A frase fala menos que um dedo!
O computador já assumiu o controle!
A rede ganha mais que um peixe!
O negociante cada vez mais menos ético!
A hipótese de hipoteca é prótese de peteca!
O endereço não paga o preço da falta de educação!
A movimentação pra votação é um frenesi só!
O estado de tolerância não soube deixar pra lá!
A armação de guerra é a camisa da seleção!
O compadre lampião pede pra abraçar mandacaru!
A deixa da coxia vende coxinha pro pastel seco!
O almanaque abril na página certa pro escoteiro!
A estrutura do poema é ao O e ao A uau sirene rua!
O ditado de quem está na chuva é pra se olhar mais!
A textura da pele dele tece arestas invisíveis!
O Papai Noel de outubro deu dois votos dados!
A língua portuguesa nacional nunca foi em Portugal!
O hino do clube local Vila Planalto e Estádio Defelê!
A carta pessoal ao desconhecido atual!
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