sexta-feira, 3 de julho de 2026

Não queira me alegrar estou feliz triste assim>:


 Agora que já sabemos que o país está nas mãos dos bandidos, estamos falando do que se é com criminosos a lida sobre as falas dos mesmos a todo momento na rede na tv na boca do povo, é isto que querem que falemos pra não termos tempo pra falar do bem maior da tradição humana hora de reler os clássicos?

Quem lidou pessoalmente com eles durante três décadas, pra sua segurança, sempre estarão apostando no cavalo errado!

Dona fulaninha mãe de Francisquinho ensinava explodir corpos de 12.

Jagunçada rosa herança da nossa gente com a feiúra de um carcará bicando umbigo de recém nascido...

Mame look suave vai e vem de vagar no ritmo do mais lento deixa atrasar?

Rasteira em sapo cobra que não sabe dar anda mais sete léguas!

Rema rima remador poeta livre não alisa rio errei mais um verso?

Prosa urbana meia roceira parece fala de mineira boa pro pedaço?

Entre sol e aço Mishima impondo ao corpo um treinamento de homem-bomba?


quinta-feira, 2 de julho de 2026

Toque de alvorada

Elemento de ligação transcendental imaginação esquema...

Rato que roeu a roupa do master nunca mais precisou roer?

Roto que outro vê mate acho que é olho de lobo!

Verno adjetivo poético bem empregado.

Inverna ainda no verão se acabar o outono primaveril?

Interna quis terno de interno só ganhou quadra externa...

Sobressalente ensaia sobre lente entra pinhole!

Dor de dente da rima do mau ri: rima com tenente dedo-duro.

Trapalhadas parlamentares: reinado supremo?

Tem de tudo abriu no domingo e faturou mais...

Assanhado azul claro acasalado com azulão raro!

Adjunto abdominal paga pulinho de galo.

Circunflexo reticente no ponto final aguarda o baú?

Bacamarte de vênus fazendo a guerra em plutão...

Repolho repara piolho de horta e vai de couve!

Chico martela um pouco no ouvido do outro martelador.


 
 

A idéia de Adélia é linda.


 O problema do poema é recuperar o emblema poste! Postado diante do prado apreciando o gado ventava...

Voando voa ando atoa doando roda de bate papo boa.

Não estou pedindo espaço nas entrelinhas alheias só?

Serão pro seu patrão no feriado emendado federal é!

Cabeça cheia das atualidades mundiais pra viver zen.

Zoado zanzando zoava razoável zabumba zumbi 0...

Um dois três quatro cinco seis sete oito nove opera?

Fracassa defeca urina nitro química num fim de tarde infinito céu rosa choque frio de duas cobertas quente.

Pacote da previdência justinho brilha infinitamente!

Vaca atolada marmelada licor de jenipapo serenata...

Côr acentuada sabe de cor as cores todas das inteligências artificiais mora na filosofia baby?

Bobo pop dá de graça empresta pra não devolver esquece no carro e fica sem problema segue o bonde!

Palavriado atravessado pouco a pouco sai atrasado...

Objeto de amar também conhecido de amor é lindo.

Como dou por mim o dado a outro pra manter vida?

Rouxinol roxo fica rouco de cantar nas páginas feias!

Poema bem linguístico ficou linguarudo em francês...

Cheio de acentos tomou assento como sustentação

antes de mais nada com toda a educação de berço. 


 


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Abracadabra: solte o véu da noite!

Vivemos imaginando um mundo melhor?

Você quer brincar de cabra-cega?

Dance just baile justamente cult cool neon vintage!

A vantagem do traje é o rigor da casa debaixo do pano...

Estrogonofe estraga Onofre lá naquela esquecida cidade perdida...

Estúpido estupendo paga de espetacular intergaláctico...

Todo e qualquer sistema de identificação passou pelo olho do guarda!

Vantagem da engrenagem é saber rimar com linhagem?

Espertalhões lançam bordões populares no poço de pegar fregueses.

Bem te vi sem nenhum hífen assobia perto disto.

Distante muito mais reconfortante daqui parece constante...

Noutros tempos em outras palavras roubadas: não tem importância.

Singrar meu corpo nu diante do espelho da rua o mesmo ir e vir.

 
 

IA é alucinante?

A inteligência artificial não é sentimental do dedo pro ecrã porém em cada pergunta que ela não sabe a resposta certa vem com sentimentalismos baratos tentando acrescentar com modelos prosaicos clichês poéticos lugares comuns redundâncias, ou seja a inteligência artificial não passa da reunião das nossos mentiras digitalizadas disponíveis arquivadas ou responde que não encontrou nada parecido e pede pra você escrever mais sobre a pergunta vou perguntar se o povo brasileiro está consumindo mais fake news que falsidades pessoais ou produtos falso, Estatísticas sobre esses fenômenos mostram que todos estão fortemente presentes no cotidiano nacional: Resumo da resposta. 

É, tem hora que até que vai bem, sem dúvida, reconheceu que quase noventa por cento já foi na onda fake e que mentimos pelo menos duas vezes por dia.

Distâncias respeitadas entre transeuntes, sem aproximações, ainda está de bom tamanho, mas quando parecemos amigos, nos mostramos mais atrevidos? - A distância que mantemos dita a intimidade e dita a intimidade que exibimos.

Me parece bom!

Mas foram perguntas conceituais parece que ela erra mais quanto aos fatos: Isso é um fenômeno muito comum e tem um motivo técnico. As inteligências artificiais generativas não "pensam" ou "sabem" as coisas da mesma forma que os humanos. Elas funcionam prevendo qual será a próxima palavra mais provável com base nos textos em que foram treinadas. [1, 2, 3, 4]

Isso explica por que os erros factuais acontecem com mais frequência que os conceituais: [1, 2]
  • Perguntas conceituais: A IA consegue acertar mais porque os conceitos (definições, teorias, explicações gerais) são repetidos milhões de vezes na internet. Ela apenas extrai o padrão geral de uma ideia. [1, 2]
  • Perguntas sobre fatos: Exigem precisão sobre datas, números, nomes exatos ou eventos muito específicos. Se o fato for raro, a IA pode tentar preencher a lacuna criando uma informação plausível, mas falsa (fenômeno conhecido como "alucinação"). [1, 2, 3]

 Fico por aqui hoje!


 

terça-feira, 30 de junho de 2026

Deixei a Noruega metendo um a zero na Costa do Marfim e subi!

Aquele livro divertido em que pensei não precisa ser um gibi assim como havia falado!

Do outro lado tem!

Deste daqui em toda a sua extensão só precisa ser conversado!

Antes de mais tudo sempre foi possível no nada!

Espelho fiel devolve a potência maior: somos imagens!

Advertência regular diária não me serve de mais nada!

Autorização de saída não assinada: volta lá no diretor!

Muito pesada, banco baixo, precisa ser depenada!

Fomos voltamos vocês não viram: não perderam nada!

Atravessou a banalização geral e continuou sua longa distância solitária pra dentro de si!

Espetacular o circo não visto perfeito continua deste jeito!

Solidão escolhida mergulho profundo no ecrã: olhos doendo lacrimejantes...

O verso vulcão em erupção diária! 

Deixou de seguir na rede e passou a perseguir verbalmente na televisão?



Desenhando um cardume de peixinhos vermelhos na aurora...
A inteligência artificial disse não ter medo ainda não convenceu pois quem tem mais dados aterrorizantes é ela!
Pergunte algo que ela não sabe e vai ter uma mentira alucinante a mesma névoa do homem.
Arquivos não digitalizados, será sua desculpa?
A diferença do homem pra máquina é a limitação da mesma...
Comparação específica explorando buracos em infinitos opostos os mesmos humanos flutuam distantes giram luminosos ferros-vivos sufocantes densos sem fins no espaço-tempo!
Uma hipérbole pro Heron-tape.
Rebobina a fita meu veja aquele erro-de-continuação?
Quantos espetos mórbidos mobilizaram aquela gente?
O esqueleto responde!
Falta de estrutura social básica os generais com cara de tachos?
Guerra de mamona na beira do Tietê feche o olho!
Arranca-tranco de jenipapo mineiro!
Esquece vossa alma leve pisa no concreto armado...
Madre Silva me distrai com jornais lidos!
Pedalar em Brasília, há cerrado pra todos! 
Quem é aquela lua minguante no samba?



 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Um retrato japonês


 Titubear tanto tempo tem tonto diante do tablado...

Uma frase errada bota pra perder no meio do campo.

Um verso torto tem uma banda maior que a outra?

Tanto faz quem manda ser desorganizado Brasil!

Uma moeda bem colocada no espaço dourado brilha.

Um teatro do absurdo bem remunerado impera só...

Tilintar tentar tema mote assunto pauta conversa z?

Uma outra maneira de ser dentro do sido se dão né!

Um espaço vazio dentro da euforia coletiva pulsa.

Tratado temático tantra tutelar trapaça turrões tá...

Uma aposta na rede joga tudo o que tem no poema?

Um automóvel independente passa quando quer!

Tolos tontos tontão tom tempo tapume tampão til.

Uma poesia exacerbada de figuras de linguagens...

Um buraco profundo na dimensão de outro mudo?

Travessura popular não estou ouvindo gol apenas!

Uma observação sonora cachoeira no telhado zen.

Um submundo original escapa do governo pobre...

Tatá também trolava tam tam no trambique tal?

O tampo da cadeira é um couro esticado entre duas hastes...


 Numa maior área de pele uma quantidade maior de terminais nervosos tamanha sensibilidade nas mãos espalmadas como asas de abutre sobre os Andes canta voa com dor saborosa saudade nostalgia de dias idos já faz tempo é triste a história feita de vitórias e derrotas nem quem ganhou está mais presente contam pra iludir homens domésticos que não fizeram parte da mesma exaltação do que se foi perda de tempo passa tempo de guardador de valores pensamento fixo no vil metal garantia de segurança num estado de crime volátil!

Dizem que o candidato não tem preparo nunca aprovou um projeto está mais preocupado com seu gabinete quem ele emprega?

Diamantes azuis na Sibéria artificialmente produzidos: roleta-russa...

Outro dia disse pra minha filha que ainda uso elementos da língua que foram depostos trema no frio.

A inteligência artificial fala muito bem de mim sabendo quem sou ou ela está respeitando os Jabutis?

Se soubesse realmente, me incluiria entre os medalhões do momento?

Sabe nada sabidinho diz o Colt ninho tomando leite no peito da onça correndo!

      

domingo, 28 de junho de 2026

Disco branco pro sangue oriental diz o meu bananal!

A inteligência artificial hoje está sendo a bola da vez depois vou fazer outras perguntas...

As vezes é preciso lembrar o que fizemos ou era uma vez um sonho!

Mini-roteiros se ainda me lembro ou legendas pra desenhos alheios?

A minha perturbação mental embaraça em outras...

Titubeio diante da cátedra?

Acho que não, converso com todos!

É preciso amar o pedregulho português.

Digitalmente registrado com algumas inconsistências voláteis?

Preambulo perambulo pelo prelúdio de um tango rasgado pela fresta envelope...

Passos largos fluidez absoluta magnético maleável...

Brincadeira britadeira batedeira bricolagem brigadeiro britânico-brasileiro?

Vagabundo que metia livro objeto me incluiu no seu doutorado?

Bacana de bacanal esqueceu seu cabide de fora?

Aleatório Mishima ultrapassa a barreira do som entre sol e aço?

 
 

A inteligência artificial tentando me ajudar a escrever um poema concreto!



A sintaxe torrencial fratura o vernáculo
O fluxo de consciência jorra em jargão de antas e vaqueanos, onde o stream of consciousness adota o sotaque dos grotões. Parágrafos-monstro cavalgam sobre neologismos aglutinados e arcaísmos ressuscitados, parindo termos como madrugadadamente ou sertanidade-cosmopolita. A sintaxe anglo-saxônica se estilhaça em onomatopeias de cascos e aliterações de rios irlandeses que correm para dentro do terceiro cordão do espinhaço mineiro. O ritmo é cíclico, polifônico e torcido: estrangeirismos portuários fundem-se à oralidade rústica do curral. Períodos infinitos, sem vírgula ou trégua, mimetizam o balanço do gado e o labirinto urbano, reduzindo a gramática a um idileto mágico e universal O léxico inventa um não-lugar semântico onde a fala arcaica do capim é pura vanguarda europeia. Menos se torna tudo publicidade é vanguarda a linguagem fica chocada o haicai ganha enredo cinematográfico fundindo tempo e espaço concreto dinossauro Curitiba milagrosa precisão panamenha minimalismo...O Eixo Monumental projeta a retórica ortogonal do poder estatal sobre a imensidão cartesiana do cerrado, enquanto a homogeneidade isotópica da Esplanada reverbera a impessoalidade burocrática da máquina pública, contrastando com as parábolas transcendentes da Catedral que rasgam a rigidez do concreto rumo ao céu e com o Lago Paranoá que atua como um refúgio fático de fluidez hídrica, ao mesmo tempo em que o térreo livre dos pilotis nas superquadras tensiona o limite entre o público e o privado, culminando no choque semiótico da Rodoviária onde a vibrante metrópole real intercepta a ordem planejada do Plano Piloto, cujas asas de Lucio Costa abraçam o horizonte em direção à Praça dos Três Poderes — ápice do equilíbrio institucional —, onde os índices históricos de monumentos como Os Candangos celebram a epopeia operária da utopia modernista que, paradoxalmente, se fragmenta na distância geográfica e social em direção às cidades-satélites, convertendo a própria malha urbana no mais profundo sintagma visual da desigualdade brasileira. 

sábado, 27 de junho de 2026

Pergunte ao Google, bobo!

Pelo jeito o americano do lado de lá vai fazer barulho de novo será a terceira vez desde que mudou pra cá se já não bastasse o síndico festeiro!

Respeito mútuo e cumprimento do regimento interno?

A centralização do poder no supremo já é um fato discutido por todos os canais e anais dos congressos!

Absolutismo em oito minutos?

Omissão legislativa?

O gringo está testando o som bem alto acho que ele não está sendo nada educado com seus vizinhos!

Cachorro na casa dos outros senta e conversa?

Sim, é invasivo! 

Agora parece que o forrobodó do gringo deu a largada quem vai mandar parar?

Ninguém tem uma maldita idéia do que está se passando?

Liga lá pro plano e manda vir a dona justa!

Eu não vou chamar o síndico!

Palhaçada de embaixada deveria ficar restrita ao setor de embaixadas!

Não me enganaria em outra língua...


 

Título este que por faltar é composto com a sua ausência...

Pra você ver mano se as orelhas do bananal escutarem os pombos voando balançarão desviando...

A comédia humana o compêndio humano a competição desumana o atleta desumano poeta retarda santo...

Passos chegam antes dos pés escutam saudades saudosistas relembram com precisão de folhinha ao vento passando dias...

Nossa senhora dos remédios da moda atual tornam canetas de pontas de agulhas institucionais pro doutor receitar pro natal e ano novo...

Fulano fala ano full ala no xadrez fileira de soldados fila de mortos pra entrarem no céu dá a volta pelo purgatório vai até o inferno aguardam em pé...

Folclórico pra cachorro televisão de frangos assados rodam cheirando forte no narizes bem equipados dos mesmos proprietários de faros de caças e presas...

Abdução pra falácia distante em outra dimensão primária IA ecrã cinema teatro portal espacial túnel do tempo perdidos no espaço com o doutor Smith...

Por falar em calar o silêncio sempre pede ao invisível vento que leve suas sementes de entretenimento ao homem comum sem tormenta, né?