros fantasmas menores não importa um antes nem um depois agora já estamos endividados demais com o exterior somos muitos em cada um de nós muitos querem a manifestação mesmo aquele que tem poucos dentro de si aquele que chamam de homem comum ele também é MUITOS e tanto um como o outro as vezes deixa que atue o mal: óbvio.
      

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

DAS PAREDES DA ZONA SUL DE BELO HORIZONTE UM F SE DERRETE DIANTE DE UM a MINÚSCULO. e outras performances das letras...


Ouro Preto @

Palavra-fotográfica.
Palavra-escrita-com-luz-na-sombra.
Gravação-aérea.
Punctum na pedra-studium.
Vamos deixar marcado aqui!
Paralela.
Relação com mármore.
Flor desconhecida.
Olympus.
Om-n1 55mm 1.2
KAWABATA
O País Das Neves
Reler

Ler
Er
E
R.




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Se eu tivesse dois pontos: veredas

Pedra por pedra: caminho.
Sertão por sertão: solidão.
Quadro por quadro: lugar.
Janela por janela: ladeira.
Varal de algodão: fieira...
Um escravo de abada: branco.
Um inglês embaixo do chapéu atras dos óculos sobe!
Uma anciã corcunda desce!
Poderia ser outro país.
Língua de fora.
Tabuleiro de luz & sombra.
Treliças.
Dê me um português arcaico!

  

O Zorro esteve aqui! Ou foi o Tonto?

Ave-tartaruga.
Bombeiro-cara-de-fogo.
Parede-de-ouro comida por vermelhos das trevas.
Sapato que não apaga estopim.
Alma de caverna dentro de sombra.
Medo imposto pelo mando.
Ele estava fotografando o pé do primitivo.
Fino esqueleto de galgo ainda pensa.
Torci pra canadense.
Não adianta mudar de religião com os mesmos controles.
Todo partido tem seu espaço no todo, a parte dos partidos, pedaço mais fácil de montar do quebra-cabeça da vida.
Entre vírgulas engordei uma frase.
quetimeteu?
Precisão nos golpes variação de jogadas velocidade decisão com potência: intensidade.
Insetos do subsolo iluminam o meu caminho.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Metrópole-Ouro Preto

Ouro Preto é pedra.
O sol cai nas costas.
Linha reta mostra outras tortas.
Obelisco-tripé.
A sombra da máquina casou com um dos vidros das janelas.
O corpo esparramado nos degraus.
Cores desejadas.
Deitar na cidade-minério.
Pegaram o meu dentista.
Pague para ver oratórios.
Retirem os carros dos monumentos.
Aquela rocha que olha lá de cima quer ser casa?
Instalem um banheiro-químico ao lado da capela do Mário!
Silêncio, o piano do teatro-mais-velho vai tocar.
...uma fat para rolar em Ouro Preto...sem suspensão...

  

Nossa última manga de 2013 ainda está no pé

Exatidão de instante tem uma âncora na cartola?
Aquele que não percorreu vai percorrer de qualquer jeito: não há atalho.
Gosto de um escritor concordante de ocasião para escrever a palavra governamental-cult sustentabilidade-da-hora ou mesmo um vamos salvar a nave.
Aquele da hortinha que mal sabe andar entre os canteiros.
Não peço agrado.
Me desfaço.
Não me conte uma história de determinados elementos com datas e importâncias de ouro ou sangue eu quero saber aquilo que te deixa feliz não que eu vá te acompanhar enquanto gozas ou a saída.
Onde está sua saída?
Você tem lances suficientes?
Está feliz com seus gansos?
Esta noite eu estava em Goiânia perdido numa feira de peripécias subindo e descendo escadas para fazer a inscrição numa prova de descida de corda onde me pagaram trapos de velcro colados nas palmas das mãos mal dando para cobrí-las mas quando vi a cordinha sobre barracos não temi mais...
Não tenho números para a matemática do vou morrer.
Educação é bem mais que parecer educado.
LETRAS TEXTURAS ÁRVORES GARRANCHOS CÉU BORRÃO RUÍDO ESGARÇAR BILUBILUBILU
DILUBI!
Do passado ainda tenho a preguiça, quando quero.
Já te ocorreu que o devaneio deixa escapar ferramentas?
Vento que sopra ferraduras. 
         

domingo, 19 de janeiro de 2014

Mais um querido Belga na minha cozinha

Governo nenhum nunca foi empecilho.
Nenhuma ferramenta poderá te construir.
Nenhum aplicativo.
Governam-me objetos que escolhi! 
A melhor objetiva pra dizer vi assim.
Janelas da minha solidão.
Não fique com dó não.
Curioso de te mostrar isto.
Acho que nunca quis fazer uma frase pelos desgastes das que me foram apresentadas...
É inútil qualquer representação, vocês me conhecem errando.
Uma sociedade tão perfeita esta em que nasci que não consigo acertar.
Imperfeito do subjuntivo.
Separo-me.
É mesmo muito aleatório poder escolher.
A representação máxima da minha pessoa vai te dizer um não.
Ninguém detém a minha patente.
Ainda não me terminei!
Para determinados fins escolhemos coisas afins...
Nas ilustrações de becos sem saídas um gato passa no muro alto e te empresta o seu olhar...
A melhor ferramenta para quem está em dúvida do que comprar é o preço?
Se sou feio qual a necessidade de provar o quanto posso ser esperto ou controlado?
Neste momento um céu ri de mim!
Ou um inferno chora por me perder!
O purgatório coça.
Elementos distantes querem ler suas cartilhas.
OUTRO FAZENDO QUESTÃO DE SE DIZER OUTRO
O mundo é apenas um cartão postal.
Não importa quem remeteu.
E dos meus orifícios que me disseram poros apenas uma água salgada...
Assim como todos os outros afazeres.
E a distribuição de sentimentos nas pontas dos dedos transmitidas na rede que pegou todos os seus outros irmãos peixes...
Minha frase pergunta por agulha & linha.
Hora de tecer com um fio enfie e desça amarrando de um em um centímetro até um metro volte com a mesma amarração teça seu primeiro metro quadrado...
Mesmo na cadeia.

Mesmo deitado na sarjeta ainda recebo o seu olhar através da objetiva...


sábado, 18 de janeiro de 2014

Eu sei como é, já morei numa casa muito parecida com esta

Faço imagens.
Ou o trapo delas.
Sou isento de campanhas.
Sempre acompanhado-sosinho.
Sou supimpa em pirar.
Eu é nada diante daquilo que faço comigo.
Cala a boca, ainda não acabei de me construir.
Nada sólido em mim onde você possa fincar seu marco.
Não me diga que você não tem um eu.
A ONG mais legal tem um boçal.
O partido nunca emenda.
A instituição me serviu de emprego, mas cobrou tão caro que mesmo se eu vivesse mil anos, ela não teria como pagar sua dívida.
A questão de emprego neste país escraviza mais que qualquer sistema de escravidão de antes, altera qualquer placa-mãe...
Mas, quando eu estava no meu plantão-noturno só no meu posto perdendo o resto do meu medo tudo lá fora dormia para não me importunar no meu silêncio de ouvir o prédio estalar e o relógio avançar cada dente da engrenagem...
O MELHOR SOLDADO PODE SER O MAIS COVARDE
Manchetes de jornais das grandes capitais estão perdendo para cortadas na rede do interior. 
Existia mesmo um eu? Onde? É? _Não Vi!
 

IDEIA FIXA

Esta enxaguando tecidos torcidos postos na pedra pra secar hippie desenrola um e olha dentro ninguém rouba livros mais que tal um filme com estes títulos tecidos souvenir antigüidade fantasias de movimentos sebo ambulante alguém interessante pra pagar pra conversar quem sabe leva tudo e estica até ao bar me ajuda a empacotar hotel o roteiro sem falação nestas paredes já se esfregaram muitas histórias rei! não vai misturar com piri ou imperador fazendo pipi nem beija nem chica dá ou memórias póstumas ou tronco que seja ouro de hoje com entrelinhas do ontem mas sem o ranço histórico a-histórico um bom registro do que fazem por lá nada diferente do outro vendendo na usp  talvez mais poético ou romântico mais descolado menos empresarial sugiro ao rei salomão um perambular mineiro ou uma pernada paulista quem sabe se recebêssemos autorização de saída pra Noruega?                  

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Não vi nem um fantasma

Nua com véu surge entre a segunda e a terceira casa do primeiro plano  cruzando os braços para proteger os seios rua de sangue no final do segundo plano montanhas com trilhas lilases no último plano ilustro Ouro Preto arquitetura sobre montanhas Blues de outros escravos de outra melancolia passeio-fotográfico história de imperador sem império senti o cheiro da senzala fui na coxia do teatro mais antigo ainda em funcionamento cães e gatos na janelas observam o movimento turístico com cautela estudantes vendem varal de livros as pedras das ruas trabalham outros músculos lá no alto conversei com um sacristão que abriu toda a igreja colocou canto gregoriano me deixou recarregar a bateria mas não tem banheiro disse-me que com o tempo se acostumou ficar sem fazer suas necessidades fisiológicas me sugeriu o banheiro de uma outra capela que não entendi onde ficava e andei 100 metros no sentido contrário e usei o restaurante italiano voltei conversei mais um pouco de carga sobre o passado e o presente ele me convidou para o congado do dia seguinte, o bom Mário!   

Saulo Soldando


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Com uma catadióptrica 300mm fiz está gravura japonesa

Encontrei esta composição lá no jeca tatu no rumo de ouro preto


o controle está inserido além da sua pouca imaginação perdidos no espaço eu e os meus suportamos o doutor intrujão limpo vendo o aberto da austrália outros conheci que limpavam com machado respondia que eu com carlos agora quero limpo tênis considero ruído a fala dos comentaristas e kobo estrangeiro rumo a bh releio o anti cristo em voz alta nit era filólogo não há nem uma raiva na sua escritura é preciso freqüentar seus textos não diga que leu freqüente e troque de roupa troque de posição com um lance na frente tudo que sou capaz diante do espelho reflete minha representação social mesmo assim ainda um ir e vir nada geral sinto me imperfeito nas minhas conversas códigos signos clichês seguram o animal em determinados viveiros na gaiola de ouro academia do tabosa a única verdade quando posso ir adio a ida preguiça de passaporte aeroportos aviões mar enjoa acho que vou só de texto.
         

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Não terei S A U D A D E da 20mm

Escrevo que escrever não é descrever.
Um artista não desconfia de utopias.
50mm 1.4 agora é o meu padrão.
6 chapas antes de pagar.
A Noruega está chegando.
Nós somos uma construção de partes.
O vento está querendo dizer chuva.
Sem este tecido a coucha seria menor.
.NUNCADIGONUNCANEMTALVEZ.
Está chovendo.
Copiosamente.
Minha relação com a "realidade" é tão real quanto a dita cuja & própria R E A L I D A D E.
Um animal com mais pontos de escapes. 
O Paulinho trouxe a minha bicicleta de chuva.
A linguagem não pode ser abandonada sem risco de retorno interrupção volta ao ponto de parada trovão com estalo de 22 no final.
Agora detectei o estalo na lâmpada gêmea que treme em ondas de elos brancos que parecem seguir um fluxo e o estrondo depois.
Outros mais distantes já não assustam...
Vovó me ensinou respeitar chuva.
Se no meu frame estiver todo o meu desejo, outros o desejarão?
Se cairmos de corpo e alma no cotidiano do outro, poderemos ajudar?
Responda comprometendo.
Nada do que eu digo deveria mudar sua posição em relação a mim.
Chuva-verão.
Bom de pedalar.
Com bicicleta própria para este F I M.

Lugar de compor


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

RENEGADO

Querem sua opinião, e os outros clichês.
Galeria pajé.
A rua sempre foi meu brinquedo de dançar.
Feira do Paraguay.
O sangue do Ido lavou a dois toda, em menos de uma semana ele estava de volta.
Barraco 187, fundos.
O borracheiro enfiou brasa dentro da boca de um na minha frente, bocejei e fui embora.
Dom Vital Transportes.
O racha com os chapas no barro preto do Parque Novo Mundo.
Se o Papel ainda estiver vivo, depois de tanta Glucoenergan, que compartilhe.
Floresta.
A porra daquele despacho com o caixão preto e detalhes dorados onde jazia um bebê-boneco número-zero cravado de alfinetes de cabeças quando o Hermes nasceu propiciou-nos conhecer todos os pais de santos curandeiros e afins de Minas-Rio&São Paulo.
Solar De Brasília.
Piquet mora nos fundos.
Genipapo de Brasilândia.
"Masquinique ninique: com peito ou sem peito na frente ou atrás?"
Quando terminamos de restaurar o jipão quatro portas e ainda não tínhamos partida empurramos com os moleques quase até ao Genipapo depois de não pegar chamamos o pai pro resgate.
Patos De Minas.
Almir ouviu no rádio que já estavam roubando carros em Patos, aí paramos.     

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

_Vão tirar a sua sorte!

Seja a placa: compro ouro.
Vendo real!
Moacir, dá um conhaque pro Michael Jackson.
Vou ao banheiro e volto outro!
Aprendi cedo o quem é quem da feira.
A peixeira do pernambucano da peixaria!
Verdura do japonês.
ê de japonês leva proteção cônica contra o sol!
Sol vermelho sobre neve branca, não é suficiente para o crítico. 
Lâmina de aço abrindo a prata do peixe desliza macia deixando cair uma mancha que aquarela no gelo raspado!
A cigana das especiarias tem olho de lobo.
Posso esfregar pra brincar de queimar!
São apenas 22 marmanjos correndo atrás de uma bola.
Ela está imitando passarinho.
Ele faz florestas sem perigos rios que não molham flores que não cheiram raios que não queimam!
Curadores mais famosos que artistas.
A mulher de barba e pinta chama-se Francisquinha.
Faquir na vitrine!
Se minha língua puxar uma palavra-osso, reencarne-a. 
Uma rua antes da entrada do Jardim Helena para quem desce pro Tietê!

Olha que mandala linda que quero compartilhar com vocês

insistem dizer se você não gostar das mesmas coisas que nós você não presta se não for tão piegas está fora você nem presta pra beber jogando aí vamos lá na casa daquele puto comer de graça e falar de televisão na cabeça dele estou desconfiado que aqueles que não liam nem escreviam agora com o Facebook além de colar precisam transcrever repetir algum gesto de opção e ficam parecidos com amigos ficam festivos na merda aparecem nus e podemos nos decepcionar mais ainda ao ver até onde aqueles que antes eram ou pareciam ser nossos amigos mostrando um lado que a seu lado nunca tinham mostrado mentindo para outro grupo que nada tem que ver com os anteriores como aqueles que se mostraram amigos até determinado ponto sei vocês vão dizer aqui na rede é diferente no brasil é assim nego nem escolhe um bom argumento simplesmente esticam a cara de pau o Ribeiro dizia: "fica vermelha cara sem vergonha, ou cria vergonha no rosto, fio!". Mas mesmo no dia a dia de carne e osso frente a frente a maioria só quer repassar o arquivo fazer de conta e nem sentam ao seu lado apenas para prestar atenção se distraem...ainda podem dizer mas todos tem uma beleza em particular quando mentem veja coitado ele estava precisando disso estava tão só olha aquele velhinho teclando que gracinha não quer perder o bonde tudo virou filme previsível piadas bobas time x time y time z campanha de notícias populares ou seja não precisamos mais que outro filho da puta faça mais um jornal ruim agora já temos as redes sociais atrapalhando na escrita no compartilhamento na e até na curtição os livros digitais mais mal feitos a notícia dada por qualquer um com qualquer intenção pessoal ou comercial definitivamente não encontramos a solução aproveitem espertinhos foi assim também das outras vezes o mesmo mundo polvilhado das mesmas pessoas bode da casa do caralho cult mela cueca figurinha engraçadinha achada aqui e ali : aéreos de vistas cansadas com L E R nas mãos sem poderem ler para se construírem.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Borboleta bêbada

A fraqueza como cartão de apresentação sem o mínimo de negócio mas querendo comprar pode falar do produto como se fosse o único jogo uma entrega do querer aquele que pensa estar ganhando abrirá sua fresta mais doce lá onde tanto faz como tanto fez a oportunidade de poder ouvir outras não-vozes mesmo já sabendo do teatro ainda querer ver como o ator interpreta uma terra em transe com nossos conhecidos das novelas com nosso caldo-a-histórico e o ranço do mando local filme para estrangeiro ver nossa repetição desde as caravelas um cotidiano que não interessa mais nem ao homem comum que agora através de suas facilidades de deslocamentos também já podem catar seu milho-digital pensar que está dizendo ao mundo a imagem encontrada na rede amigos de outras galáxias passagens aéreas mais baratas que à pé bugigangas chinesas revista de sacanagem sem ter que pagar ou ir comprar pitaco na política provar diante de todos que é o mais cristão do mundo e por isto também é sacana é foda é forte bonito e inteligente atleta até baladeiro pegador tirando aquela onda do momento homem-comum-de-preferências-e-referências as linguagens cada vez mais mecanizadas podem cuspir sem ter passado pela digestão os livros abandonados vão lendo um ao outro na esperança de encontrarem papel onde se escreverão todos em um único tomo.
 

Aprenda a nevar no tropical

Ritornelo misturem o real com o imaginário a ação com a canção justifiquem suas obras não se esqueçam de serem reticentes é só usar os três pontinhos assim ó...digam de países comecem matando a mãe a culinária é cultural cuidado para não entornarem o caldo você não é Dalí e se a Gala pegar muito arroz com feijão você vai ter que misturar conceda um café com leite no balcão mesmo pingado faça uma média enquanto sente o clima é hora de reflexão enquanto sopra um pouco de fumaça quente do copo para o nariz que hoje não vai aparecer no pão se Jagger ou Mozart acabe por ficar com os dois é mais seguro se rádio ou rede papel ou kobo leia mas sem esquecer de mostrar vivência experimente diga do programa com propriedade escriturada mostre sua cicatriz correndo atrás do balão e dando de cara com as farpas do japonês aquela de vassoura das meninas no dedinho da mão direita puxada pela mulher folha de lata de óleo abriu o lanho escritores são políticos que não se candidatam historiadores que não copilam geógrafos   do espaço-tempo interdiciplinares qualquer cadeira ocupam na tentativa de humanidade o personagem ao mesmo tempo estrangeiro & daqui para dizerem universal, já decorou sua cartilha de comparações? 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Este céu está mal pintado?

Neste momento quantas máquinas apontavam através dos quadros?
Quem escolheu o sexto andar pra nadar?
Eu posso dizer isto de Foz?
Viram o desenho ON branco no preto embaixo do canto esquerdo?
No direito tem um RO?
Paredes são molduras dos nossos cabelos?
As duas luzes no céu são minhas?
         PALAVRA_IMAGEM
Você já trocou seus presentes de natal?
Carnaval era fantasia?
Buscapé levantava as saias?
Férias era conhecer outras cidades outras pessoas?
Malhar o judas era mistério?
Roda de peão já foi olímpica?
O trem fantasma derrubava qualquer hífen?
Através da forquilha a pedra procurava o alvo?
Arco com rede trançada entre as duas cordas de envergação lembrava o nome da cidade de Portinari?
Lembra da cara daquele que fez o maior balão?
O rei do corte mandava linha e pipa?
Fórmula 1 de rolimã?
Caverna no enxadão?
Raquete era adaptação ao beisebol?
Já fechou canivete com sangue?
Vamos caçar com ele que ele tem arma?
Se o dono da bola for embora acaba o racha?
Qual o melhor caco para o cortante?
Qual a melhor cola?
Quem sabe passar uniforme?
Sem pesar nem embolar?
De cima da casa é melhor para cortar e aparar?
As duas melhores brincadeiras o vento levava?
Sabe descontar no bate-lata?




Nesta direç

Performance com tinta.
Malabarismo com letras.
Disparos fotográficos.
Bizarro.
Está desconectando.
Querer o mesmo calor.
Frio executar.
A culpa não quer ir embora.
Ambiente.
Freio hidráulico.
Não deixe nem um ontem para amanhã.
Sim faça do seu hoje ontem & amanhã.
Formas não quererem pares iguais.
Estudo do corpo humano.
Todos fazem questão de empurrar uma regra goela abaixo.
Qual é a sua em relação?
Fascinação fashion esporte esperto dança doida sedução silenciosa jogo juiz húmus humano...
Expressão corporal!
Cada gesto preciso de acordo com o pensamento.
Alguém sabe de amor impecável?
A mínima vingança é igual a máxima vingança.
A linguagem contém o tecido ainda não vestido.
Pano sem emendas imita serpente.
    

domingo, 5 de janeiro de 2014

Árabe caminha assim

A palavra dentro soa oco com tantos significados por fora aquele que te quer sonora dá mais uma apalpadela tambor do corpo sentido da alma ensaio de passagem de som de banda mística recortar papel com o desenho exato tanta figurinha fora do meu álbum alegria de viver virou notícia dentro de um nicho se vazar por n compartilhamentos sujeito lido este temperamento de galgo prevê a saída tempo de escrita dia da enciclopédia hora do rádio desliga a tv liga o computador sem ar condicionado não vai manda um telegrama pro obama passa um fax pra outra sobe no poste e mete um morse auto-falante qualquer tecnologia com o mesmo homem dando o mesmo resultado contam que eu me esparramava nos jornais antes de saber andar aprendi os nomes das letras em caixa alta das fotonovelas com a minha madrinha Etelvina a conexão está lenta todos devem estar conectados sou um escritor lido: oca soou a batida dentro função de bomba!   

Do movimento da janela carimbo um grito no céu

Montem suas peças.
Por puro prazer de encaixe.
Janelas desenham no céu através dos fios.
Grama come meio-fio.
Estão dizendo batalhas desarmadas?
Aquele coração é uma bunda?
JC,
Grupo Crista,
Manda uma tijolada?
Do último banco lia a cidade com o ônibus vazio.
Trotil-São Miguel.
Cada detalhe do que amanheciam fazendo que anoiteciam.
Antes da portaria do palácio eu lia das janelas dos baús.
Sei ver passar.
Da primeira vez que levantei a lona não mudou mais que novos objetos.
Plasmo Maquinaria.
Da olaria ao parque dom pedro.
Todos calados coletivos refletem bananeiras.