É como acordar de uma realidade imposta reconhecer cada cena do sonho e ainda temer o esfriamento solar um dia mesmo que você já não esteja aqui sejam bem vindos façam o que puderem desejo-lhes boas escolhas pro bem de todos que vidas gerem vidas humanas que as nossas tentativas não desanimem futuras e por aí vai tentando ser singular sabendo que a justiça só existe no conceito lá em cima no mundo das idéias tentem subir a montanha o mais alto possível devagar não é preciso pressa o conhecimento não exige desfrute do que sabe passando adiante pra que outros tenham também é bom pra todos aliás só o que é pro bem de todos é bom viu pode fazer as contas tire as provas experimente bem não acredite em mim antes de comprovar eu não sou nenhum deus canalha que te mandaria pro inferno eu não estou te vigiando o texto não pode ser o guarda não há nenhuma ação aqui apenas um mulambo de tecido roto puído em fragmentos plâncton mar adentro literatura livre de críticos populares e os sérios leitores acadêmicos sempre exaltam ou reconhecem até quando estranham de cara afinal descontando a sofrida gramática e a suposta ingenuidade social até que desce já disseram alguns que acabaram ficando entre os amigos por um tempo o braço direito que sustenta o dedo que bate na cabeça das letras teclam dores por enxugar a fagulha ontem depois dela ter jogado água...
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