Você não pode é trombar com eles!
Tu acode lombar com dorsais e abdominais e corre!
Na porta do palácio com o olhar bem alto pra cima!
Ele dorme e acorda no solar como nunca antes!
No portal pra outra dimensão nunca imaginada!
Eu não sei quem inventou algo tão desse jeito nosso!
Nós nos nozes nomes naves nestes nortes novelas!
Vós vossas vozes vorazes venha verso voa vai ver!
Eles perplexos com seus nexos sugerem anexos!
Elas brincam invisíveis nas entrelinhas sugeridas!
Meu andar imposto quando não queria ir torto!
Vosso verso perverso fossa versa fosso de livro?
Tua mão de trabalhos manuais pede outra forma?
Quem irá sem nunca ir rira de ira por não rir só?
Cujo paradeiro deste enredo reverte sequência mote?
Quanto cabe neste pote no fim deste arco íris azul?
Alguém que se sabe algo faz ser é sendo vida será?
Qual nota boletim traidor jogado em cima da mesa?
Nenhum rumo é suficiente pra sem destino destinar?
Que parecia ser o que não era e todos adoravam?
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