sexta-feira, 16 de maio de 2008

COUROFINO

Não tenho nem um modelo que não seja clichê, nem uma maneira de escrever fora de um padrão pré-estabelecido, mesmo qualquer pensamento vem acompanhado do já dito, eu que pensava estar escrevendo novidades, vejo hoje ser impossível dizer algo de novo. Somos alimentados por faíscas de um fogo único, quem ligou o fogo é apenas hipótese de cientista maluco: História.
No entanto, não quero escrever dentro da forma, do gênero ou qualquer modelito de butiques acadêmicas. E, como cada um tem seu jeito de conversar, considerem minha escrita uma conversa, depreciem, digam; coloquial, oral ou qualquer coisa que me diminua: mesmo assim estarei dizendo o que penso e quero. Deixo qualquer aspecto de seriedade, profundidade com vocês estudiosos decoradores.
Que tal mudar o impacto para o meio do texto?
Ou mudá-lo para o ínicio ?
Existe algum mal em continuar a conversa depois do riso?
Até quando vamos viver de contextos?
Quem vai curar o curador?
Quando você me lê escapas?
Quer entender o que já sabe?
Entendo sua necessidade de aprovação de quebra de preconceitos interioranos e citadinos querer fazer parte dos imortais que um dia será motivo de deboche ser criticado por um figurão rir e repetir suas coisas para idiotas de carteirinhas sou tão ruim quanto qualquer um de vocês.

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