sábado, 5 de novembro de 2011

Leiam o texto todo

 Sei concertar com tinta.
Você moraria aí?
Não é acento não: é seta indicando a igreja.
Existe um dia lá fora gritando venha, ou: me desenha daí!
O moço da roça disse que fez um curso de estética.
Äi, minhas hemorróidas!
Eu fiz um curso de burrice crônica: pois dou ouvidos; escutem!
Meu projeto de asno.
Minha pesquisa de fala.
Meu contexto da caixa preta: viga torta em contra ponto com parede torta: sala abstrata.
O índio viu televisão.
 Só mandei o herói pro inferno em 85.
Você préféré tirar sal na Polônia, em Portugal, ou nos Andes?


    





sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Novos Instrumentos Azuis

As possibilidades do remo já me atraiu, mas fui resgatado, beber da mesma mão é um reflexo marinho, profundo mar na palma do não.

Asas internas pedem mais sangue: o gato já arranhou. Pssiiuu! Cala este verso.
Recebemos o reflexo de acordo com a luz.

Aqui ainda é o metro quadrado mais caro da América Latina?
O carro do mendigo está estacionado em lugar seguro. Triângulo de minas adverte reparo.

Qual a diferença do arquivo CAVALO para o SANGUE?
Ninguém vai beber daquela água.
Sei que do outro lado estão escrevendo as mesmas coisas.


Lançar nuvens não é confortável
Acabam chovendo
Algodão doce foi proibido

Eu me matando por eles, e pensavam que era performance literária.
Eu tentando escapar, e eles agarrando qualquer corda.
Eu subindo para ver o conceito, sozinhos ficaram sem Eu.

Passo óleo de copaíba na minha cara de pau, antes de escrever.
É de máscaras que precisas?
Algo especial?

O vovô e os miseráveis nunca foram maiúsculos.
Um pouco de Zé Ninguém não faz mal.
A Moqueca do Curuca me deu mural.

Estamos em reforma, venham nos visitar!
Vai rolar um garage sale do poeta!
Objetos de utilização moto-contínuos permanecerão!








quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Rostinho Pintado

Antes nova letra.
Agora imagem técnica.
Depois a paisagem.
Passagens Brasilianas subterrâneas.
Vamos por baixo.
Repetir o verso: você está gostando de Brasília?
Estes painéis são comuns.
Leia o código de linhas.
Cagadas de pombos ossificadas, no mármore...
 Dez pedaços de degraus de caibros pregados em dois caibros: CONSTRUÇÃO.
Estamos falando da mesma cidade.



Casa tem símbolo que representa uma letra.
Procure na cena os desenhos abaixo.
O que é que não calo, mas passo os pés?



terça-feira, 1 de novembro de 2011

A minha preferida

Estou no meio ainda não atravessei pro outro lado chamam-na paulista com p maiúsculo artéria principal  do corpo montado em quase 5 séculos quando o santos foi campeão te dancei solto na noite vândalo comemorando o jogo são benedito no santos é 10 te bebi de frente pro gazeta sei usar suas armas todas com o olhar dentro do foco aberto você querida é a rua ideal da próxima vez prometo andar-te inteira dos dois lados na penetração de encaixe justo sentindo a proteção das paredes o calor do invólucro algo mais perto do homo ludens a febre da troca de prazeres enquanto jogo não enquanto resultado vou te atravessar em todos os pontos copiar cada fresta de cada um dos seus poros e dizer de boca cheia pra todo mundo ouvir a     Avenida Paulista pode falar de mim.
Eu sei me esconder nela.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

UNB 2011

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O cotidiano precisa ser clássico

Opa! Destravei!
Aberrações das lentes.
Leia o meu produto e me devolva as imagens correspondentes!
Clic pic.
A forma do japonés é carrinhos de rolimãs capotados.
Se esta frase estivesse escrita correctamente você ficharía menos sentidos.
Estou doando uma firma: estrofe.
Fotografe aquele ali no canto e me dê sua ficha em 1 minuto!
Quando eu procurava histórias vinham com datas.
Você pra saber precisa dizer o que é.
É uma Av.
O que fazem aí?
Barry Lyndon.
Li o manual.
Sei como funciona.
Está bom de brincar.
Estão deixando eu fazer coleirinha.

sábado, 29 de outubro de 2011

Quebrar a seqüência onde nunca teve. Uma porrada e um sil^cio: um e invisível debaixo do chapéu ...circunflexo...
Querem saber das minhas moscardes?

Que rei sentou no seu trono e esperou a morte chegar
Impossível de dizer: eles gostam de cagar no amarelo?
Quando fazer envolve fora do seu contexto.

Quimera trupe nos jardins do poder...
Índio quer academia só pra malhar.
Queda ao primitivismo?









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sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Estou sem luz e TIM sem potência para a imagem o iPad virou preguiça vou buscar a torcida mais arruaceira trocar por especializada assim fico mais um pouco ficar ato de estar a estrela que caiu no mar ainda não vi apenas um fragmento de mensagem de outras pegadas a literatura interfere ar relativo a estrela Inter estelar
Foi
Sim
Claro
Oi
Monto encaixo a pata esquerda coloco o ponteiro no 11 dou o embalo e meto a outra pata no encaixe pronto já estamos em movimento manter um passo e desfrutar da semiótica.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fala alto véi!

Estão falando que a culpa destes garranchos é aquela caixa preta de cor vermelha um pé de fios desenha um cara de esquina de óculo.
O nariz-canudo puxa um fio de cima os olhos caíram ser parede num lugar destes não deve ser fácil inanimado nada FP CD JJ tudo me vem das horas de páginas.
Quantas HP você tem?
E TV?
Cinemas copias?
Urbe teatro?
Com quantos conversou 6 horas por dia?
Sua quota de solidão?
Saídas de longa distância 6 vezes por semana?
Quantos tabuleiros dominados?
Já foi o artilheiro da pelada carregado nos braços direto pro bar a cidade rendida?
Teve a profunda sensação de escape?
Já enfiou uma noite no saco?
Cada batida de cada dente do ponteiro, os estralos do edifício?
Só posso perguntar aquilo que não sei, para que me leves até onde sei, assim faço a via de mão & contra.
Quando me escondo volto com mais uma distração.
Ir ao banheiro me livra do posto.
Escrevi desenhei fiz balão fotografei num plantão falei ouvi li sem dormir refleti bebi fumei...
Os relatos das ocorrências policiais são escritos precários.
Pode deixar Batatinha, estou de olho no Guarda Belo! 





quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ART-BOX

Auto-retrato número nenhum entendimento da puta que te pariu os filhos das putas ficam adulando por a;i enquanto arejo & ilumino os fundos desenho assim de nada valeria desenhar de outro jeito vocês não tomam. Olho-beija-flôr de um lado serpente no outro: esta pata em primeiro plano: cheiro uma pirâmide: perspectiva de obstáculos: cortinas paisagens: a porta como deveria ser: este sou eu no meu pensamento: Timex no pulso macho picchu peru na blusa: depois da descida, um galpão: falem dos outros traços!
Noite me dá luz\ dia me dá sangue\ verso mais que perfeito/ garranchos nevados/\ duas tábuas/\gosto do balão entre a porta e a montanha negra.
ISTO Ë POESIA VISUAL? Meu trono de rei do morro. Vão si fuder bandu di filhus das putas! Meu latim é uma delícia. Parece dizer a verdade: vocábulo dentro do vocábulo: vô cabulo. Só esta!? Uma porra cheia de acentos. Sentem! Minha porra é um assento: sentem-se! Entenderam que é pra sentar na porra?
Estendo a pele vermelha.
Saída pelo branco/ saída pelo preto.
Quem não quer escrever COMPREENSÃO?
Você de corpo e alma & o carinha com o cartão de apresentação.
Baby, sei ser criança: estou brincando.
Não vou decorar sua gramática de capa dura.
Estão todas sublinhadas de pontinhos vermelhos, mas não vou corrigir.
Vou fazer um projeto do meu corpo para o curador contextualizar com seu cu.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Porra de pombo

Na volta da paulista pra congonhas fotografando sentado no assento da janela vi o pombo na parada do ônibus comendo ciscos debaixo da árvore literatura uma ave metropolitana camuflado com pés de bebês ponta de cigarro pequenas encostas do mar São Paulo quando o foco não interessa ele é praga, não a cidade de Franz, mas vira-latas urbanos sem donos com donos BOXE to box não deixar os punhos do outro entrar ISTO NÃO É BRASÏLIA.

Quando a parte alta da cabeça funde-se com a calçada e as manchas nas costas contra-ponto de branco na ponta & fim de rabo já com cinza nas pernas: harmonia nas cores e nas linhas a seta mostra de onde desceu para linhas contrárias submissas nos rastros dos homens bota trema no primeiro Ï e tenha um micão italiano de guarda separando o Brás de Lia.
Quando converso corrido só aqueles que estão me acompanhando entendem.
Entrei mudei saí voltou ao que era instituições de interesses pessoais porém deixei uma forte corrente de entendimentos navegando pelos corredores pregadas nas paredes cópias das cópias marcas nas forquilhas: HORAS DE HISTÖRIAS : um mico bocudo.   

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A carne do dia

Corre o risco de me divertir mais sem vossos clichês permanentes seria uma loucura seres previsíveis acordando aquilo que escapa vai entrar na pista lá na frente amiguinho das letras o sistema de controle é o mesmo tanto pelo o esporte quanto pelo prêmio literário não se iluda com a quantidade de signos se acreditar que a linguagem do corpo não faz pensar não poderás julgar o mensageiro depois de dizer vencemos ou tão pouco os corpos no metrô aquela casa de massas que você iria montar virou mercado livre? O rapaz a razão de dizer pode te empurrar para arena estavam medindo os atletas do continente enquanto no outro contexto calavam os jornalistas banalizavam as performances aqui enquanto as performances cresciam do outro lado as escolas chegando onde faltavam sua escrita dentro do verbo não me pescou.
Aposto qualquer coisa contra a proposta de ganhar para continuar dizendo isto, quanto você quer para repetir sempre as suas mesmas coisas dos outros?
Vamos dar logo um emprego para estes escritores coitadinhos que estão  OCUPADOS escrevendo que não podem nem parar para fazerem um concurso e aumentar assim a quantidade de escritores concursados escrevendo livre de qualquer concurso com dinheiro no bolso ganho por escrever as respostas certas que o cargo pede.
Seja um escritor destes.
Pois ficar chorando pelos cantos a mesma lamuria de denuncia denunciada pode render dinheiro é só entrar no jogo...existe aqueles de que você ouviu falar a pré história da escrita é antes era assim mesmo, mas o malandro mudou o dialeto. 

domingo, 23 de outubro de 2011

A rainha das musas

Em frente a estação São Judas sentam na década de 50 este homem está procurando a sua sombra reflexos borboleteiam como se fossem céu ao fundo vindo para o primeiro plano borbo lei tam mãos ocupadas e cabeça voltada para carros não para ônibus quem resistiu todos estes anos com a mesma cerca baixa casinha no fundo do quintal a cerca foi remendada recentemente pequenas tábuas de caixote de uvas talvez do natal passado obra de arte feita por mendigos solitários não vai mudar a cracolândia pra aí véi esperei 30 minutos na tarde passada um dia antes deste aí embaixo hoje estou no sentido contrário conversamos com uma senhora muito decente que estava acompanhada por um senhor doente que nem apareceu enquanto recebíamos uma aula de elegância em esperar a condução no Rush com um discernimento para o novo uma aceitação para o desconhecido me pareceu parente bom pessoa boa sem nomes sem pedidos de reencontros apenas um poder estar enquanto ali chegaremos aos nossos destinos parecíamos dizer enquanto falávamos do tempo da espera o rumo a posição diante de bom vou dar como o passageiro na rodoviária do Henry Miller talvez mais sintético ainda sem nomes sem endereços sem promessas mas com um grito calado de ainda estamos aqui podem ficar tranqüilos ainda estamos aqui e somos muitos chegaremos aos nossos destinos ela tinha uma modo de constrangimento como se pedisse desculpas pela cidade um pouco de frio por baixo afinal estava de saia uma senhora com quase 70?    

sábado, 22 de outubro de 2011

Estou andando

Chegaram uns mais novos ainda, não tomam nem conhecimento.
Estão bebendo o clichê direto na rede.
Fui lá ver ontem eu & meu historiador.
Assim que cheguei todos me amaram.
Depois me odiaram.
Passaram a me respeitar.
Tem um vaso no fim do corredor à esquerda deposite sua obra lá.
Logo depois das reticências.
Meu amor vai neste bus.
De Congonhas pra Paulista.
Ver o Twingo preto do Wagner.
Acho que vou até o ponto final.
Obra: frio & chuva.
Gosto de ver a natação.
Ninguém quer nos encordoar.
Kadaff! : caiu depois de velho...
O ministro está jogando batalha naval.
Aqui.
Em outro lado a Noruega me espera...
Quando vão se interessar por mim calado?

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Bois gostam de fitas de luas

Montávamos trapizongas em qualquer lugar.
Hoje jogo na tela.
Ir na casa dos outros com esperança de qualquer coisa.
Foi o caminho não escolhido.
Lição que não se aprende.
Conselho, vou matar a reunião!
Sou o esquisito.
Nostradamus é o normal.
Hesse foi mecânico.
Tanta conversa em volta de uma criança.
Adoecer era a primeira das saídas?
A lei do verbo errado.
Periquitos mudam com gira-sol na gaiola de teto azul & piso amarelo: aberta os quatro cantos...
É bonito ficar falando o decorado pra todo lado?
Estou cobrando as minhas regras.
Meu destino que vocês não querem.
Ser manso deixa a loucura mais tranqüila.
Minotauro era um touro zebu solto no imaginário cândido com letra máscula sem vírgulas nem ponto
Animais fabulosos.
Fada Madrinha me ensinando ler nas fotonovelas: preto & branco Y caixa alta...
Quando cheguei na escola, minha dúvida era maior que pequenas regras, mas compensei não querendo decorar a tabuada, já não podia somar multiplicar dividir subtrair sem ter.
Vai ser foda me enganar véi: o engano é meu irmão gêmeo invisível, e não desgruda de mim.
Vamos brincar de ser onça no quintal da permacultura.
O Zé me deu um sem terra de presente: o moleque de vinte anos mais vivo que fiquei de frente...
O presente de estar presente lado a lado com uma convicção humana. Poder passar livros. Ler o escrito.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Leia a pergunta em baixo!

As pessoas e as máquinas vão trocar conhecimentos aqui ou em qualquer parte lá onde acham impossível o quanto do carro a árvore assimila meta plasmo estou perto de quem já ouviu dizer daqueles que não eram nada mas no entanto por estarem próximos de alguém obraram preocupação em ser sempre soube que era me deram para ser falei como meu neto está bom então a herança da aproximação moça de Brodowski me disse se Cândinho estivesse ao lado das máquinas teria dado alma ao trator não ela me disse dos grandes que ele freqüentou quando foi embora mas nas suas pinturas e escritos vejo que ele sempre freqüentou os grandes desde sempre dá uma olhada na fazenda do John Rudge caiu chá preto na capela História filha da puta viu de onde nasce os gênios deu pra ver posso dar este amarelo para o Portinari?

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Eu estava falando outra coisa

Nos movimentos da ginástica rítmica meus olhos por todos os vértices a bolinha é massa faz fita com o bambolê solo escorre esta avenida para o estacionamento vamos comprar material de construção de frente pro murundu-obi com a flexibilidade posta à prova ele tem luz no corpo um murro no capacete rei baby acerte a viseira conto-te com o pé em baixo mostro os fundos para os vizinhos dos fundos oral quem mostrar mais objetos diferentes ganha faço gênero me lembro de algo que jamais você se lembrará escalei hélices remos sou planador quando a Leica denuncia meu gesto atiro de Canon era só para conversar peças por acaso decididamente por mim a ginástica rítmica é mais dança amarrar o balé com a capoeira nosso Mestre Tabosa O Filho de Xangô faz Triatlon foi do corpo de baile do Municipal é imaginário do lugar não vou discutir o sexo dos anjos Nêgo Zão Rizadinha Pelezinho Rizomar Perigoso Fred...meus amigos da Capoeira vamos cobrar Olimpíada Este texto hoje está demorando mais...As reticências resolveram entrar...vou sair... vou escrever na rua...
      

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A cidade foi embora?

A relação de um ciclo histórico com a web é formal .


Se este ponto ficar isolado terá significado terra?

Nos espaços em que caminhamos querem uma definição.
A mancha azul é uma lágrima do fotógrafo?
Quando as minhas pernas estão soltas na metrópole sou um desvio só.
É de prosa que vive o brasileiro?
Quando a história nos dá o ciclo seguinte, autoriza a literatura fazer o mesmo & outras artes...
A escrita é a única revolução? Mesmo sem leitores?
Nosso assunto de ontem são as minhas entradas.
Se daqui eu salvasse minha pele da SS teria eu controle do departamento?
A velocidade do deslocamento é tão importante quanto a da informação.
Meus trens de pouso foram perdidos na árvore mais alta?
Não me lembro dos fatos históricos, mas não esqueço os versos poéticos.
A rima interna o desajuste?
Quando somos ainda apenas impressoras, apertam o botão.


  

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

Horário de verão

Uma receita para o tormento venham me conduzir aos seus aposentos os mais harmoniosos estimulantes: eu não sou um bom mestre, aqueles que ficam por perto não se resolvem, nós os animais quando estamos na caça não somos obstruídos.
O conto da saída é mais de defesa que de narrativa do depois.
Depois encontrei um casal de novatos tomando conta de todo o prédio, livres das histórias dos antigões, ele o guarda, com dois meses, ela recepcionista de quatro, estavam felizes com 12X36, como foi difícil transformar o fim de semana em horas extras, eles nem sabiam: já chegam defendendo a instituição, muito antes de conhece-la: frutos de um bom treinamento?
Vamos treinar os novos para podermos ficar à vontade?
Disseram que depois da minha saída ficaram órfãos, sei, é fácil dizer bobagens... 
Nunca conseguiram ficar apenas no trabalho.
Fui conversar com o jardineiro, ele é mais direto: estamos velhos não sabemos de mais nada...
...podou logo o assunto perguntando pela magrela: estou montando, respondi.
Pedalar, ainda é um grande negócio.
O Zé Cadima é um mestre de gerações.