quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Estas se alimentam de aroeira

Segura que é sua, titia!
Antes de sacar, solte as amarras!
Vamos trocar histórias?
Minha formalidade é clássica.
Meu espanhol que xote...
Meu inglés admirável mundo novo...
Minha língua maternal...
Bebê ninho.
Minha agência me sustenta.
Surrealismo é qualquer criação de mundo.
Chego sem ter partido.
Esquerda direita vou ver sentido descansar fora de forma marche!
A soma das ilusões me faz perder os sentidos, prima, estou em dúvida quanto aos países baixos ou o plano da Bélgica as secundárias alemãs ou vou logo pro nudismo sueco??? 
Aqueles que já se fantasiaram antes de mim, por favor, o camarim tem espaço para todos...
Teatro da construção.
Teatro do trabalho.
Teatro da família.
Teatro irmão.
Quando ajusto a segunda pele & encaixo a sapatilha: vamos rodar!
Quais são os conselhos antiquados de hoje?
Este tablado é para minha dança?
Esta lona vai gozar com o meu beijo?
Piso macio poupa articulações.
   

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Objeto aberto

Objetos são leituras prontas para entrega.
Objeto de leitura: pronta-entrega.
Objetos de leitura, estão prontos a se entregarem.
Objeto entregue à leitura.
Objetos estão prontos para os leitores.
Objeto deixa-se ler.
Objetos lidos para isto.
Objeto, leia.
Objetos de sangue.
O B
Pode usar diariamente.
Uso diário.
Mini.
Tamanho família?
A minha virgindade é esportiva.
A poesia, já com alzheimer, escreveu seu último poema, com muitas palavras...
Objetos, ou modulados?
Objeto-módulo quer sair na revista, se encontrar alguém só, vai mandar pro brechó.
Objetos namoradores.
Objeto-peça-rara.
Cuidado que eu uso o dicionário da sua mulher!
Quando cobram sensibilidade, ou qualquer sentimento, é porque não nasceram para a humanidade.
Na Coréia o paciente ao saber do mal de Alzheimer concerta a família e parte para às águas.
Escrevo poesia porque ando esquecendo as palavras.
A governanta do derrame fudeu com ele. 
Quando me disseram difícil fiz fácil.
Quando me mandaram encerar a casa não foi a preguiça que falou mas minha tia com o escovão na mão sofrendo com a cera e os tacos: aquilo não me interessava, todas as coisas dos adultos poderiam ser melhoradas em brincadeiras.
Nunca acreditei em vocês depois dos trechos.
Nunca acreditei em vocês depois dos testes.
Nunca acreditei em vocês depois dos textos.
Não tem importância.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

? Meus amigos, estou clássico porque me tornei clássico, ou porquê quero ser contemporâneo

O professor Landau me disse despojada, preservar & desnudar, estou seguindo desocupar & desvestir, enquanto faço, a música diz façamos, e aqueles dois tinteiros de natal vão ser o nosso presépio: foram dados pela Thaís, o aparador é da inteligência norte americana, e as varetas são presentes do Lô, é Teca de "7 mares", palavra dele, do barco do homem vou transformar em pipa fiz uma pinhole do estojo ( de lente) lente de fotografar identidades nas instituições está em cima da estante da Mainline que comprei do desmanche da casa da Denise prima do Gisnei junto aos cubos e o bongô...a casa pousada de graça com direito a produção & direção outro dia estávamos imaginando-a lá no Arnaldo lugar pra pedalar pode deixar o carro dentro silêncio nada de baixaria quer ouvir o quê suco natural casa de banho comida feita com amor nada do peso das cidades tão pouco o padrão só imaginamos dentro do possível não pedimos bobagens e a via Doutor Arnaldo é aberta vamos sim rodar qualquer hora ontem rodamos eu Bizé Paulo e conversamos sobre todos nós pedalamos nossa galera aí galera disso e daquilo quer conhecer as galeras da cidade ou tá pensando que isso aqui é hotel ou restaurante pra jogar merda fora e etc deve ser que o dono é engraçadinho bonzinho ligadinho otário gente boa brô estou cobrando caro pelas entrevistas: sabe sabe em que somos bons: nas saídas saídas de encontros em movimento. Não é uma tribo local de qualquer lugar não seu Cássio antes da onda de condomínios fechados Brasília já era um condomínio aberto com todo o estrangeiro presente e disponível Gosto de Freqüentar Embaixadas sempre frequentei desde pequeno nasci na fita mano não tenho culpa você precisa conhecer mais da família ela tem muitos sangues e não se envenena apenas com um veneno e somos indiferentes aos grupos apesar de freqüentarmos qualquer um à qualquer hora a crase aí atras é moda na Europa.     

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Será mais, ou menos: assim

O espaço-corpo sempre em construção ele não quer ser usado mas estar sempre preparando-se para quando for usado estiver no ponto de prova.
Quanto estão cobrando por sol suficiente pra iluminar um cômodo deste?
Não vou ligar a lanterna de Diógenes de Sínope nem a lâmpada de Thomas Alva Edison durante o dia.
Tem algo de gato no meu cão.
Galgos.
Lugar de descansar.
Quando precisar correr ninguém pega.
O tombo significa outra saída.
Enfie seu contexto no Cu.
Os meus cães não gostam de olhares duvidosos.
Quando a Dúvida ainda era necessária, eu criava Dobermann: Bianca.
Quem morreu foi Platão, ou Sócrates?
Aristóteles ainda trabalha de segurança em academia de dança!
Lá vem a merda do personagem, e o seu teatro.
Fico quieto, quando ele vem na maior velô, quando invade o espaço do meu corpo, abaixo de uma vez: cama de gato!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vale pela imagem de 22

pode ser Frances e o comprendido não fazer parte da História.
Você já escreveu com a televisão?
Quando o sinal é perturbado pela chuva as imagens param...
...você pode ter um Frame.
Alimentando os arquivos móveis...
Concurso de velhacarias midiáticas. 
A construção do discurso requer muito mais do que homens com as mãos nos rostos
Gracinha.
Um corpo de 53 anos preparado pra escapar!
A novela é vaga?
Com o gabarito, ou pela janela?
Vamos seguir a carreira dos nossos pais?
Quem sempre preservou os valores foram os ricos?
Não usei a minha caneta elétrica ainda!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Minhas escadas vão comer as paisagens

Quem tem linha pra me dar?
Se aquele caixote de maçã esvaziar...
Amanhecendo, nuvens parecem fumaça, pairando por cima das luzes, no vale, antes da serra?
Você pegou quais modelos?
Ele me disse umas mentirinhas pra variar...
O personagem entrou?
A folha de bananeira rasgada é um ótimo filtro.
Posso escrever nas bandas da História?
Não sei dividir o planeta.
Aprender uma porra desta.
Está anotando almas mortas: véi?
Não sei de conquista.
Me passa o café!
Olá humanidade, colaboro com quanto?
A mais alta filosofia está no sentido, no ar, no som?
A mais alta filosofia está na minha cama, enquanto escrevo...
Simulações de Trabalho vi por mais de 33 anos & trabalhei servindo aos homens, de comer & de beber + 4.
Gostei mais de atender os 4 sem carteira.
Como faço depois?
Devo ser especialista em atender...
Por qualquer razão estou atendendo, quem quer que seja.
No toque do vamos por aqui sem nos machucar-mos.
O bar ainda não fechou.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Passei por patos

Jogador de handball.
Tentando acreditar que tudo seria possível.
Vamos para o mato.
Pernadas na cidade.
Vamos descer pro rio.
Quem tem a grana da cerveja?
Distribuindo bolas no meio.
Os anjos também comem feijão.
Antes de começar a palhaçada, vamos falar sobre???
Interrogações reticentes.
Cola na mão, bola, vou servir na bandeja.
Qualquer técnica de ilusão.
Ia mais ao cinema...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Doida pra ser clássica

Literatura. A minha coisa ninguém sente. Reconheçam o Corpus presente. Estou aqui pra te instruir, não para contar...está chovendo de novo...lá fora...a água que vai acabar...já correram atrás do ouro.
O vento é o dono do uivo, aquela beleza está sempre onde ninguém pega, vejo a chuva sem participar, ela está mais para tempestade, a bananeira está pagando o pato, o salgueiro dança o mantra. 
Se alguém ouvir, não precisa ser literatura.
Precipitação daquilo que evaporou: tudo que evapora precipita?
A natureza perguntou alguma coisa?
Aquele que falou mais a língua da natureza sabia plantar e colher o que quer que foce?
As curvas da estrada de santos oferecem reflexões nordestinas?
O cristo redentor já se redimiu do bondinho?
Este café com leite está no ponto.
Capricha no pão com manteiga. 
O sabiá anuncia estiagem...
Se eu não conseguir falar com a chuva hoje, ela não vai parar...
Ao som de acasalamento do joão-de-barro, acompanhado de pios de pardais, a chuva canta: enquanto tece a sua renda.
Um passarinho é uma coisa minúscula?
Entrou um avião.
Tam tam tam... tam tam tam...tam tam tam...
O compasso não é da nona.
Ela me disse que escreve ironia, sarcasmo, e um pouco de tudo...


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Legenda não deve ser lida antes do frame

Adicionar legenda
Ou Rum Véi! 
Isto já não tinha entrado?
Sei lá hoje no sonho tudo se organizava em Dinamarca.
Eu daria aulas de Xadrez.
Adestraria os cães.
Brincaríamos com tintas.
Retratando.
Discernindo as coisas.
Preceptor de luxo.
Vou levar as crianças pra pedalar.
Quem já viu a cidade de cima da bike? 
Quando dizem aqui as coisas funcionam assim dizem junto estamos com medo de você querer alguma coisa.
Ninguém chega e fala a potência está em você vamos juntos meio a meio as rodas dianteiras e traseiras cruzaram a linha no mesmo instante assim como os narizes como são do mesmo tamanho e mesma posição no quadro ambos ganharão o mesmo primeiro prêmio.
Manda um verso curto!
Jim.
  

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Primeiro concurso descritivo do Alto do Timbó

Este canário da terra está fora de foco entre papa capins e pardais comendo a mistura que ela oferece do lado oposto ao exército catarinense assim como a bananeira a parede e já um quase foco aqui no fim da telha muro permite a presença dos pardais junto com bandeja e arames para telha em serpentina estendida em n no primeiro plano em cima a direita quase branca e é claro que as costas dos pardais vão bem com folhas secas e ferrugem de um tronco fundido com teco de parede vocês gostam de olhar fotografias fora de foco?
Doido pra abrir caixa de discurso.
Se organizam no pêndulo na hora da refeição.
A Dança da Realidade já dançou até a página 103.
Chile-Russo?
A parede só não denuncia a diagonal porque sustenta a pomba-telha de cimento-desarmado.
A descrição em farelos misturada com outras sementes deve ser o prato do dia.
Tão inocente quanto qualquer banalidade é distorção do conceito?
Quando classificam do alto de suas belezas o papo enche confundem qualquer coisa de comer com qualquer escultura.
Lemos sentimos & transportamos por via aérea.
Algo sem importância vai embora e deixa a beleza sozinha ou mal acompanhada...

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vai vendo

Existe uns exercícios diários de manutenção da tara do pensamento aquelas coisas de piadas repetidas nos bares saber que aquele tipo vai entrar pedir as mesmas coisas do mesmo jeito e repetir a história e você de cara engatava em qualquer uma para ver onde sustentava aula no bar véi dei aula no bar de 72 a 97 os alunos quando me encontram fazem festa tem hora que o trem cozinha tanto que vira caldo e chega mais que o primeiro soco do aluno esquiva boxe de palavras olhares trejeitos até chegar no olhar de não é aqui vai por fora é mais perto aquele olhar foda-se sem dizer nada foda-se mesmo com o rosto completamente inexpressivo apenas os faróis em alta acelerando na noite turva corre querido faça a primeira curva este elemento sabia dizer a aproximação requer uma mudança rápida automático caixa de papelão molhada esta porra num para de dizer A ?
Quando você faz um concurso pra passar.
Quando você casa para ser.
Quando você termina a tarefa.
E, os outros quandos você.
Dei muita atenção no bar.
Eu precisava textar algo perto do meu avô.
Nem o texto nos será grato.
O velho jardineiro do gordão chegou.
Não será assim eu não sei.
Hora de descer e ver o que querem ela o marceneiro e quem mais vier o bar maior sempre foi nosso.
  

domingo, 27 de novembro de 2011

Este texto era para ser a prosa entre um escritor ciclista & um pintor também ciclista, mas não colei direito, a imagem era pra ser do meu álbum de figurinhas antigo, ainda é atual, e o título poderia ser todo o texto. Mas como vocês podem ver: "...A aranha sem pernas, é surda."

Sim podemos falar com todas as intenções dentro de conveniências escolhidas à belo prazer e até defender posições inúteis afinal o tabuleiro e as peças são invisíveis assim como a mão do arquivo mais durável o movimento é uma ilusão qualquer ainda assim prefiro não ferir o código local algumas ilusões são âncoras o óbvio é ofício trabalho com o óbvio desde sempre estou lambendo a cola da língua. Será que consigo limpar o lugar comum do dicionário de literatura?
Quero tirar com a língua umas frases feitas que não desgrudam da pele.
Manchas do sol?
Texto digital?
Papel branco não mancha?    

sábado, 26 de novembro de 2011

É um bom lugar para conversar?

Elefantes são cor de rosas porque não tomam sol usam talco pom pom e roupas macias existe um japonês para cada elefante com sua pequena flecha o japa acerta o alvo enquanto a conversa rolava sobre o quê mais colocar naquele circo-camiseta lavaram-se e foram comer uma maçã o mico que foi no céu diz ter visto Jesus lá mas não quis atrapalhar a partida enquanto o cavalo comia o bispo ele subiu na torre para ver os peões e apostou em um para virar rainha voltando do céu o miquinho estrela pagou o maior sapo para o urubu que quis rimar mas já estava fedendo carniça virou mico de circo só porque não realizou o desejo do soldado-rainha caso de corte prestem atenção na fita do alma de gato sobe na serpentina como na árvore da literatura que anda com um corpo de girassol sentada ao piano ainda mostra um derreie de chá das cinco com tango em Paris: dentre todos os pertences encontre algo para vestir pois os faladores estão chegando o exército de periquitos querem mais sementes de girassóis: textos gordos vão para a academia só pra beber comer e babar aquela lata de biscoito dos países baixo tem um papel manteiga que estou doido pra enfiar o pastel seco depois verniz vidro anti reflexo moldura de arquivo e colar contra a parede: quem passar rente e der uma esticada de pescoço vai lembrar do seu garanhão inglês.
Os elefantes foram para a praia, bem redondinhos não usavam outra coisa além de filtro solar, conseguiram seus rosas-choques, e saíram sem nenhum grão de areia: eis o segredo cor de rosa!        

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Testículo do Lance

Este casal aí falou demais ganhou esta casinha aí ó tô falando com você ô véi vê lá o cubo treliçado com telhado de barro ou é imitação num é de medir de cima em baixo não fi dá de oia dentru tamen ou qualquer porra de triângulo vermelho em pano branco ou sol de sangue entre fresta nas montanhas onde quer que passe luz empurro qualquer raio sei que é fortinho nervozinho só que meu bem da cintura pra baixo é tudo times ou equipes de balé capoeira ciclismo maratonas de modalidades imperceptíveis que se usam a bel prazer bamboleiam num próximo encontro tem que dar um rolé pra ver de qualquer jeito em qualquer lugar muleque Eu & Paulo chegamos na transição sem sapatos e nem por isto deixamos de ser os mais queridos do lugar pelas pessoas mais importantes e quando odiado por um forte Benício saber fazer ele escolher se conter para depois virar amigo eu e o Armando estávamos abusando deles todos e nós éramos os mais fracos mas tínhamos alguns fortes do nosso lado não por combinação mas por gostarem de nós ou de um de um de nós já vai longe que virei o balde a brincadeira se continua é pura linguagem saída do corpo de um verme periférico que ri do quanto podemos mentir para nós mesmos ao ponto de no ponto final colocar dois pontos: fique com o vazio.  
Uma prosa elástica.
Uma milhar do marceneiro.
Um Galgo.
Um mexido pau-lista.
Café com leite.
Pão com manteiga.
Bilhar.
Xadrez.
Dominó.
Go.
Vamos Baby.
O Armando, antes que eu pudesse terminar a frase já estava no rumo.
Eu não vi na internet, vivi na pele, respirei fogo. Pergunte ao seu pai.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eu não sou nada não bobo...


 As telas escorrem para o fundo do posso e levam  um reflexo de céu de fim de tarde não é culpa da lente ou intervenção digital apenas o enquadramento da água escorrendo mina ao contrário acho bom mesmo explicar as imagens pois estão querendo me vender o mal resolvido como sendo a solução  uma agonia um frenesi cotidiano uma conversa de feira : sim sei mas meu brô não sab que se eu continuasse com uma frase feita só de palavras de três letras iriam pensar mal a trilogia água cano arame poderiam achar que estou propondo uma gambiarra do pensamento já que a minha irmã sugeriu gambiarra de cores quando resolvemos brincar de  ir pra galera remar junto com os prisioneiros no barco fantasma temos que fazer todos os gestos da tribo adicionar legenda é um deles sentar e distribuir possibilidades para ação é outro e não pode faltar remédio nem comida temperada com gracinha & sustinhas o teatro da ação é duro porque é sem ensaio improvisar o tempo todo que sabemos resolver o problema dos outros é igual quando deixamos a seita e depois voltamos um dia pra ver o que movia e mesmo identificado a mola o tezão acabou as batalhas da ilusão são mais sangrentas então meu bambi pula de vagar e pasta pois o campo minado aqui é caco de vidro lata velha enferrujada prego e toda sorte de lixo conversando pra jogar fora...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O documento mais real

Estou com um mago no bolso, acho que vou jogar no bicho, quando ainda se tem a necessidade de pensar: se eu ganhar vou ser igual a vocês. Ou, porque não vem pra minha linguagem? Sei o bicho que vai dar. Se der jacaré faço uma cola e digo que é o meu predileto da ilusão de sair sozinho e repovoar o mundo ou a família vamos aceitar aquela pernada do dia como a possibilidade humana. Pensar é o quê mesmo?
Sei, novos brinquedos... novos jogos... novas invenções...
Que tal um sorvete de tacanhas?
O professor disse que eu digo não digo.
Antes ele falou que eu era o melhor local.
Acho que quer me confundir.
O frenesi faz parte da criação?
Textei ontem a Klein Attitude.
Por uma hora funcionou como uma estradeira de muita estabilidade, boa de curva, boa pra ficar em pé, falta descer pra ponte... foi só o primeiro repasso.


   

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Não tem vaselina, vai geléia de strawberry...

Desculpem se errei a época, é que a porra da máquina do tempo foi feita de restos de catação, mas será que se eu chegasse em 60 com isto, não daria na mesma? A reportagem na TV diz que em Berlin convivem muito bem com qualquer suporte.
Antes era o peso do trabalho, agora é a mesma medida para os dias livres, e esta ocupação do ofício.
Vamos representar a nação-zumbí na feira de Colônia?
Qual é a saída de emergência desta festa de mesmos interesses?
Quais os contatos?
Qual canal?
Este modelito, está limpo, e você dança muito bem... tomou muito energético?
Vamos rodar a cidade no dedão?
Acabaremos no meu apartamento, ou no seu hotel...
As palavras da ordem evitam a privatização?
Aos 70 podemos dar nome aos bois?

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Os edifícios querem falar

Qual é o novo sinônimo de nobreza?
Tecidos mais nobres caem melhor!
Aquilo que funcionava no início empaca?
Mesmo que o cão empaque, ande!
A saúde do cão está no cristianismo?
O homem sempre teve animais disponíveis!
A disposição disto fez um acordo com aquilo?
Acordaram dispostos naqueles lençóis de linho, branco, o cachorro, dormiu no tapete.
Sonhando com lições & planos de uma cadela.
Um livro de fábulas com páginas de ouro, figuras em prata, e texto no bronze.
Este departamento não trata destes assuntos!

domingo, 20 de novembro de 2011

Este post já conversou muito comigo, eu nem mijo nele...

A poesia me roubou tempo para fazer relógio.
Este espaço é de entender.
Nenhuma descrição disponível.
O passado será lembrado e o presente não verá o futuro.
Estou fotografando a casa dos amigos de graça.
Todas as técnicas estão disponíveis no Google.
Vamos deslumbrar com o material.
Pra levar o crack no órgão de tratamento o acompanhante tem que ser de circo.
Se você diz o número do telefone 222 40 2 42
o cara diz que você é do contra.
O Neguinho falou que ciclista que não é traíra não é ciclista.
Mas, traíra sem espinhos desce bem...
Juro que queria uma pausa maior!
Nuvens são as melhores desenhistas do pedaço.
Como faço para não me emocionar com o corpo?
O entendimento que tenho de Art 21, arrasto do Art 20?
Somos educados o suficiente para uma conversa com qualquer transeunte?
Aqui no óbvio a coisa está bombando.




















sábado, 19 de novembro de 2011

Identifique a canção de 19 versus da mpb, some com o título, mais a imagem. E terá art 21

Me leva pra casa me deixa mais não.
O nosso amor, morreu.
Mas foi tudo um sonho...acordei!
A dor da paixão, não tem explicação.
Meu senhor?...
Estavas desprevenida.
Um amor a mais.
Talvez desabafasse.
Eram dois rubis serenos.
Xodó pra mim.
Tardes silenciosas de Lindóia.
O sol do meu país mais esplendor.
Vem de uma remota batucada.
E junto dela.
Mas veio a seca.
Duas mesmo que é bom.
Aduvido que isso não faz mar.
Me aborreci, me zanguei, já não posso falar.
Para ouvir meu coração.
Boi da cara preta.