A comédia humana o compêndio humano a competição desumana o atleta desumano poeta retarda santo...
Passos chegam antes dos pés escutam saudades saudosistas relembram com precisão de folhinha ao vento passando dias...
Nossa senhora dos remédios da moda atual tornam canetas de pontas de agulhas institucionais pro doutor receitar pro natal e ano novo...
Fulano fala ano full ala no xadrez fileira de soldados fila de mortos pra entrarem no céu dá a volta pelo purgatório vai até o inferno aguardam em pé...
Folclórico pra cachorro televisão de frangos assados rodam cheirando forte no narizes bem equipados dos mesmos proprietários de faros de caças e presas...
Abdução pra falácia distante em outra dimensão primária IA ecrã cinema teatro portal espacial túnel do tempo perdidos no espaço com o doutor Smith...
Por falar em calar o silêncio sempre pede ao invisível vento que leve suas sementes de entretenimento ao homem comum sem tormenta, né?
