sábado, 8 de março de 2025
Quem tem telhado branco conta com poeira...
A exatidão do seu olhar no seu corpo com a necessidade do belo te deixa maravilhoso aos seus olhos e aos olhos dos outros sem retorno siga em frente aponta a seta horizontalmente verticalmente reto só o percurso importa esquece o destino curta o curso estar em si é o mais profundo e justo ideal para o bem olá bom como vai melhora o mau com as possibilidades já ditas agora bem ajustadas duram rente as paredes contacto toque a casa dorme peão gira no mesmo eixo até parecer parado sente tudo girar é sentimental o nosso lado animal afegão médio livre enquanto pode vida infla vela vento sopra mar adentro alto mar auto-mar maremoto onda gigante roda viva motocontínuo nu da cintura pra baixo faço ronda no plenário num plantão noturno na câmara escura onde paguei todos os meus pecados e fiquei com crédito pra tomar uma com limão nada de sermão seu irmão é outra história menos interessante menos instigante irrelevante um inferno existencial francês pro café pro salão parisiense ajustes nos causos trombone trombado boné me devendo um garfo de carbono até hoje cópia da própria cópia nesta hora bem teclada onde cada palavra calçou bem neste texto pra alguém do outro lado do mundo esquecendo-se de ti gradualmente o leproso na cadeia que o português denunciou ao guarda fugindo aos pedacinhos fragmentário estruturalista Y Semiótico no posto de guarda sempre na espreita de tocaia na língua...
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