Ver Dana e Emil Zatopeck
Ela lança o dardo
Ele corre a longa distância
terça-feira, 30 de junho de 2009
É necessário existir um obstáculo que esteja a mais do que 17 metros de distância da pessoa que emite o som; o obstáculo tem que ser feito de um mater
Vamos alimentar um rinoceronte antes que ele nos alimente.
"Esta porta não se presta ao trânsito de pessoas!"
Quem és tu ó margarida para desfolhar o meu gira-sol
O poder deve muito.
O poder deve, a muito...
O poder deve à muito...
O poder deve há muito.
O poder deve, há muito
O poder deve a muito...
O poder, deve muito...
O poder deve à muito...
O poder deve há muito.
O poder deve, há muito
O poder deve a muito...
O poder, deve muito...
Será que vão pegar, o quê?
Tem um projecto de lei dos direitos autor ais na rede.
Será que vão pegar o que?
Será que vão pegar o que?
Definhação
Os bodes são carneirinhos viadinhos servos cordeirinhos camelinhos que levam pacotes da previdência.
Se for ter água bêba com moderação
Se for ter guia dirija com cuidado
Se for ter águia proteja os olhos
Se for ter íngua abras as pernas
Se for ter águia proteja os olhos
Se for ter íngua abras as pernas
Atenção mudamos de arvoredo
Atenção mudamos de endereço
Atenção mudamos de adereço
Atenção mudamos de embaraço
Atenção mudamos de adereço
Atenção mudamos de embaraço
Em caminhões
DRULLA: INTERIOR EM MADEIRA meu FNM predilecto.
Isotta Fraschini meu nariz com a fornalha acesa, também.
Brasinca : Boca de bagre arrebitada não entra anzol.
Isotta Fraschini meu nariz com a fornalha acesa, também.
Brasinca : Boca de bagre arrebitada não entra anzol.
Os nozes desta madeira
Não sabe onde está, e quer o transcendental.
"Temos que respeitar as diferenças".
"Temos que respeitar as diferenças".
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Ainda com franja
Antes senta já escrevi também senta antes então escrevo agora sentar antes é bem antigo andar também pensar enquanto andas um dos meus já fazia assim na infância junto com vovó pelos bairros de São Paulo em baixo do guarda-chuvas preto ou da sombrinha chinesa nisto vovó era muito oriental sempre no contra-luz deslocávamos silhuetas marginais sabendo pedir licença nossas estórias preparatórias da noite anterior se entrelaçavam treliçando com o cotidiano de luz e a minha moleza de vermes e tosse comprida e outras moléstias maiores do espírito era pré-requisito para o bonde diário: estavam todos no meu divã!
Carta ao comandante ao
Enquanto trabalhares com aqueles que trabalham por sobrevivência podes dar o curso da doutrina da ceita maior ainda assim não terás o homem a seu serviço.
Um primeiro contato
O Cláudio está numa cadeira de rodas depois de um tiro na década de setenta e ninguém nunca viu ele mal humorado: trabalha com madeira, me deu um pedaço de teka ou teca...
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
texto por terminar
Quando ainda vejo as pessoas falando dos seus ídolos levantando bandeiras torcendo para os seus times fazendo recitais ouvindo ópera arquivando suas predileções misturando vozes numa tendência qualquer e os produtos de mercado sempre bem acompanhado e o acadêmicismo presente os contextos de modelos de receitas de como escrever bem cartas de repartição figurões de linguagem e tudo que se possa imaginar bem etiquetado me dá vontade de usar sair curtir o óculos o relógio a calça a sunga o carro o cinto a blusa a camiseta com o selo certo o bom charuto todas as modas saber de todas as fofocas fora das páginas dentro do suporte com as pessoas que suportam conversar sobre ciclismo...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Piromaníaco molha o pavil curto
Pirotécnico queima instituição.
Pirolito cola na bunda do director.
Pirógrafo solda televisão.
Pirolito cola na bunda do director.
Pirógrafo solda televisão.
Vou ficando por aqui
Vamos conversar com o mundo
Viajar em todas as culturas
Vai comer aranha com escorpião
Viajar em todas as culturas
Vai comer aranha com escorpião
Relações exteriores
Alimentaram os cisnes negros presentes com couves jogadas as vezes amarradas ainda em maços até a morte no espelho d'água do anexo-1 da Câmara dos Deputados.
Estava chegando para poder computar
Entrou macio quase sem sentir o chão
Estendeu a mão aos da mesma profusão
Encontrou o botão e ligou o computador
Estendeu a mão aos da mesma profusão
Encontrou o botão e ligou o computador
Gatos balançam as bolas?
Vou escrever o suficiente para que digam ele escreveu muita coisa ruim um saco de gatos.
Faraó não vai ficar desempregado
Os que correm dos livros pensando perder tempo
Farão um tempo sem livros?
Os tempos foram feitos sem livros, percamos tempo
Farão um tempo sem livros?
Os tempos foram feitos sem livros, percamos tempo
História Oculta
" ...Entrar pra História é com vocês." O cara já disse, acho engraçado é a preparação para entrar para a tal dita História: Criam um perfil. Mas, perfil não é orkut?
A história é orkut?
A história é orkut?
Me dão de graça, ou pago por ouvir?
Os humanistas sem filosofia: Eu lá sei de anticoncepcional dos outros!
O cerne é meu!
Olha doido manda um torpedo aí quero testar meu escudo de resina me tira faz o corte no branco descasca
Sei escrevo solto de muitas amarras deste trava-línguas siM
Sabe esta coisa de não ter que escrever para ninguém me deixa muito tranquilo quando releio depois e era aquilo mesmo sabE
Mais ou menos: Eu
Artificialmente: alinhe o pensamento e acredite ser qualquer coisa que pensas não ser, verás toda a potência daquilo que pensavas não existir em você. E as pessoas? Há, as pessoas não poderão compartilhar disto, se não quando jogares fragmentos disto no ar...
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Nenhum mergulho que não seja o nosso
Nenhuma guerra que não seja a nossa
Nenhum conceito que não seja o nosso
Nenhuma guelra que não seja a nossa
Nenhum conceito que não seja o nosso
Nenhuma guelra que não seja a nossa
o eu descuida de ser único
a criança acreditou ser querida
o adolescente revoltou contido
a pessoa adulta foi adulterada
o adolescente revoltou contido
a pessoa adulta foi adulterada
Sou torto dos pés até a cabeça
Céu chumbo manda bala d'água
Sol de melancia nada de gula
Seu texto rabisca a minha águia
Sol de melancia nada de gula
Seu texto rabisca a minha águia
Medida feita por paquímetro
Universal rosca sem fim
Soberba volta do parafuso
Estandarte de cor sem sim
Soberba volta do parafuso
Estandarte de cor sem sim
Não lançamos as mesmas bolas
Não jogamos com as mesmas regras
Não procuramos as mesmas pessoas
Não gaguejamos as mesmas imagens
Não procuramos as mesmas pessoas
Não gaguejamos as mesmas imagens
A vida é imagem: Imaginem!
Amontoados de imagens: É amontoados de tudo.
O cego também tem imagens.
O técnico também.
O cego também tem imagens.
O técnico também.
Ele é isto
Caso vocês continuem olhando os críticos e citando seus conceitos sobre os autores e depois amarrando com um pensador vigente onde mais poderemos ouvir algo sobre o autor se não nos originais
Serviço Disponível
A comissão permanente de licitação da câmara dos deputados por intermédio deste prego legalmente designado e tendo em vista o que consta do processo de kafka torna pública para o conhecimento dos interessados a abertura de licitação na modalidade pregão eletrônico para a contratação de pessoa para prestação de serviço de microfimagem digitalização de documentos restauração e conservação de obras de arte e do acervo documental em seus diferentes formatos: Eu falo com quem realmente dirige e ouve; Os motoristas!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Sobre livros
Cisnes brancos nas primeiras casas dos lados direitos de cada jogador, cisnes negros nas primeiras casas dos lados esquerdos de cada jogador, e empate, vitória, ou derrota. Alguém quer abandonar a vida?
Serpente enrolada na tromba do mastodonte tem um escaravelho sagrado rolando suas bostas, a rã ri quando confundida com sapo!
Elefante casou com cobra e nasceu uma coruja, quem é o pai da tartaruguinha?
Nenhum erro ortográfico: No português de Portugal.
Vejam se estou certo: Pessoas são gatinhos.
Ouçam se faço barulho: Pés de meias gatinhas.
Sintam se esbarro no barro: Pós não guardas.
Ouçam se faço barulho: Pés de meias gatinhas.
Sintam se esbarro no barro: Pós não guardas.
" Vou virar cem!" ( Paulo Corrêa de Araújo)
Uma fonte de água do tipo arial quer times ao falar romance alguém precisa escrever em carne e osso sem gorduras meus comandos embutidos no guião sai da frente filho da puta comem batatinhas fritas e lá em baixo os carinhas menores pensam o cara enlouqueceu só tá mandando lixo agora consegue enganar sua cabeça que ainda se oxigena com isto basta ganhar a estrada com bananas nos bolsos caramanhola cheia e escrevo com as tripas negras duras no asfalto negro do por vir de cima da minha sela brooks B17 Titanium navego com as coxas cheias sem travar souplesse absoluto tudo flui o vento contra equilibra o resto a meu favor não registrão a cena nem por fora nem por dentro me esperem no saguão do hotel poderemos jogar uma partida dos diabos com aquele tabuleiro de ébano e marfim.
Anunciação
Vou fazer um livro de 1000 páginas. A4. Com tipo tamanho 26. Para facilitar a leitura. Desta vez toda pontuada. E acentuada. Poderá se chamar trecho. Ou apenas um trecho. Não me perguntem de que. Ou duque. Ou dom. De capa dura. Feita por encadernador formado em artes pela universidade de Brasília. Letras nas mil páginas cheias. E o pouco espaço, para a respiração.
Vamos fazer um chão?
Mesmo se antes de pensar escrever ainda assim tem pensamentos na explosão em tanta ebulição mato um til e dou um cão sem rabo ao patrão que de povo chamam sem nunca poder escrever com todos os tentáculos do polvo que escapa depois da tinta com que o ninja fez fumaça n'água parados aí esperando o quê debaixo dos chapéus mexam suas bundas antes que caiam na armadilha de pegar truta alongado peixe que dá nome aos longos dedos daqueles que batem as figurinhas repetidas bolo com orelhas sujo de tantas mãos já fiz calos nos joelhos vou entrar tomar um bom banho quente colocar roupas limpas me deitar no sofá e ver o túnel do tempo antes de outro arremesso para acções de outras épocas me despeço com uma sopa de batatinhas com tomates colve rasgada e um pouco de carne moída e gibí de sobremesa...
Uma sombra dura na noite artificial é.
Um lampião à querosene é moda.
Uma lâmpada de 500 velas não é.
Um fogo no buraco do abacateiro.
Uma lâmpada de 500 velas não é.
Um fogo no buraco do abacateiro.
Sai da toca sem marcar, estou perdido.
Vou desfilar o modelo leve.
Sou grunge na grota do cerrado.
Tão sujo quanto a pele.
Sou grunge na grota do cerrado.
Tão sujo quanto a pele.
A noite também
A BrasilTelecom informa: Ocorreu rompimento de cabo de fibra óptica na obra de reforma do Palácio do Planalto. Afectando os ramais e os Intel-urbanos da Câmara dos Deputados. Está tão bonito o canteiro de obras, uma pena se ficar pronto rápido!
Ler gago
Lenga tempos lenga modas lenga História lenga Deus lenga movimentos lenga conceitos lenga escolas lenga dores lenga perdas lenga Amores lenga amizades lenga Evolução lenga revoluções lenga Estudos lenga pesquisas lenga Autodidactas lenga Imprensa lenga-lengas!
Dormia numa manilha ao lado do Tribunal de contas da União, em pé de cócoras, na posição fetal???
Blindar o corpo no planeta da ver triz: Era tomar banho.
Fazer a permuta da permissão: Era comprar.
Corpo Humano era todos os Homens.
Fazer a permuta da permissão: Era comprar.
Corpo Humano era todos os Homens.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Por ver
Não veja só uma imagem
Não veja só a veja: Isto é.
Não veja só a imagem
Não veja esta ordem.
Não veja a sua língua!
Não Veja não
Não veja só.
Não veja o visto.
Não veja o quisto
Não veja o clássico
Não veja o contemporâneo.
Não veja o nunca visto!
Não deixe de tentar ver além da visão.
Não veja só a veja: Isto é.
Não veja só a imagem
Não veja esta ordem.
Não veja a sua língua!
Não Veja não
Não veja só.
Não veja o visto.
Não veja o quisto
Não veja o clássico
Não veja o contemporâneo.
Não veja o nunca visto!
Não deixe de tentar ver além da visão.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A estrada vai fechando até nos encontrarmos no mato sem cachorro

Olha, se caso não escrever o mais importante, por favor, não torne importante as minhas desimportâncias. Nunca quis mesmo ser, escapar, sim. Desde o primeiro entendimento, vi que era preciso escapar, venho escapando sempre.
Sinta, os meus objectos perdem-se fora das gavetas, dos arquivos, me esquivo até da moral & ética do escape deste país. E, se houver mesmo homens-galhos, talvez seja eu o pedaço de cinco centímetros encontrado no pulmão do russo, nas notícias populares-sensacionalistas-das mulheres barbadas-das vacas de duas cabeças, que engordam os pratos do dia.
Ouça, nem um ruído pode sujar mais cores. Nem uma pulga no cu pode coçar mais coisas. Nem um alucinógeno pode distorcer mais matas.
Cheire, os fungos digitais da minha tinta mofam em um espaço por abrir.
Aquarele!
Por um momento
ter dois pensamentos
poder de ser
os signos no aquário
nadam sem olhos
abissal nervura
modelo decadente emprestado
linhas embaraçadas
formam algum rabisco
iniciei sem querer
as iniciações
aos enunciados: Um baralho sem marcas!
ter dois pensamentos
poder de ser
os signos no aquário
nadam sem olhos
abissal nervura
modelo decadente emprestado
linhas embaraçadas
formam algum rabisco
iniciei sem querer
as iniciações
aos enunciados: Um baralho sem marcas!
domingo, 21 de junho de 2009
Meu neto narra muito bem
Ontem fomos ao posto de vacinação das gotinhas com gosto de morango azedo eu e o Artur meu neto que completa 4 anos em agosto próximo ao condomínio no shoping do jardim botânico estacionamos em frente a garagem da administração domingo não usam a garagem mas os cones estavam lá botei do lado de cones eu entendo até de cones megafones soltamos os cintos de segurança e descemos cada um por sua porta nos encontramos em frente ao carro e nos demos as mãos já conversando sobre a semiótica do local evitamos as oficinas com suas lambrequinhas de tintas para peles e directos ao trâmite legal contei que ele tinha apenas a certidão de nascimento tudo bem anexa ésta na de vacinas duas gotinhas ele lambe gengivas corrigindo a pontaria da moça e nos despedimos mostro~lhe um homem aranha gordo na vitrina e voltamos: tudo em 15-minutos de pura fama.
sábado, 20 de junho de 2009
13 come um
Ele ficou só.
Quem está acompanhado?
Ele faz.
Quem consome?
Ele sou eu.
Quem é você?
Sai da minha viagem.
Quem liga?
Tá me tirando.
De onde?
Só de boa!
Assim como não existe só de má...
Quem está acompanhado?
Ele faz.
Quem consome?
Ele sou eu.
Quem é você?
Sai da minha viagem.
Quem liga?
Tá me tirando.
De onde?
Só de boa!
Assim como não existe só de má...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Post bost gost e mort.
Sim os diários voltaram públicos ou não não precisam de nem uma pontuação. É isto que vocês não estão entendendo: Qual é a leitura diária do hoje? Velocidade nunca foi frenesi, pois ser veloz compreende saber fazer curvas com precisão, apenas aqueles que podem atravessar corpos vão em linha reta, e para estes nunca escreverei, mesmo que me passem os olhos, não será feita a leitura, pois ler é caminhar na mesma trilha olhando imagens deixando imagens contarem sem querer o já lido o doce meu o gosto meu a regra minha o humano manual de ser humano.
Osama
Vou fazer uma placa com as palavras de ordem: fui, comprei, tenho, comi, gastei, sou, ele é, vamos, e sentei. Tenho certeza que continuarão dizendo: Não entendo nada do que você escreve, é meio engraçado tem hora, você escreve difícil, o que é isto? É UM POEMA? POEMA NÃO É, VOCÊ PODERIA TENTAR ESCREVER IGUAL JORNALISTA, E OUTRAS BOBAGENS DO GÉNERO. NUNCA CHEGAM E COMPARTILHAM A VIAGEM , SEMPRE UM PONTO ADIANTE , QUE NEM ELES MESMOS SABEM SE É A MOSCA DO OBAMA, OU A NETA, OU SÓ UM SUJINHO NA TELA.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Placas de concreto: Visões laterais
Quer um pouco de cerrado?
_Alameda dos Estados: Bandeiras alinhadas em total horizontalidade!
_Alameda dos Estados: Bandeiras alinhadas em total horizontalidade!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
misturador de cola
E se eu mandasse a crônica detonando o diretor é que estou cagando para o tema pedido e limpando com folhas de bananeiras marrons macias com pequenos sinais de fungos e manchinhas pretas também provavelmente fungos que não significam nada para o fogo no cú mas os duendes no meu jardim já sabem entrar sem bater ventos de hélices de libélulas servem-lhes de montaria e aquele que não sabe montar o cavalo doido jamais fecha em L como Mishima tenho trabalhado com sol e aço fiz três peças novas ontem lixei o dia inteiro e ainda corri a noite depois de plantar um mandiocão no oco da fogueira depois ganhei oito partidas do marceneiro chico-sikadou um cearence-france que voa o tempo todo sem pane que não seja o circense aí vi dois filmes um cubano muito bom com um toque de Rulfo na fala do personagem principal: minha mãe me pediu...só que inverte e não atende o pedido só resta ficar com a mulher amada e revelar-se médico filho de médico onde a mulher médica funcionária do pai que só vai apresentar-se como tal e final feliz com música brega ou algo sonoramente parecido lenga-lenga inheco inheco pastel da rodoviária segundo o Coutinho: nunca passei na rodoviária sem comer pastel com caldo de cana mesmo se já almoçado e eu: nunca?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Entregador de correspondências
Uma nova força invade o corpo língua dos pés até a cintura febre da cabeça para baixo todos os capacitores ligados transmitem a estética do prazer de criar novos mundos nos castelos da carne ciclovia mão única cuidado com os caminhantes desavisados do peso da minha magrela no banco tem bunda leme velocista movida por pistões propulsores revisados por técnicos alemães duas patinhas 41 de 51 anos de giro torcem os pés-de-velas ou freiam contra o pedal quando voltam revoltam do ir do desviar sem querer parar definitivamente com uma memória full HD tacteia giro-solo escapando das arestas todos os comandos em um só corpo simbiose : DNA mitocondrial-ciclístico!
Amo o amar, mas não amo o Amor.
Não é o conceito amor que precisa ser revisto, e sim prestar bem atenção naqueles que dizem que amam, sempre são os mais perigosos, pois neste improvisado tabuleiro as regras não são claras como as do xadrez, e mesmo regras, ou clichês, não condiz com tudo que já foi falado deste desconhecido amor, sempre maior do que podemos dar conta, sempre menor, sempre indefinido, sempre tão prosac, sempre acordado, quando precisaria estar dormindo e vide-versa amor filho bastardo de uma moral qualquer, com pai vilão-vampiro: Exigente, maior que todos os senhores menor que todos os servos; ora amora hora desamora, um dia doce pirolito um dia amarga sucupira. Não falemos de amor sem saber, mudemos para Roma e deixemos a romã arrebentar seu regaço.
Perguntas ao delegado?
O filho da puta que prendeu o gravador do Itamar Assumpção, está lendo esta frase?
domingo, 14 de junho de 2009
colocasia esculenta
Liguei um fogo na cova do abacateiro às 19:00h de ontem, até agora ele manda, só assei um inhame chinês, que vou yam...
sábado, 13 de junho de 2009
Penjing?
Hoje conheci os brotos ladrões aqueles que comprometem a arquitectura da árvore e enquanto cai esta frase vem a pergunta: _como a natureza lida com isto? Pois sabemos que não tem ninguém podando a mata fechada! - ou tem?! E se árvores precisam de espaço suficiente entre umas e outras quantas estão espremidas na floresta ??? É assim que se organiza o pensamento? Todas as parasitas plantas numa só malha vegetal sobe salgueiro levanta a calçada mangueira "água que grita ", "rio que chora ", salgueiro chorão : Sapucaí que precisava ser ; Sapucaia!
Te dou a terceira árvore faço bonsai fora do vaso para os japoneses abrirem os olhos : Em língua de galhos raízes não me atrapalha.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Vou congelar o movimento para ser aberto daqui a vinte anos
Vou deixar mais lento ainda tem um pouco de aceleração quero sem motor os passos do casal chinês desfilando na calçada da 26 do lago sul um pé só depois que o outro entrou até o fim tato no pisar voltas de cabeça lateralmente discreto enquanto ela parecia olhar plantas debruçada rumo a terra sobre o muro do nada fiz a chapa numa varrida de olhar retorno para a subida paralela antes da oito por cento e conferi quando entrei vetor-calçada mais adiante sua filha seus netos sim brincavam com as plantinhas preciso gostar mais de cuidar plantinhas voltar aos primeiros vinte anos: Vou ficar câmera lenta!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
O cavalo perdeu seu cavalheiro
Olha vejo a íris de plástico bola de vidro que chamam gume dentro dos seus olhos vamos brincar conte uma história para crianças cílios longos pequenas vassourinhas de limpar direcções globo ocular boi brilho molha de entusiasmo um saco de bugigangas que os de Portugal não querem pluralizar vamos ao chão engrossar novamente os joelhos arrastar tornozelos perceber o quanto endurecemos até aqui carimbos azuis com letras casinhas de madeira postinhos de gasolina carrinhos movidos por borboletas laterais corda me dê corda encontre o capacete do astronauta fale dos novos desenhos animados de outros superiores heróis somos os mais rápidos os mais fortes podemos voar tudo está mais perto dos sonhos vamos jogar golfe no quintal com a bolinha branca com asa preta da nike façamos tacos com qualquer madeira qualquer sobra serve cavemos a terra guerra contra as formigas com mangueira d'água um dia não vale nada ponteiros digitados apenas qualquer risco a aventura não tem planilhas hora-bolas de gude ora pro nobre pequeno rei Artur que com sua espada negra de plástico já derrotou todos os regimentos internos e externos e foi ferido apenas pelo canino da naomi.
aNGU COM GROSELHA
aPRENDEMOS SEMPRE COM TUDO E SÓ PODEMOS DIZER QUE APRENDEMOS QUANDO SABEMOS DO JOGO E DAS REGRAS E QUEM JOGA E NUNCA QUER SE REVELAR POR INTEIRO EXILANDO NAS VARIANTES MOSTRA O QUANTO LHE CUSTOU PENSAR QUE SABE SEM SABER QUE O SABOR ESTÁ ALÉM DE QUALQUER PALADAR LOCAL POIS A LÍNGUA PODE SER DIVIDIDA EM PARTES INFINITAS DE COMBINAÇÕES TANTO PARA AS ABERTURAS QUANTO PARA OS ENTRE MEIOS ATÉ OS FINALMENTES REGADOS FUMADOS REFLEXOS E CIRCUITOS QUE LIGAM À IMAGEM MODAL OU AMORAL AMORA PARA INFINITAS BOCAS VERMELHAS BRINCAREM DE AMORAR LAMBUZAR DENTES BRANCOS DE PAPEL NÃO COMERCIAL E VIAJAR COM ESTAS OBEDIENTES FORMIGUINHAS ATÉ NO DESORIENTAR É TÃO DIVERTIDO QUE POSSO SIM PASSAR UM MÊS ESCREVENDO SEM SAIR DO CONDOMÍNIO MEU CONDE QUE ME BANCA SOCIALMENTE COM BONS CHARUTOS BONS BONS AIS SAÍDAS DE PEDALAR CAMINHAR MAIS FORMIGAS NA MANIVELA DAS PERNAS PERNIVELAS NADA DE PÉ DE VELAS
A CADELA LATE O CRENTE
.aqueles que vem na sua porta oferecer verdades vistas nós que não temos nem uma verdade para levar de porta em porta com algo além das palavras no olhar tosco de quem quer convencer na falta de entendimento quando apenas dizemos : já tenho um caminho para isto na ponta da língua li escuta zé ninguém e vejo vocês desde pequeno entregando ideias que não colocam em prática.
Bilhete encontrado em papel pardo no posto da 25 do lago sul provavelmente de uma senhora que estava com seu pai idoso ela por volta dos trinta e tal
Receita azul
cars
Pedrita
Material oficina escola
Adolescentes
cars
Pedrita
Material oficina escola
Adolescentes
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Enquanto lavo o carro: o sol cai no morrinho do lixo...
Os bombeiros de postos de gasolina sofrem intoxicação grave que faz cair as plaquetas até 130 antes de qualquer tratamento além de outros riscos que não são os dos automóveis dos donos e nem os nossos existem muitos com sequelas irreversíveis assim como toda e qualquer administração neste país.
Lugar de Valer a Pena
Alugaram uma árvore na w3.
Compraram um talento na F1.
Venderam uma nuvem sobre a L2.
Trocaram sonetos por rap na Art21.
Arrendaram o ar da w4.
Compraram um talento na F1.
Venderam uma nuvem sobre a L2.
Trocaram sonetos por rap na Art21.
Arrendaram o ar da w4.
Por favor me dão opinião!?:;.>^~-_&$#@"'\|+=
isto de terem que dizer que os textos dos blogs estão nos livros fiz um livro com os textos dos blogs lembra o ar condicionado a televisão a internet e todas as outras novidades que por aqui chegaram sempre são prioridades antes de qualquer criação pode ser um dos visgos de pegar passarinho descuidado posso fazer um livro com o que quiser de onde quiser e informar ou não a origem dos mesmos desde que eu o faça quanto as cópias direitos autorais autenticidade estilo agrado popular críticas academicismos e outras cismas aí já não sabemos mais se é questão de tempo sim temos que ter o cuidado de não ficarmos repetindo isto pois já não sabemos mais história de antes agora que vão mesmo entupir o mundo com toda sorte de coisas e escrever é tão banal quanto a maldita frase: vamos fazer amor? vamos fazer amor! vamos fazer amor. vamos fazer amor... vamos fazer amor: o sabidinho que sabe fazer amor deveria fazer amor nele para não ter que ter picuinhas pegadinhas faustonicas com qualquer um e nem um rabo de pavão que no lugar de penas tem folhas com carimbos de chapa branca e outras melecas da desordem que se quer dizer ordem aqueles da ordem não se esqueçam meninos são os desordeiros os do poder qualquer coisa mas não o coisa louca sim o coisa dono do dinheiro com ramificações pelas instituições...e desse til nestes oes
terça-feira, 9 de junho de 2009
Lucca Cunha Cerri
Estou plantando umas árvores, por aqueles que nunca plantaram. Caso vocês tenham este número, por favor coloquem no google entre aspas, fechem em " número de pessoas que não plantaram árvore", e me enviem, assim quem sabe lanço o projecto de unir todos os plantadores e dividirmos a tarefa de plantar uma árvore por cada homem que aqui um dia esteve, neste planeta das raízes, dos galhos, das folhas, dos canais de sugar, dos veios de fluir, da troca de gazes, das cores, dos desenhos, das sombras; que sabe dividir luz+trevas, e nunca cobrou aluguel dos passarinhos...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
cavo com o formão
Ainda assim o barulho mata barata meu sangue gela veio de pau ferro cerne que desenha máscaras de outros elementos da natureza morta.
Domingo não é dia de sabatina
Preto segunda pele rabo de cavalo bom dia crianças vamos passear se a naomi morder faz um furo branco sem raiva e pitanga e guaco erva cidreira tiro na gaita a música do leite.
Recorte
Uma luz dura tem mangueira de plástico sanfonada com tijolo aparecendo, que sustenta o céu de Brasília dividido por fios de alta-tensão.
Força Aérea Brasileira
Folhinha japonesa: lua na bananeira.
Azul de quase noite: rasgo de nuvens.
Brejeira paisagem: sombras de alvenaria.
Azul de quase noite: rasgo de nuvens.
Brejeira paisagem: sombras de alvenaria.
Uma quase qualquer coisa
Fico falando sem ser ouvido ladra cão já deve ser figurinha repetida fundamento letra morta mando letra tiro de tempo aquele cara amigo daquele outro que se dizia meu amigo disse certa vez que um amigo dele que escrevia muito bem resolveu fazer um curso de letras e aí nunca mais escreveu nada que presta hoje repeti isto aqui para outros amigos que me sugeriram escrever sobre mas isto também repito sou o repeteco sem interesse em mais nada dos outros será que já criei alguma coisa só sei que as formiguinhas que vi crescer no branco sugar blues já não me movem como antes ou é aquele momento de falar sem escrever fotografar sem luz ler gestos não lidos outras lidas mesmas lidas cortar madeira fazer objectos totens desenhar sem tesão bêbado de mim devo estar é aquela hora de me odiar maldita preguiça trabalho a preguiça restauro o moleque saciá cachimbo aqui acolá vão variar varrer meu ego pra debaixo do tapete.
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Xadrez de marfim cala o ébano.
Chega de madeira, já tenho todas.
Chinês de mandarim fala calando.
China de nação não xinga palavra.
Chinês de mandarim fala calando.
China de nação não xinga palavra.
Ao ser plástico me identificam
Ao ser clássico pareço rústico.
Ao ser romântico estou tirano.
Ao ser contemporâneo: louco.
Ao ser romântico estou tirano.
Ao ser contemporâneo: louco.
Você já contratou seu homem?
Os homens que precisam de contratos.
Os homens que não precisam contratos.
Os homens que precisam contratos.
Os homens que não precisam de contratos.
Os homens contratáveis.
Os homens incontratáveis.
Homens contratáveis.
Homens incontratáveis.
Homem-Contrato.
Homem-Não-trato.
Os homens que não precisam contratos.
Os homens que precisam contratos.
Os homens que não precisam de contratos.
Os homens contratáveis.
Os homens incontratáveis.
Homens contratáveis.
Homens incontratáveis.
Homem-Contrato.
Homem-Não-trato.
AS férias de um MERDA
Férias para estar com os peões bebendo no mesmo copo comendo no mesmo prato faltando só dividir as camas o grande sertão: veredas abandonado na página 66 espera minha volta dentro da minha solidão de ideias e desejos mal cumpridos estou cabulando o trabalho é apenas isto.
Fotoescrita
Não tenho tempo para novas ferramentas antes que esqueça como usar as velhas vou organizar o meio de campo e por a bola no terreno quando quiser sair para mijar dou um chutão: isolo.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Não precisam
As coisas que precisam dos outros
Os outros que precisam de coisas
As outras que coisas precisam dos
Os outros que precisam de coisas
As outras que coisas precisam dos
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Sou todos vocês, e nem um Eu.
Posso se quiser revelar ao mundo tudo que somos todos nós com todas as fraquezas junto a todas as potências o ser aderente de limarias ambientais e não o ser limpo com o estilo puro bem tratado com imagens bem definidas fiéis ao gosto popular mais um entretenimento de consumo ainda revelo um dia numa só chapa homem-coisa-só-bicho-planta-qualquer.
Sim tenho de todo jeito
Minhas letras: minha letra
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Não tenho um tipo
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Trem de prova
Quando me fiz nu descendo toda e qualquer montanha, aparecendo apenas a traseira do banco Specialized, z vermelho em pastel à óleo sobre papel craft...
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