quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Estêncil


Estique o papel azul na escrivaninha mostre a mancha de caneta-tinteiro no papel mata-borrão antigamente pra esgarçar parcialmente o tecido profundamente sentido pele exposta na rede que a inteligência artificial faça bom uso o banco da bicicleta é a pena ainda molhada de tinta limpe os dedos na obra de arte deixa suas digitais matematicamente bem medidas por métrica de poema das antigas agradando quaisquer morais alexandrinas supremas das associações acadêmicas para os seus recitais declamatórios perrengues exaltados demagogicamente inflando os peitos com retórica categórica empostando a voz ao vento na seca deste cerrado sedento saliva de cobra conversa de GR cinema novo cavalo de bom na parte falante prefiro a fala do senhor e cervo russa pela manhã hora dos coices dos companheiros de estrebaria baias coletivas daqueles joguetes populares de desarmar amiguinhos de rodinhas de jantinhas estimulantes de crônicas de JB quer ver bebê vou te mostrar tudo não se apavore desacredita naquilo que te faz crer que sou neném da vovó branquinho escrito pelo sol no solar escrevendo com luz natural este desenho pós-contemporâneo pro sal de S go go go sai impostor mal jornalista péssimo poeta metido a crítico de ralas pesquisas sem tempo já que tem que ralar e ainda sair frequentando pra baixo e pra cima e em casa ainda dá uma de dona de casa ou chefe de cozinha?     

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