domingo, 14 de dezembro de 2025

Poeta quando chega aos noventa faz direito em Divinópolis?

Nem tão branco assim é a paz!

Métrica bem medida por professor de Oxford!

Tomate que se saiu abacate ainda preserva o ofício!

Deveras mente aceito dividido verá um veranico!

Voz que se queria comercial ajudou poeta nacional!

Vendo pratos limpos prontos pra serem servidos!

Vendaval no mangueiral estraga jardins no plano!

Concubina ainda usa bina com sinal próprio!

Macunaíma que preguiça de teatro de revista prego!

Narizinho foi pro céu procurar saci de sapo!

Quem corrigir obra alheia não é leitor de fato!

Bem bobinha sua frase tirada a verso!

Noutras linhas em outras carretilhas papagaio vela!

Mestre Wu foi fazer vodu no campo da esperança!

Sarraceno mostarda no morrinho do lixo pega aula!

Tentando lembrar nome de instrutor de vôo-livre!

Amigo de Claudio não o da Carmem mas o da bike!

Na rua desesperado correndo atrás nunca incluído!

Servidão de servidor é não saber pra quem serve!

Nacionalista turrão internacional de supetão menos!

Deveria ter dito pra franga eu não quero bicicleta!

Todos os meus defeitos no espelho desaparecem!

  
 

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