sábado, 19 de junho de 2010

Hoje amanheci um doce:


501.Todos já defecaram um troço grosso.

502.O impossível é mais fácil de cogitar.

503.Da Vinci nos deu cinco raios.

504.O mais vendido não é o mais caro.

505.Esta frase não está na moda.

506.A mentira fala auto.

507.Um pássaro de terno preto vem comer com os pardais.

508.Coloquial é uma concordância verbal.

509.Casas de talentos pescam inclusão social.

510.Está tudo quieto nas cabeças.

511.Meu português não quer abrir padaria.

512.O português de Portugal não aceita a palavra concordância?

513.Em caso de dúvidas, ligue para o meu editor!

514.O lamento está desgrudando dos meus pneus!

515.Se não tivesse mais nada, Chico Buarque me bastaria...

516.A perua das Balas Confiança me visitou.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

É tudo mentirinha, bobinho!



472. Quando Deus não quer, Santos empata.


473. Se eu entregar o dossiê, quem me dá um doce?


474. O agiota conhece os donos do rebanho.


475. O 171 colou com a comissão de inquérito.


476. A moça do banco acredita em papai Noel.


477. Quem conseguir colocar mais parentes ganha um parêntese.


478. Se o padrão é ser bobão vou falar com o meu patrão.


479. Estas frases não engordam porcas.


480. O presidente leu a BR INFINITA?


481. A procuradoria geral da república é boa para guardar nuvens.


482. O parafuso do pato quer parafusar uma patrícia.


483. A Galinha Esperta tem Clarence Nash dando voz ao Donald.


484. Esta língua, de outros portos, vem sempre com um pré sal...


485. As suas fotografias são de registros de Almas Mortas?


486. O Carlitos voltou: agora ele fala, e não é mais vagabundo!


487. Ele está escrevendo a nossa aposentadoria: quem vai editar?


488. O mar recebeu os meus passos ciente de que eu acrescentava sal!


489. Do Jabaquara a Santana observei a linha 1 com meu filtro azul!


490. Costa Rica prestava vestibular vestido de Chaplin e dormiu com as vaquinhas nos Patos de Minas!


491. Know bancou o uísque na UnB no tri do Piquet!


492. E, quando vencemos o sangue e areia, depois tomamos sua cerveja... com boró e tudo...


493. O opala pra levar a Bianca pra cruzar, e o cheque pro embaixador do Canadá: como esquecer?


494. A confusão são sempre os interesses particulares?


495. É sempre a pulga atrás da orelha que levanta a caça?


496. Outros quinhentos não serão lineares!


497. Pode parecer piegas, mas sinto saudades dos meus “inimigos”!


498. A fofoca partidária resolve-se sem partidos.


499. Reconhecer é coisa de necrotério.


500. Ganhei quietos Reis sem perder a dama.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Aos policiais da caverna de patópolis:


447. Para qual espelho o cego está olhando?

448. Para tudo com sardinha enlatada & vinho do porto com bacalhau norueguês?

449. Pau que nasce torto rasga camisa de polícia?

450. Por uma porta da percepção reli o gado novo?

451. Balas chita no Tarzan: a Jane é calamidade...

452. Na linha do trem coloquei carvão mineral.

453. Levei uma no zói e achei que era rock in Raul!

454. O gigante tem o dedo mindinho?


455. O leão sai do zoom, vira padrão, sem entrar na grande angular.

456. Na Líbia ainda colocam mordaça no carneiro.

457. Minha mãe nasceu em Santana dos Patos!

458. Ele sabe que o outro sabe que os outros sabem que ele sai mas cobra do outro um não saber que os outros precisavam saber que eles não sabiam onde estava a pausa da respiração das falácias...

459. Perca-se, o caminho que tem muitas direções com muitos indicadores, não deve ser um bom caminho.

460. Terça feira vou levar o meu cocô da manhã embrulhado em papel de pão!

461. Punheta policial o poeta não toca.

462. A masturbação do barnabé derruba diretor?

463. Ao estudar a briga de rua vi o balé das calçadas!

464. Molambo já foi uma das tentativas de apelido, mas gosto de grilos...


465. Porta aberta pouco aperta se depois da curva viesse à reta...



466. Portador não merece pancada de parecer do copiador.

467. Se na terça eles vêm para matar ou morrer, vamos ficar em casa, e ver se eles suicidam?

468. Cabeçada nova faz galo cantar de pinto!

469. Jogar para a torcida é cochichar no ouvido da psicóloga?

470. Bobo-cão arregala os olhos, come os beiços, e peida na festa. (Manchete do Planeta Diário)

471. Paranóia foi passear em Paris, e deu de cara com o Paranoá: - e o Roriz?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Por enquanto estamos na abertura...


Esta é a postagem 2001, pena não ser uma odisseia no espaço!
Abrindo os serviços: vamos fechar com quem?
Os partidários estão com suas ideias repartidas.
Nego qualquer bandeira!
Neguim pensa que você vai dar rasteira em motocicleta?
O não e o sim estão tão misturados que vou ficar com o ou.
A casta quer uma castanha gorda?
E, quando eu estava ausente, queriam um presente de grego...
O vou sair foi barrado na entrada!
Aleluia brigou com o Arrelia porque o Carequinha pois fogo no circo?
Antes de partir limpe a faca.
A garrafa de groselha tem mais sangue que o cara pálida!

terça-feira, 15 de junho de 2010

_Não sou o cambista!


437. Neste frio é bom andar de Treme-Treme? _Troque o R de lugar!

438. Esta tradução do Jethro Tull não foi traída: "Sentado num banco do parque olhando garotinhas, com segundas intenções. Ranho escorre do seu nariz dedos gordurosos manchando roupas esfarrapadas. Secando ao sol frio assistindo enquanto as calcinhas de renda passam. Sentindo como se ninguém se importasse cuspindo pedaços de sua má sorte. Faixas de sol geladas num velho homem velho que vaga só. Gastando tempo o único modo que ele conhece. A perna dói muito, enquanto se agacha para pegar uma bituca Ele vai até o mictório e esquenta seus pés. Sentindo só - o exército na estrada salvação ao modo, e uma xícara de chá. Aqualung meu amigo - não comece a se incomodar pobre terra natal, veja, sou apenas eu. Você ainda se lembra da névoa congelante de dezembro quando o gelo que se pendura em sua barba grita em agonia. E você gasta seus últimos suspiros, barulhentos como sons de mergulhador no fundo do mar, e as flores desabrocham como loucura na primavera."?

439. Quem torce em casa ganha hora extra?

440. Minha caixa de pilha é lacrada de fábrica!

441. Só abandono esta ilha quando a banana comer o macaco.

442. O Sexta Feira foi promovido: perdeu o hífen!

443. Quem identificar uma máxima, por favor, não dê a mínima!

444. Faço quatros, antes de entrar neste espaço...

445. Cinco, o dia todo, ninguém mais quer?

446. A 6 vai ter nenêm!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quem acertar o bolão devolva minha Hasselblad H3DII-60


425. Me ofereceram a biblioteca de Alexandria.

426. Nunca criei um gato.

427. Fiz um bolo de fubá com azeite.

428. O pessoal quer amarrar o universal.

429. Não vim aqui só pra ver a aurora boreal.

430. A sua neve é clara com açúcar?

431. O língua seca disse uma papagaiada.

432. Vou passar a mão na cabeça das letras.

433. Os marcianos precisam aprender artes marciais.

434. Sua emoção está vencida.

435. Atiraram no perigo, e ele foi morrer na instituição...

436._ A Dinamarca deveria jogar nua!

domingo, 13 de junho de 2010

Vamos fazer uma pausa nos números?


"Outras Palavras" sobre Tom Zé?
De concreto deixo este sangue galgo!
Aceno com meus trapos: estou do outro lado, corrêa correria por você?
Somos trapistas de intersecções próprias!
Aceitamos os nomes, mas o gesto da caça será nosso.
Argélia x Eslovênia ainda está zero x zero?
O número branco na placa esmaltada azul!
A janela do quarto voltada pra olaria.
Uma tábua de passar roupa já te incendiou?
Aqui, quando chega uma notícia boba, tem sua película rebobinada, para de volta sofrer uma sobre-exposição.
Escrevo desde o primeiro dia, lendo enquadramentos, fazendo intervenções...performances???
Meio bobinho o robinho branco joga mal torce só quando está jogando muito e tem um gaguejar constante!
Agora vamos pro jornal: não vai dar para pedalar hoje, estou com o parafuso de centro quebrado.

sábado, 12 de junho de 2010

"PHOTO FILM NOIR"(Jason) made in brazil:



401. De dia, porque de noite é junto?

402. Tem de ser tem de ler, mas trem de abrir: quando?

403. O rebolado padrão é bom?

404. O desenho canino me atrai desde A Dama e o Vagabundo: minha primeira leitura.


405. A lua baixa do norueguês Jason me permite mudar o jogo do salão.

406. O sono não interroga?

407. O tremor de Deus foi diagnosticado como abalo sísmico.

408. Low Moon é a minha edição em leitura.

409. O tempo também recebe diagnóstico errado.

410. As voltas são buscas pelo mesmo rabo?

411. Voar nunca foi vontade de ser pássaro.

412. Dizer que o outro é tolo: será agonia?

413. A euforia do tolo sempre me invadiu na hora certa.

414. O trabalho de olhar cansa suas vistas?

415. O cachorro doido de São Miguel Paulista não gera mais perseguição.

416. Descansar sem perder o foco: apenas em longa exposição?

417. O travesseiro das pernas as vezes cai.

418. Obras sem o exame de Dalí?

419. A Teoria do Buraco do Cu preciso reler.

420. Onde está a arquitetura da gaivota?

421. A noção do limite é o que virá?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

_A minha guilhotina é padrão!



355. O mongol seria o monge do Gogol?

356. O Santana toca mais que Hendrix?

357. O depunctado passou pelo punctum?

358. O artista marcial respeita o deus marte?

359. O autor bozó virou borzoi e uiva em russo?

360. O avarento compra gratificação com falácias?

361. O bem e o mal vão à esquina comprar balinhas?

362. O boi mais velho ensina ao Bezerra o caminho da Pau Brasília?

363. O boi pela ponta do direito desconecta sua antena e cruza na área pro diabo cabecear?

364. O bom juiz está com o apito cheio de sabão?

365. O bom pastor dá sua gratificação a ovelhinha recém nascida?

366. O deputado leitor te incluiu na sua roda de leitura?

367. O doutor us piano já perdeu seu tempo contigo?

368. O coração é uma vinheta Cokin?

369. O costume de PM acaba sempre em AM?

370. O dinheiro excita o director?

371. O erro repetido passa tranqüilo pelo corredor polonês?

372. O fim coroa o defunto?

373. O fim justifica o meio de iniciar a busca pelas gratificações?

374. O hábito vicia?

375. O homem é fogo sem sua lenha?

376. O Ó é símbolo de índio?

377. O homem honrado foi curado?

378. O homem põe em Deus o seu Capeta?

379. O jogo só é desonroso quando não se sabe as regras?

380. O ladrão que rouba gratificação casa com terceira pessoa do singular?

381. O mal ganhado arregala os olhos?

382. O muito mimo mima mais que muitos outros miados?

383. O número dos tolos não fecha equação?

384. O olho eletrônico conhece minhas digitais?

385. O parto da sua cadela tomou chá de framboesa?

386. O passado não se faz presente no seu futuro linear?

387. O perdão do irmão tem medo de apodrecer no apartamento?

388. O pilão de ponta de antena de celular pila melhor que pilão de seta de zarabatana?

389. O pião que esfola o rabo usa sela italiana?

390. O pouco quer saber se o muito vai querer mais um pouco?

391. O que é que este homem está afirmando?

392. O que é bom o ruim não come?

393. O que é de mais o menos subtrai com mais ou menos?

394. O que é raro é o carro derrapar no caro amigo cara de carrapato?

395. O que é ruim é tomar rum cubano com charuto porto-costarriquenho?

396. O que fizeres por suas assinaturas me cura das suas curadorias?

397. O concordante nominal não concorda com a concordante literal?

398. O que não se faz em dia de Santa Ana se faz em noite de qualquer outra santinha?

399. O Quatrocentos é lido depois de três mil?

400. Vôo, antes que o Ó me engula!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cão bicudo pus no porta malas, sem hífen!


Vamos chegar a mil?



341. A frase não é um disparate politiqueiro.


342. Ninguém em causa própria se apropria da pia.


343. Sikadú pergunta ao Google se defeca e fica com o cu sublinado.


344. A forma de pão são meus nervos de tensões sobre as intenções.



345. Estou doando alguns personagens já contados.



346. Vírgulas aos pobres leitores que não conseguem seguir a trilha das formigas.


347. Minhas formigas são letrinhas dançantes sem compasso.


348. A letrada com ervas daninhas bebe todos os bêbados.

349. No divã do bar atendi dias a fio sem impostos a pagar.


350. As verdades do vinho na mesa de Baco são tabernas maquiavélicas?


351. Costumes ajudam a montar o jogador bizarrê.


352. Leiam a mão nas suas leituras antes de saírem pra ler.


353. Se mimi não dorme manda mumu chamar o boi zebu.


354. O alheio ao verbo não é alheio ao signo do Y: e, a minha forquilha de pau pereira.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

_A intervenção também é minha!


Qual a temperatura deste balde?


Estavam com saudades dos galgos?


Minhas feridas abertas pela América latina não são só os veios das Veias Abertas do meu amigo Eduardo Galeano também são Soy loco por ti do outro amigo compositor e são as vias abertas de todos os meus veios destes capilares destas papilas e de outras estrangeirices quais queres interrogações falaciais deste caduco andar girar pedalar e nadar dentro das minhas conveniências o fim da picada o fim do caminho o gesto de acenar à todas as cenas aquele que ouve em movimento o zumbido da mosca da náusea de outras palavras uma onda aos surfistas um sol sem sertão rosas não roubo mais flores no enterro fere os ecologistas de plantão a mistureba desce como suco de pitanga estou acostumado com sucos mais fortes uma wodka russa bem gelada com limão desce como o borzoi saltava do colo do seu dono para o abate final : o lobo foi estrangulado!

Não está legível este fotograma?



341. Ninguém sabe como está à caixa d’água do um.

342. Examinem o refil do filtro.

343. Pode servir, mas não sejas subserviente.

344. Contente com seu tento?


345. Meta as chaves do seu molho na abobrinha alheia.


346. O coração abre, o binóculo vê, a vinheta grava: os dados têm seis lados.

347. A virtude com seu véu estava nua por baixo.

348. Neste mundo parolam por um lamento.

349. Cuidado com os donos dos times.

350. Enfrentar os movimentos sindicais não é perigoso.

351. Por que nos armam, se não tem perigo?

352. Eu tenho os dados: vamos jogar xadrez?

terça-feira, 8 de junho de 2010

Borboleta-cão tem asa dura!


Deite no chão antes de afirmar!



323. A porta do preto pro verde está desalinhada?
324. O branco tem tarja preta por Luizinho?
325. Na principal tem uma placa de rodoviária do interior?
326. O acesso à galeria tem correntes com cadeado na porta sanfonada?
327. Na rampa superior tem cavaletes do DETRAN?
328. As cadeiras dos auditórios servem pra cochiladores babarem?
329. O apoio dá carteirada de polícia e ainda rouba extra?
330. As passagens das torres viraram gabinetes?
331. Balcões nas portarias são terapias de grupo?
332. O que era para ser um palácio virou feira popular?
333. Qualquer um veste a camisa de qualquer time?
334. Criaram uma faculdade de fechar?
335. São tantos canais por assinatura: e um só produto?
336. A gratificação é grátis: é só pedir?
337. Dão cursos e mais cursos, na hora do reconhecimento: aposentam mais tarde?
338. O risco da profissão é seguir o rabisco da administração?
339. Seria inteligente manipular os novos e deixar os velhos irem embora???

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Esfumo-me nos corredores...


308. A mínima quer ter um caso com a máxima.


309. — Lápis apontam digitais do branco...


310. — Comodista une fera com incômodo.


311. Os filmes são espelhos que mostram as rugas do cinema.


312. Escritores são apostadores no tempo.


313. . — Nível é ferramenta de enganar a curva.


314. Deviam à solidez uma conta de vias.


315. — Fumes ótimos condimentos.


316. Dentro dos dados os pontos precisam ser abertos.


317. — Se inibisse sob ameno mar, tiraria a roupa no rio.

318. — Nós bebês imperamos nos pais.


319. — Nesta sinistra faceta destino sua pedra lapidada

320. Aflição no risco: adiada a ficção...


321. Sem ler, inspire fóton: subscreve ciente à câmera...


322. Aqueles que lamentam a voz do Chico Buarque, não reconhecem o lamento do Brasil.

domingo, 6 de junho de 2010

Cuidado com as pegadas!


290. — Piorem valentes galos fora dos terreiros!

291. Prometer e enganar são a mesma reza.

292. —Mutum resume cultos frangos.

293. — Neguem nos amigos os moldes.

294. — Mote som vocal, posse verbo emite.

295. — De cútis laquê, quase toda urbe vaga.

296.— Nele, médios jogam na moleira, a bola.

297. — ET quer o espaço livre, dos perdidos.

298. Na barba desconte toda a novela.

299. Mandaste Noé ver uma Queen dissidente sem crédito?

300. O veneno está na bunda. Quer mais uma picada?

301. Eles, por um níquel, nublam o hábito.

302. Nada seu, Nuno, satisfaz esta ordem.

303. — Que time nós vis, altera nossas fatias?

304. Alterne fáceis com tese febre difíceis.

305. Dulce,nem nuvem quer nos algodoar.

306. Riram das vicissitudes? - Riam também do estagnar!

307. Nemo nu –psit- impôs outras águas.


sábado, 5 de junho de 2010

Meus brancos painéis


















272. Aliena entre as traves da mídia!

273. Arrepende, monte língua inocente!

274. Mais por experiência que por magia.

275. Ampliar as sombras das horas...

276. — Opte pelo ápice, esse ópio...

277. — Material superabundante: ópus no ir.

278. — Pianos carregam teclas para um só dedo.

279. — Auxílio superou humanos verbos na palestra.

280. Bis, grato ao útero: ofertou.

281. — Melhor está a frase propagada?

282. Ovo hoje ouvirá amanhã!

283. — Pôs vale passe in manejos, qual sub-dúbio gurus...

284. — Poder não pode, mas poderás sim, dotes.

285. — Quase malas sem moldes temem levedura vidente.

286. — In homem fortuna toques adquire.

287. Mandar ônix petistas impacientes consortes irem.

288. — Bumbum irá num naco só, foicei!

289. Este caderno anota galhos de outras árvores.