O poeta não tem a pretensão acadêmica de querer que o leitor lhe siga, não, ele apenas sugere, as vezes adivinha...
O estreito laço da seta do verso aponta pra terra anjo andorinha verão!
Totalmente de passagem total transição tudo se transforma?
Tematicamente dentro do mote do assunto diário da doxa só se for no inferno a temporada.
Diluído em gotinhas verso conta gota cata pingo esconde exclamação...
Dividido entre a razão humana e o gaguejar da língua!
Sapiência sai ciência cai sapo céu da boca bate língua lábios auto-falante?
Sua majestade tradutora trai tutora gramaticalmente analítico.
Bizantino bizarro tino sarro tití aro 32 antes da UCI liberar...
Pra chamar cães em alguns dialetos sobreviventes!
Pra clamar pães tem uns dias retos sobre coniventes?
Esperança verde esfregando as patinhas só lamente.
Estereótipo de tipo de fonte de letra escreve garrafal...
Garra fatal agarra tal ária e senta o dedo no cravo!
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