terça-feira, 8 de setembro de 2026

Metamorfose da metáfora


 Vamos dando espaço eles vão entrando quando vemos querem tudo.

Registrei a ocorrência dos vizinhos da dois do conjunto 4 casa 23 e do dois 16!

Não vou ser conivente com o barulho de ninguém...

Novamente minha presença não foi suficiente: registre por email.

Desconsideram-te pessoalmente demoram a responder digitalmente!

Diretor tendencioso pro lado de quem o indicou senti na pele por mais de trinta anos na câmara escura...

O pedal de manhã na fat 3.0 clássica norte americana: macio deslizante.

Depois do banho veste-se do avesso!

Quem joga com vontade sempre faz o dado cair de quina...

Balancete de pompom dá zero de juros pro dono.

A suma forma em solidão profunda!

Do espelho o ápice calipso e pleno no abismo estrito de si mesmo exila.

Onde o vidro deforma o tempo e liberta um instante...

Ébano e pérola esculpem na pele o mármore do desejo?


O mote gramatical

A sensualidade de uma sentada catedrática sutil...

A confiança velada de uma performance exigente...

A postura inabalável com efeito comadre Vina...

A despretenciosa coreografia impecável reflete...

A reflexão sobre estética e expressão corporal aérea.

A cena texto literário dança contexto específico...

A elegância do mistério profundo na pele do corpo...

A sedução sugerida não é escrita fácil!

A atenção de quem vê para o próximo passo...

A lentidão calculada é a precisão de quem conhece...

A expectativa muda completamente a dinâmica...

A música controlando a intensidade matemática...

A tamanha maestria do verso sobre o assento...

A construção carrega uma intensão no olhar...

A marchinha do cenário político pro Pacotão...

A bananeira o vento o céu chuvoso a pomba branca?

A frase vira verso sem perder o artigo indefinido...

A que chegou ontem era mais bonita...

A preposição o pronome demonstrativo aquela...

A língua portuguesa é um mantra pro poeta...

   

   

 

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Abro a janela

Quebrado cansado dolorido de saco cheio da minha rotina por mim imposta a vida fica uma bosta corri 1h ainda assim...

Sei que reclamar não resolve mas estou apenas escrevendo e clamei só pra ela um pouquinho depois do treino!

Sete de setembro não sei do que se trata.

Levantei dei uma olhada no tempo parece que pode chover?

Sem um verso meu nem sei ainda verso...

Meninos poetas dei com algo numa manchete sem abrir!

Vale tudo valete que dia moicano luta dia 19.

Joelho esquerdo na lateral da ponta da patela do lado de dentro?

Deixa me ter...

Estendendo o verso-prosa nas palmas das mãos movimento constante pressão suprema corte!

Conduzir a escritura em tema específico no tom  sentimental expandindo este fragmento frágil.

Acelerado nesta segunda desgastante depois de dois dias de tortura de vizinhos desumanos barulhando?

 



 

De guarda no feriadão


 O adjetivo alegre bonito rico criativo de sucesso sorriu.

A mesmice da mesma leva do mesmo gritou de novo.

Dom ratão noturno nas falas foi dormir depois do discurso.

Saruê de bengala rodou o mundo procurando um tigre.

Natureza morta sobre folha de policarbonato trabalhada.

Técnica mista treinou todos os gêneros segundo sua forma.

Bangalô de pagode ocorrência só na terça depois do 7/9.

171 da literatura brasiliense rio abaixo contamina a água.

Gaguejar palavra por palavra sugerindo um verso esplêndido.

Dominar qualquer figura de linguagem sem a grosseria da IA.

Finesse fina estampa perspicaz no seu terno branco de linho.

Jagunço de invernada ousou um urso no agreste mineiro.

Decifrar o contexto enquadrar num conceito de vão do guarda.




 

domingo, 6 de setembro de 2026

Bananeira solar 2


 Enquanto falamos sobre qualquer assunto ou sem seguimos nos sentindo bem mesmo quando é um papo brabo moço toca pra frente vamos engolindo dias como se estes nos fizessem mal já já é carnaval e podemos tirar a roupa e ficarmos nus na avenida...

Borboleta preta com uma pinta branca marcante bate asas contra o vento descoordenada...

Peão sem fieira roda na mão do menino capeta!

Ferida aberta ainda não contaminou entra no mar.

Marujo de outro país sabe pedir uma quente na taberna?

Vamos pra Votuporanga ver vodu via Ipiranga pipi?

Popó que pois pó deixou a caneca cair na cozinha!

Padre nosso que está no céu faz xixi!

Jaez tal caráter jazz com mancha azul do norte da América?

Lindo em seu caminhar normal nunca pediu like.

Padrão conservador sem ser reacionário até gostava do novo...

Governanta do governo quer ser vilã de novela das 6.

Tsunami regulamentar faz um estrago oficial!

Poderia chover a noite toda.



  

Êmbolo blue


 Hipocrisia nacional: perturbação da ordem pública...

Frenesi coletivo cai em si e faz barulho fora da lei!

Quem não se comporta não pode criticar o supremo.

Professor de filosofia quer ser filósofo popular?

Ao que parece pedem prece sem pressa comparece...

A literatura do produto é mais lida querem auto ajuda

O uniforme do seu time no estádio é bandeira válida.

Vai tomar seu chocolate quente no sol de copa abana Alma de carbono com garfo rígido e pneus 3.0...

Mutreta de prefeito supõe cultura de interior senhor!

Canto da colheita no ar condicionado da máquina.

Além de passarem por você como se você não existisse ainda desrespeitam a ordem pública?

Cínicos patetas pagam micos sociais diariamente...

Mondrongo presidente bate boca vermelho pudim de álcool só no gogó sem compromisso com a nação!

Quem não está em nenhum dos lados pode ver o sol.

Desajeitado fala de filme como se de cinema fosse?

Canhoto ou destro a mesma falta de habilidade ética.

Este país precisa de educação de berço.



 

sábado, 5 de setembro de 2026

Na sombra do mamoeiro

Ninguém quer saber de velho passando mal o vizinho do fundo do outro de cima está metendo o seu barulho!

Não tem nada não quando melhorar vou fazer melhor!

Pra ser paranormal na revista planeta de outra galáxia!

Pra tirar retrato três por quatro da própria fuça!

Nada vai ser como antes tudo bem mas poderiam pelo menos ter um pouco de educação e não colocarem seus ruídos pra todos ouvirem acima dos decibéis permitidos por lei pro bem da saúde pública!

Tá me entendendo elemento distraído!

Se acham malandros fodões pistoleiros até chegar o vizinho que derrubou o leiteiro?

Macacos me mordam se não tomar uma providência de acordo sem ter que me trocar...

Pagodinho sem vergonha de sujeitinho borra bosta querendo parecer o que não é porque não vai lá pro ARUC.

E vai escrevendo com o grilo de não poder ter ido com eles visitar a irmã dela cagando pela quarta vez já hoje!


 
 

Na cusparada ou na orelhada?


 Pra manter o barco flutuando lago para no ar!

Cético destes tempos corre atrás de dinheiro...

Não se pode falar em moderação política na politicagem.

Existe um contrato com a geração coca-cola?

Pagode de papudo sofre e faz barulho!

Pacote de papuda atrás dos panos mete bronca...

Vate com diva interior bebendo variedades.

Baco com Shiva assumem o controle da dança?

Não me venha com herança de menina de trança!

Sim mede o verso no espelho diariamente desejo...

Inferno do outro nunca convencido ilusão de união.

Vai pra toga da milonga bater carteira de vôo caro?

Operação tartaruga de supremo diminui marcha do cágado de campanha!

Sonoridade oficiosa faz oficial cantar de galo...

Conversa de empresário papo de politiqueiro fala de operário oralidade urbana.

Pra vender seu peixe gato ataca de cão?

Filósofo brasileiro não é criador de sistema filosófico original! 

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Inseparável


 Nós que habitamos esta bolinha de sabão pedimos mais água e...

Um mundo sem heróis e povoado de bandidos...

Ser CEO sério só se for de baboseiras...

O corpo faz verso!

A carne vulcão...

Quer queira quer não que ser é sertão só como verão...

Redundante numa atmosfera cortante ansiosos por lacrar?

Importância dada por importante sem importância é constante?

Besouro de ouro cravejado de diamantes na bosta de vaca!

Caco de telha embrulhado em papel nobre...

Substrato de rizoma fragmento de nicho espaço de tempo...

Sanfona gaita piano fole ferreiro bigorna aço vermelho...

Super homem super pateta super nuvem chuva...

Vai votar na volta vôo-caro?

Estimulante de mula auto falante feira ambulante país de milagre? 


Entre a poesia de ser e a realidade alheia

Nos deixam ansiosos querendo decidir rápido num verso curto em cima do absurdo deste momento enquanto eles com a morosidade institucional dão as cartas voltadas pra cima mostrando os naipes quem é quem neste jogo de empurra todos sabem numa conivência sarcástica apontam um ao outro dizendo foi você e não avançamos retroagimos voltamos setenta anos ou mais e os burros diante das espigas ditas acreditam que vão poder comer milho do jeito que bem entendem...

Noutra entre tecido e corpo amarra contexto.

Velocidade nos gestos cérebro mal alimentado de dados!

Xadrez social pede regra oficial?

Em cima da bicicleta de estrada pronto pra saída...

World naked bike ride as bare as you dare.

O QUANTO VOCÊ OUSAR!

Da invisibilidade da bicicleta no trânsito?

Chocante meu amigo crocante me sirva mais um croquete...

Na Paulista Nu Na Bike.

Sofistas nada sofisticados ditam o ditado do dia!

Bamba lá grão sopra sol água terra?

 
 

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Sobre um coração azul claro no branco da porta!


 Não contavam que sairia compraria pneus novos 700x30 pra sua Trek District.

Sim contavam que ele era um ciclista diferente da maioria.

Não catalogaram um corpo nu no banheiro em linhas azuis?

Sim catalogaram uma escritura fluída num fluxo constante disponível!

Não cantaram suas letras além de uns e outros que tentaram musicá-las...

Sim cantaram seus cantos raros com uma certa falta de ar.

Não detectaram o dejecto de jato mais forte no muro.

Sim detectaram resíduo de mijo lobatiano em adjetivo?

Não pensaram que feito penso dando cabeçada no ar poderia quebrar a linha!

Sim pensaram de efeito fatiado pra planar bolinha amarela sobre a rede...

Não cogitaram colaborar pro bem do verso fazer sentido.

Sim cogitaram cambalear pelas entrelinhas tonta mente.

  

Tão coloquial quanto confrade inoportuno


Mutante mamute francês-italiano via ciclismo segunda pele de havaianas.

Satisfatoriamente pesado pretendendo perder peso sem desespero ainda.

Pronto pro chute inesperado bica certeira sem dó do dedão do pé direito no saco do conservadorismo barato da boca pra fora.

Arrastando chinelo nos corredores da câmara escura.

Hora vê se não incomoda seu cara-de-moda pseudo fashion suposto entendido.

Que de gracinha morreu gracinda retirando o pino da granada do quintal do robe.

Rabecão passa raspando para no boteco pra tomar uma encontra o guarda que pede pra abrir o refrigerador tirar um presunto pra ficar de bate papo até amanhecer sem querer deixar o fedunto ir.

Fedunto é o modo carinhoso jocoso que a diva mandava de vez em quando e acabamos adotando.

Pra morrer de rir na frente do morto.

Acho que queimei a orelha esquerda de tanto fazer sala no meio da rua.

Ontem caminhamos num bate-papo na beira do rio artificial Arakawa na zona leste de Tóquio com nossa filha mais nova por quase uma hora.


 

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

O bloco de notas inútil ao preguiçoso local.

A maior parte de nossas vidas é distração pra não entrarmos em discórdias.

O elemento de ligação é japonês Mishima sem precisar ir ao Japão.

A serra do vizinho do fundo por enquanto não incomoda mas gera expectativa.

O ato de vigiar por mais de trinta anos te deixa sempre no posto.

A aparência sempre engana mesmo quando não parece.

O relatório do turno sempre acabava com um sem alteração.

A temperatura hoje está mais fresca até choveu pela manhã.

O clima é desculpa pra puxar assunto outros dirão formalidade.

A dinâmica do personagem restrita aos fatos históricos cópia.

O desconforto social sempre está presente mesmo na ausência de espaço.

A palavra fácil quando te interessa e o chiste quando não.

O riso de quem escuta conivente com a psicanálise de Freud.


  
 

Ligeiramente atarantado


 Kazebre racha fórmula um Brasília DF.

Fazendo bundão na W3 sul pra Italiano ver!

Sol e chuva casamento da viúva dizíamos maravilhados na infância...

Academicamente imperfeito fora da norma-culta?

Há, cadê mico?

Seu museu de contextos prontos fôrma de bolo...

Vai lá em Baependi e procura o primeiro i!

Volta novamente em São Lourenço pra rodar piorra de eucalipto.

Caxambu antes na sombra parada estratégica familiar?

Suco de tamarindo bem gelado!

Supremamente blindado em alexandrino moral & ética?

Por baixo dos panos da venda da dona justa!

Cara de caratê tudo vale?

O povo brasileiro vive de gogó de presidente!

Não estou vendo nada no horizonte!

Minha madrinha mandava: "lambe meu cu"!

Sou um moço-de-família.