segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Optei por justificar

Ontem ainda falei pra ela que não tem jeito ou pelo menos não me servem um assim mesmo por isto me calo vocês conferem se bem quiserem estou aqui ou ela não me tira mais daqui sou mais um objeto deste acúmulo é que chega uma hora em que você se pega repetindo muito e os outros não querendo saber também repetem suas desaprovações de acordo e aí pra não ficar por fora mete dentro uma outra bandeira pro mesmo reino por enquanto é claro mais perto de sair de cena encantoado canta desafinado com ela ou tenta um dueto pro programa de calouros vai pro trono e faz uma obra digna do seu olhar em volume e tamanho textura clássica marrom imprensa descarrega dá descarga tudo tão normal dentro de padrão esperado antes de escrever antes de pedalar depois de ter tomado café com ela e o marronzinho amuado poderia tentar um poema daqueles bem divididos sobre todos os aspectos zen medidos numa atmosfera de respeito com uma certa pompa até como se fosse uma reconciliação porém com quem porque quais as circunstâncias se sou só o boca aberta que permitiu-se toda esta merda no posto vendo tudo enquanto lê algo mais interessante que a ação local no modo estar sem star lendo e observando chupando cana e assobiando na berlinda pro regalo dos tolos e sabidos super realista oprimido pela falta de compreensão figurino encomendado de época como dizem no teatro do absurdo neste mundo imundo nesta lama movediça quanto mais se mexe mais afunda pro fundo é a mensagem insisto em olhar pro céu? 
 

Nenhum comentário: