domingo, 1 de novembro de 2026

Salvo conduto para os loucos e os inocentes


 Muitas vezes quando sintonizamos o papo no canal do freguês ainda assim surgem ruídos leves mas incomodam um pouco é claro em décadas de tentativas sem nunca encontrar uma sintonia fina satisfatória ou algo que o valha no orvalho análise combinatória todos os trechos do passado em vão nós não somos aceitos plenamente apenas tolerados razoavelmente também já que o investimento foi apenas o tempo perdido quem se importa a inteiração humana esbarra na superstição volta Voltaire salta de reino em reino há quem fuja nunca seremos nós já perdendo o fio da meada da próxima vez vai mais fechado joga Hermeto na vitrola e deixe que a carruagem passe não temos cães suficientes pra ladrar os ladrões até de vagas vagões de cargas batendo carroceria de penetra nas festas de famílias e outros encontros protocolares segundo o estado vigente destes seres viventes do desassossego do poeta questão de crivo do preconceito tacanho das escolhas zelosas pequenas defesas diante de variantes estudadas posses de posições fortes pro ganho da casta que se acredita nobre cita presidiário que ainda não bateu o recorde do seu trocando seis por meia dúzia como se trocasse Nobel por jabuti encantada por uma predileção tacanha do cacarejo jornalístico da pauta manhosa do jeito malandro agulha tão sutil como um bode na sala não perdoa nem os inocentes irmãos?  

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