terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Superstição não vive sem assombração
Aí já se estabilizou dá pra escrever sentado com o dedo bolinha inconveniente no teatro vestir o personagem ou desnudar mais pergunta responde ou esconde a decisão é sua lá de fora estão pensando mal de ti bem te vi sem hífen agora estou indisposto acho que vou precisar ir no otorrino dermatologista urologista grilo na pista converso fiado mas não seria mal noutro sentido penso se é que né quando o tico e o teco estão viu deixo o pódio pra ti nada de ti-ti-ti calça li justamente tão justo que parece que foi costurada no corpo pra não ter espaços vazios além da fresta aquela editora contexto que o poeta dividiu autoria mirando a corrente social das associações academias e tal ainda de turma naquele momento se é que se pode pensar assim de quem teve várias de vários mercados de calcanhar com Sócrates e cavernas percorridas país adentro numa BR Infinita iluminando editoras parado aqui de boa cada vez mais econômico em relações humanas descolado do solar só sai para os mesmos lugares oficinas atacados manutenção do lar banco contas e um qualquer pro gasto depois reclamam dizem pra você apenas viver e deixar de enguiço mora na filosofia querem te proibir de lembrar pra que não se esqueçam continuaremos tentando sem contar com a sorte ou o azar sem mistificações sabendo que o caminho do bem sempre exercitado é o bem desejado nada além de uma ilusão diz a canção se quer letra pro seu juízo final não antes do próximo carnaval bem saltado completamente esparramado pelo chão!
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