sábado, 28 de fevereiro de 2026

quem quer ser lembrado é um morto expectador

Pesos azuis sem utilidade as vezes trabalham os braços!

Amanhecemos em guerra no rádio dela!

Uma meleca de estacionamento JB debaixo de chuva!

Ou arrumo o que fazer além do fazer digital ou enlouqueço!

Talvez isto não seja nem um adereço teatral!

Posso sentir profundamente sem mexer um músculo?

Em dúvida de dívida divida sua dádiva devida vem!

Palhaço de tela casa de praia paisagem bucólica o horizonte como a espiga de milho diante do burro!

Vespa zarpa besta vista algo transparente neon!

Deixa de repetir os mesmos gestos sem respostas!

Apostas nos postos o inspetor não vai passar hoje!

Conclusão suprema corporativismo sacana!

Me cago na conversa da média deixa de doxa!

Lhe valho o socorro prestado daquele inesperado?

Já falei pro marronzinho hoje vamos aproveitar bobo que vai acabar tudo!

O comércio promove a guerra não só pra vender armas!

 

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