Nada é tão contemporâneo quanto o metaverso?
Imersivo no ecrã seja ele televisivo ou no computador sigo!
Rebobinando o gravador de rolo no cofre do fim do mundo.
Quer parecer o que cara de cara ok?
Vandalismo das letras redes sociais postagens aos borbotões...
As galinhas criadas pra botarem pro café da manhã japonês?
Os tubérculos na culinária indígena-brasileira?
Pendências psicológicas familiares nunca esgotadas!
Amigos quase amigos distâncias necessárias?
Fanfarrão no meu portão não saio do quarto!
Serra o dia inteiro nunca param de construir aqui!
Agora estão gritando alto parece pobre na chuva diria...
Pra fechar com chave de plástico o coração de papel feito pro colégio.
Nada cabe ainda uma prata da casa pro serão da sessão noturna!
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