sexta-feira, 26 de junho de 2026

Bate-lata

Titubear as vezes diante da imagem fazendo de conta que não reconhece a mesma é normal cara de pau daquele que paga de santo poeta atleta não sendo ou talvez de vez em quando por obrigação como aquele que gosta de dizer que deixa um verso na gaveta por 16 anos até ficar pronto ou mais está querendo dizer que não solta qualquer verso por aí né mano meu que pescoço vive de orelhado do meio de colóquio entre pretensos artistas atrás do pão de cada dia respeitam pra não perderem o freguês portanto porta tanto abre quanto fica entreaberta nunca totalmente fechada há sempre uma fresta de entrada pra aquele que pode comparar classicamente de sacada soco na boca do estômago fechando o diafragma asfixiado olhar mais melado parece que mudou de idéia segue o bonde fusca-baja brasília-amarela pulou a janela quem falar primeiro come a roupa dela boi sonso pano dentro desentope torpe mordaz sarcástico intérprete deste ir e vir desamontoemos aos montes não tem troco absorve o louco absolve o doido solve problema fio descascado alta tensão atenção cuidado perigo não toque dá bode é falso camaleão dourado hipérbole acentuada figura de linguagem que não cai na prova nem esbarra no vestibular do Nem, toca pra cuba e curte o drama com rum e charuto do bom chapéu GG pra esta melancia pode ainda verde por fora e vinho por dentro cara de prefeito do arraial do cabo que manda no sargento no comandante no quartel inteiro só de aluguel no gogó perigoso das latas e cia tomando uísque candangolês legitimo da budega do moa...     
 

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