Os monociclos estão na frente lá vai um lá naquela montanha daqui debaixo dá pra ver a roda dó de rima pobre empresta uma vírgula do cara de vogal que parou de bater tambor no carnaval e agora quer atacar de conservador animal mas com os mesmos vícios estruturais do aparelho que está mudo neste instante enquanto nós tratamos de engordar o caldo fá fariam de modo inteligente e poderiam continuar levando no gogó da mão gorda engordando o tempo num espaço melhor em terceiro vem uma bike louca já no quadro de hoje o ciclista corredor dá as costas pro sol ser flash pra estourar a boca do balão assim que a molecada aparecer de pau e pedra tudo quanto é lixo de ajuntamento de gente mora meu jovem guarda tirava guarda fazendo ronda com inspetor da confederal de kombi branca tomando cerveja no bico rodando pelas embaixadas e península dos ministros sem dar B.O a cidade antes do amanhecer parecia uma santa cuidando de nós si nota musical mantem a retórica do poema fora de sequência numa voz suprema poderia perguntar um de nós porém a unidade maior dispara sol e prorroga o ré pra deixar pardal piar erudito clássico português do bar ziu que ficava ali descendo a santa madalena ainda era solicitada em súplica com a mão no coração tipo B cias encenando o poder de ocasião conforme a demanda da questão assim quer o desenho deste passado sábado.
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