As vezes a fotografia muda de arte contemporânea no deserto pra noturno neon urbano periférico não é de se estranhar no mundo de hoje de certa forma contribuímos pra isto e sejamos justos muda muito mais do que podemos imaginar mesmo com a super inteligência artificial prometida não somos os donos de todas as possíveis imagens e suas alterações assim como aliterações mais sonoras com mais sentidos digo sic sacando agora os múltiplos cenários pra cenas atuais ou de época cada dia estamos mais ricos se pudéssemos nos alimentar apenas de imagens e não precisássemos de mais nada hipnotizados pra posteridade ainda estamos na idade das cavernas não há dúvida quem disse que iríamos voltar parabéns acertou já que nunca saímos imagens são colocadas na nossa frente mais perto dos olhos o tempo todo espigas atraem jumentos pra China pra virar gelatina medicinal que fim mais nobre será que não dá pra fazer de pobre seria mais barato sarcasticamente lembrando Swift despista sai da pista desfile em outra passarela o trânsito lá embaixo está pior que aqui em cima facultativo intriga partidária rusga de família nobres senhores iluminados iluministas de filme de terror inteligente mais social que isto só no salão parisiense de Balzac mais café mais páginas menos enroscos populares e outros doutos dentes de engrenagens pra ver de novo uma odisséia no espaço de olhos bem fechados roda a laranja mecânica?
Nenhum comentário:
Postar um comentário